sexta-feira, 28 de novembro de 2025
Lula tenta segurar envio de indicação de Messias ao Senado, e aliados apontam estratégia para adiar sabatina
sábado, 22 de novembro de 2025
Bolsonaro é o 4º ex-presidente do Brasil preso. Relembre outros casos
Jair Bolsonaro foi preso e se junta a Temer, Lula e Collor
Jair Bolsonaro, Fernando Collor, Michel Temer e Lula • José Luiz Tavares/Futura Press/Estadão Conteúdo ; Pedro França/Agência Senado; UAMY BEYDOUN/AGIF e Ricardo Stuckert/PR
Jair Bolsonaro (PL), que já cumpria prisão domiciliar desde agosto, foi preso preventivamente pela PF (Polícia Federal) na manhã deste sábado (22).
- Luiz Inácio Lula da Silva: Foi preso em abril de 2018, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato (caso do triplex do Guarujá). Sua condenação foi posteriormente anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou o ex-juiz Sergio Moro parcial no caso.
- Michel Temer: Foi preso preventivamente em março de 2019, em uma investigação sobre corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações.
- Fernando Collor de Mello: Foi preso pela primeira vez em 1993, durante o processo de impeachment, sob acusação de corrupção passiva. Em 2023, foi novamente preso após ser condenado pelo STF por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato.
- Jair Bolsonaro: Foi preso em novembro de 2025, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, em uma investigação que apura uma suposta organização criminosa responsável por tramar um golpe de Estado para mantê-lo no poder.
- Além desses, outras figuras que ocuparam a presidência em períodos anteriores, como a República Velha ou a Ditadura Militar, também enfrentaram prisões, por razões políticas ou em outros contextos, elevando o número total para cerca de dez ex-presidentes se considerada toda a história republicana.
domingo, 9 de novembro de 2025
Michelle diz que Lula “faz aliança com crime” e “abandona vítima”
POLÍTICA
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou neste sábado (8) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “faz aliança com o crime” e “abandona a vítima”. A declaração ocorreu durante o evento do PL Mulher, em Londrina (PR).
Michelle ainda criticou o Congresso por “estar de joelhos” para o Supremo Tribunal Federal (STF) e destacou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é a “única opção” da direita nas eleições de 2026.
“Ele [Lula] não nos representa. Ele não representa o povo de bem do Brasil. Um homem que faz aliança com crime. Hoje há uma inversão de valores enorme. Ele fica do lado do crime e abandona a vítima”, disse a ex-primeira-dama.
GAZETA DO POVO
Lula viaja à Colômbia para marcar posição sobre Venezuela
MUNDO
Presidente brasileiro deixou a COP em Belém para discursar em reunião esvaziada e defender a autonomia regional em meio à tensão entre EUA e Venezuela
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega na manhã deste domingo (9) a Santa Marta, na Colômbia, para participar da cúpula da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos) com a União Europeia.
O encontro, que começa às 10h (horário local), acontece praticamente sem chefes de Estado.
Além do colombiano Gustavo Petro, presidente da Celac e anfitrião do evento, apenas Lula participa como chefe de Estado. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, cancelou sua presença.
Estarão presentes Antonio Costa, presidente do Conselho Europeu, o primeiro-ministro da Jamaica, da Croácia, o da Finlândia, o dos Países Baixos, o de Portugal, além dos primeiros-ministros de Barbados e Belize, e o vice-presidente de Cuba.
Cerca de 60 delegações, representadas por ministros e chanceleres de países da América Latina, do Caribe e da União Europeia, também irão, mas não seus chefes de Estado. Entre elas, estão Venezuela, Cuba, Haiti, Barbados, Belize, República Tcheca, Espanha, Croácia, Finlândia, Países Baixos e Portugal.
Lula deixou Belém às 7h, em plena COP, para fazer o bate-volta à Colômbia, decisão que evidencia o peso político que o tema ganhou para o Brasil. O encontro ocorre a poucos quilômetros do Mar do Caribe, região onde navios de guerra dos Estados Unidos foram posicionados nas últimas semanas, elevando as tensões com o governo de Nicolás Maduro.
Na sessão plenária, Lula deve defender o princípio da paz e da não intervenção, mas sem se alinhar diretamente a Caracas.
Segundo fontes, o presidente quer marcar posição em defesa da soberania da América do Sul e da solução pacífica de controvérsias, evitando transformar o discurso em ato de solidariedade a Maduro.
O Brasil teme que uma escalada militar no Caribe provoque instabilidade na região e uma nova crise humanitária nas fronteiras. Para o governo, o papel do país é reafirmar a autonomia da América Latina diante das pressões externas e preservar o diálogo com todas as partes.
Após a plenária, Lula retorna a Belém para retomar sua participação na COP30.
Trump diz que Amazônia foi destruída para construção de estrada
Presidente dos Estados Unidos cita que caso se tornou um "grande escândalo"
Neste domingo (9) , Donald Trump, publicou em sua rede social, a Truth Social, que a "Amazônia do Brasil foi destruída para a construção de uma estrada de quatro faixas para que ambientalistas pudessem viajar". Trump completou dizendo que o caso "se tornou um grande escândalo".
A publicação de Trump traz um vídeo da emissora conservadora dos EUA, a Fox News, de um dos correspondentes que está em Belém, no Pará, para a cobertura da COP30.
A CNN entrou procurou o Planalto e o ministério do Meio Ambiente para comentar a postagem, mas ainda não teve retorno.
CNN
COP-30: fundo florestal perde apoio de Alemanha, Espanha, EUA e Reino Unido
Governo brasileiro esperava reforço financeiro para iniciativa que prevê US$ 25 bilhões em investimentos sustentáveis
A Alemanha, a Espanha, o Reino Unido e os Estados Unidos não anunciarão aportes ao Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês) durante a COP-30, em Belém.
A decisão frustra parte das expectativas do governo brasileiro, durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que esperava reforços internacionais para impulsionar a principal iniciativa de financiamento climático do país.
O TFFF foi lançado pelo presidente Lula da Silva (PT) como uma plataforma de investimentos voltada à preservação ambiental e ao desenvolvimento sustentável de economias florestais.
FONTE:D BNC Amazonas
sábado, 8 de novembro de 2025
Baixa presença de líderes na cúpula de Belém frustra Brasil às vésperas da COP30 Leia mais em: https://veja.abril.com.br/agenda-verde/baixa-presenca-de-lideres-na-cupula-de-belem-frustra-brasil-as-vesperas-da-cop30/
Às vésperas da COP30, Belém recebeu nesta quinta-feira, 6, um total de 57 líderes mundiais para uma cúpula marcada por tensões políticas e pela pressão de avanços concretos na agenda climática.
É a menor participação em COPs desde 2019, marcando um banho de água fria nos esforços do governo brasileiro. Entre os países do G20, apenas os líderes do Reino Unido, da Alemanha, da França, da União Europeia e da União Africana vieram.
Responsável por um quarto das emissões de gases do efeito estufa do planeta, a China optou por enviar seu vice-primeiro-ministro, Ding Xuexiang, no lugar do presidente Xi Jinping.
Pior fizeram os Estados Unidos, segundo maior poluidor, que se retiraram do Acordo de Paris após a volta de Donald Trump à Casa Branca e não enviaram representantes.
A Índia, terceira maior emissora de gases do efeito estufa do planeta, não conta com o seu primeiro-ministro Narendra Modi na cúpula de Belém.
O país está sendo representado por seu ministro do Meio Ambiente, Bhupender Yadav, gesto que reflete a postura ambígua de Nova Délhi nas negociações climáticas.
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
Lula envia ao Congresso PL Antifacção após operação no Rio
A proposta será enviada à Câmara dos Deputados, onde começará a tramitar antes de, eventualmente, tornar-se lei
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta sexta-feira, 31, o projeto de lei antifacção, que tem como objetivo endurecer o combate ao crime organizado no país. A medida se dá na esteira da megaoperação policial contra o tráfico que deixou ao menos 121 mortos no Rio de Janeiro nesta semana.
Um dos trechos do projeto determina, por exemplo, que a organização criminosa qualificada passará a ser chamada de facção criminosa.
A proposta deve ser publicada em edição extra do Diário Oficial desta própria sexta e será enviada à Câmara dos Deputados, onde começará a tramitar antes de, eventualmente, tornar-se lei.
Mais cedo, Lula teve reunião no Palácio do Planalto com ministros, entre eles, Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública) para discutir o tema.
Elaborado pela pasta, o texto prevê o aumento de penas para o indivíduo que participe de organizações criminosas. Não se sabe ainda, no entanto, o teor exato da matéria que foi enviada ao Congresso.
O que se sabe até agora é que, além de aumentar penas para quem integra o crime organizado, o projeto também foca em criar mecanismos capazes de asfixiar a capacidade financeira das facções.
Nesse quesito, a matéria prevê a infiltração de agentes de segurança em empresas suspeitas de lavagem de dinheiro para o crime.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou, nesta sexta-feira, 31, que já identificou 99 dos 117 mortos durante a Operação Contenção, deflagrada na última terça-feira, 28, nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte da capital.
Do total, 42 possuíam mandados de prisão pendentes e 78 apresentavam “histórico criminal relevante” — número que pode crescer.
terça-feira, 28 de outubro de 2025
Trump diz que reunião com Lula foi 'muito boa', mas não garante acordo
segunda-feira, 27 de outubro de 2025
Henrique Meirelles alerta governo Lula sobre gastos: "Insustentável"
"Governo terá de interromper a atual trajetória do gasto"
Presidente do Banco Central nos dois primeiros mandatos presidenciais de Lula, Henrique Meirelles (foto) fez uma alerta ao governo do petista sobre o "excesso de gastos fora da meta fiscal", que "deve manter os juros altos por mais tempo".
AR Presidente do Banco Central nos dois primeiros mandatos presidenciais de Lula, Henrique Meirelles (foto) fez uma alerta ao governo do petista sobre o "excesso de gastos fora da meta fiscal", que "deve manter os juros altos por mais tempo". "Na semana passada, o Senado aprovou a retirada de mais R$ 5 bilhões da meta fiscal deste ano para ampliar gastos com Defesa.
A regra valerá para os próximos seis anos e resultará em R$ 30 bilhões fora da meta. Já estão fora da meta fiscal deste ano a ajuda a setores afetados pelo tarifaço, despesas com precatórios e o ressarcimento de aposentados e pensionistas que foram vítimas de descontos indevidos em seus benefícios. São exceções demais", diz Meirelles em sua coluna no Estadão.
Ex-ministro da Fazenda de Michel Temer, Meirelles lembra ainda que o governo ainda "discute um socorro de R$ 20 bilhões aos Correios", destacando que "não há espaço aparente no orçamento para isso" e que "a alternativa, um empréstimo via bancos públicos, é controversa e remonta às piores práticas do passado recente".
"Não há sinal de mudança" "Devido a esta rotina de anúncios de novos gastos, é consenso que a taxa Selic deve permanecer no atual patamar de 15% ao ano por algum tempo", contata o ex-presidente do BC.
CROSUÈ
sábado, 25 de outubro de 2025
Café e carne devem ser citados por Lula em conversa com Trump
MUNDO
Exportadores brasileiros de café e de carne bovina redobraram as expectativas com possíveis avanços nas negociações entre Brasil e Estados Unidos para a redução ou retirada de tarifas para envio das duas commodities aos americanos. Os produtos deverão ser citados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reunião que terá com Donald Trump prevista para ser realizada em Kuala Lumpur, na Malásia, neste domingo (26).
Nesta semana, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, confirmou a representantes do setor cafeeiro que o café estará na mesa de negociação no primeiro encontro presencial entre os presidentes.
Existem duas estratégias nas negociações em torno das exportações de café. A primeira é tentar uma suspensão imediata de todas as tarifas para o produto enquanto os governos trabalham para concluir um acordo comercial bilateral. Essa proposta já foi formalizada ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e está em avaliação pela equipe de Trump.
“Alckmin nos informou que fez o pedido diretamente ao presidente Lula para que ele aborde essa possibilidade de suspensão até a conclusão do acordo bilateral nessa importante conversa prevista para o dia 26”, informou Marcos Matos, diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), após reunião com o presidente em exercício.
Se não houver essa possibilidade, o Brasil pedirá para o café seguir na lista de isenção produto a produto, medida que pode garantir recuo, ao menos, da aplicação da tarifa adicional de 40%.
“Houve um movimento de pinçar produtos, como a celulose e parte das madeiras, que foram para o anexo 2 com isenção total, sendo retirados, inclusive, os 10% da tarifa-base, de abril. O vice-presidente nos relatou que, para essa possibilidade, o café é o primeiro produto a ser incluído na lista de isenção, tanto pelo governo brasileiro, quanto do lado dos EUA”, mencionou Matos, em nota enviada pela assessoria à imprensa.
Alckmin também informou que mantém contato com o Departamento de Estado e a Secretaria de Comércio americanos, além do United States Trade Representative (USTR).
Do outro lado do mundo, em Jacarta, capital da Indonésia, empresários brasileiros do setor de carne bovina intensificaram a articulação para que a proteína também seja mencionada por Lula na conversa com Trump. O presidente brasileiro está no país em missão oficial e participou brevemente da abertura de um jantar oferecido pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).
Cerca de 30 associados da Abiec estão na Indonésia. Entre eles, Joesley e Wesley Batista, donos da J&F, que mantêm proximidade e relação direta com Lula. Antes de um discurso na capital da Indonésia, o presidente fez questão de cumprimentar o irmão mais velho, Wesley, que estava na plateia. Não há informações se eles seguirão para a Malásia, onde ocorrerá o encontro com Trump.
No começo de setembro, Joesley Batista teve um reunião com Trump na Casa Branca, em Washington, em que mencionou a questão do tarifaço. A J&F, holding que controla a JBS, tem negócios nos EUA, com cerca de 75 mil funcionários e marcas como a Pilgrim’s e Swift.
Marcos Molina, controlador e presidente do conselho da MBRF, e Renato Costa, CEO da Friboi, também reforçam o time do setor frigorífico brasileiro no sudeste asiático. O setor aposta, ao menos, na retirada da tarifa adicional de 40% e manutenção da taxa de 10%. Como já há uma alíquota de 26,4% para as exportações brasileiras de carne bovina, a taxação cairia de 76,4% para 36,4%.
Fonte: O Sul
Lula diz esperar encontro com Trump e acredita em solução
sexta-feira, 24 de outubro de 2025
Brasil caminha para estrangulamento fiscal, apesar de arrecadação recorde
ECONOMIA
O país caminha para ter a maior carga tributária pelo 2º ano seguido, de acordo com economistas. Em 2024, a arrecadação do governo federal, dos Estados e dos municípios bateu recorde ao atingir 34,2% do PIB (Produto Interno Bruto).
O governo atual, tem recolhido mais impostos em 2025, conforme dados da Receita Federal. Mesmo assim, a expectativa é de um rombo de R$ 30,2 bilhões neste ano –perto do saldo negativo de R$ 31 bilhões que pode ter conforme a meta fiscal.
De acordo com a IFI (Instituição Fiscal Independente) do Senado, o estrangulamento é resultado do crescimento exponencial das despesas obrigatórias; na ocorrência reiterada de déficits primários; no crescimento da relação dívida/PIB; e, no baixíssimo nível de investimento público.
Na avaliação do órgão ligado ao Senado, além do estrangulamento, as principais fontes potenciais de financiamento das ações públicas – o aumento da carga tributária e do endividamento – também dão “claros sinais” de esgotamento.
“De 2027 para frente, já vai ser um desafio de um novo governo eleito. Seja quem for o presidente da República, eu creio que haverá uma profunda reforma na estrutura fiscal brasileira. O novo governante deverá aprovar o cacife reunido nas urnas para promover mudanças muito substanciais na dinâmica das finanças públicas. O estrangulamento é alto”, disse o economista Marcus Pestana da IFI.
quarta-feira, 22 de outubro de 2025
Caso Carvajal: Trump e o dossiê que pode destruir a esquerda na América Latina
MUNDO
Enquanto a "grande mídia" nacional se esforça em um silêncio ensurdecedor, um tsunami de revelações promete varrer o pântano da corrupção que sustenta regimes como o de Lula, Maduro e Petro. A população de bem que anseia pela queda da cleptocracia latino-americana pode respirar tranquila: a justiça, por enquanto a americana, está em movimento, e a podridão desse sistema está prestes a implodir.
O pivô dessa explosão é Hugo "El Pollo" Carvajal, ex-chefe de inteligência de Hugo Chávez, hoje sob custódia nos Estados Unidos e cantando como um canarinho. Suas denúncias não são meros boatos; elas vêm municiadas de provas documentais que ligam o Partido dos Trabalhadores (PT) de Lula diretamente ao dinheiro sujo da corrupção e do narcotráfico venezuelano.
A relação Lula-PT-Crime Organizado
A jornalista investigativa Elisa Robson, que acompanha o caso de Carvajal desde sua extradição, trouxe à tona o que a mídia brasileira insiste em esconder: Carvajal confirmou que a estatal petrolífera venezuelana PDVSA financiou ilegalmente as campanhas de Lula no Brasil, Kirchner na Argentina, Evo Morales na Bolívia e Gustavo Petro na Colômbia.
O mais grave: Carvajal, que era o braço direito de Chávez e tem profundo conhecimento das entranhas do regime, disse, sem meias palavras, que "Lula é um criminoso como Nicolás Maduro". Ele não está apenas falando; ele está disposto a entregar todas as provas que corroboram seu testemunho, tudo sob o olhar atento e a monitoração do Departamento de Justiça dos EUA.
Essa é a confissão de uma das figuras centrais da rede de poder chavista, expondo como o "socialismo do século XXI" era, na verdade, uma gigantesca lavanderia de dinheiro e um pacto de impunidade, unindo figuras como Lula, Petro, Kirchner e Evo Morales.
A senadora americana Maria Elvira Salazar cravou em seu perfil no X: "Eu sempre disse: o chavismo não é uma ideologia, é uma rede internacional de corrupção." O dinheiro do petróleo venezuelano, roubado enquanto o povo passava fome, era o combustível para "comprar poder e influenciar toda a região".
A panela de pressão Trump-EUA-Petro
Se a bomba de Carvajal visa o passado corrupto de Lula e o PT, a pressão externa se intensifica sobre o presente corrupto de Lula. A declaração contundente do Presidente dos EUA, Donald J. Trump, chamando o presidente colombiano Gustavo Petro de "Líder do Tráfico", e ameaçando cortar subsídios e fechar "campos de extermínio" (de drogas), cria um precedente perigosíssimo para toda a "facção criminosa" da esquerda latino-americana.
A ligação é direta: a rede de corrupção denunciada por Carvajal inclui Petro, e a ameaça de sanções e ações diretas dos EUA contra o regime colombiano, por sua conivência com o narcotráfico, é um sinal de que a tolerância americana para esses "aliados" do crime organizado atingiu o limite.
O silêncio cúmplice e a esperança na justiça externa
Não espere ver as manchetes da "Folha" ou do "Jornal Nacional" repercutindo essas notícias com a devida gravidade. O esforço para blindar Lula, o PT e a esquerda brasileira é fenomenal. O motivo é óbvio: esse é o escândalo mais perigoso para o regime, pois a prova do elo entre a alta política da esquerda brasileira e o crime organizado internacional está sendo entregue a uma corte estrangeira, imune às manobras e à impunidade que infelizmente imperam na justiça nacional.
Enquanto a justiça brasileira segue o seu "ritmo" lamentável, a justiça americana age. A Lei Magnitsky, que permite sanções severas contra indivíduos envolvidos em corrupção e violações de direitos humanos, paira como uma espada sobre a cabeça de Lula e seus asseclas.
O regime que se julga inatingível será derrubado, não pelo que a imprensa local diz, mas pelo que a justiça externa irá provar. A certeza de que todos os crimes dessa facção virão à tona e a pressão de Washington sobre seus "parceiros" do crime organizado renova a esperança da população de brasileira.
O castelo de areia do "socialismo do século XXI" está rachando, e o dinheiro sujo, que o sustentou, será a causa de sua queda estrondosa.
Que venha a luz!
(Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 21/10/2025)
FONTE: BRASILAGRO
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