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domingo, 10 de maio de 2026

FBI relata perseguição a 'OVNIs' durante operação militar nos EUA

 MUNDO

Documento confidencial descreve avistamentos de “orbes” luminosos e metálicos, em 2025, por pilotos e agentes de inteligência durante missão aérea

IMAGEM REPRODUÇÃO G1


Um relatório confidencial do FBI e da inteligência dos Estados Unidos detalha uma série de encontros com supostos Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs, na sigla em inglês para OVNIs) durante uma operação militar realizada em 2025 em uma região montanhosa.


Segundo o documento, pilotos militares e oficiais de inteligência relataram a presença de “orbes” luminosos e metálicos, além de enxames de luzes que realizavam movimentos considerados incomuns. O material inclui depoimentos de testemunhas e informações registradas durante uma missão aérea conduzida por helicóptero.


O Departamento de Defesa dos Estados Unidos liberou, nesta sexta-feira (8), uma série de registros classificados como "arquivos inéditos" sobre fenômenos não Identificados, termo técnico para OVNIs.


A operação começou por volta das 17h, quando equipes embarcaram em uma aeronave para investigar relatos anteriores sobre luzes estranhas e sons semelhantes a explosões em uma cadeia de montanhas. Durante as buscas, os militares localizaram a entrada de uma grande caverna.


Horas depois, já durante a noite, um posto de observação acionou o helicóptero após detectar um contato no radar. Segundo o relatório, um sensor infravermelho identificou um objeto “superquente” pairando próximo ao solo. Pouco depois, o objeto teria acelerado rapidamente e se dividido em dois. O documento afirma que um dos orbes chegou a ficar a cerca de três metros do helicóptero militar antes de se afastar em alta velocidade. A tripulação tentou perseguir o objeto, mas precisou interromper a ação por não conseguir acompanhar a movimentação. Durante a perseguição, um copiloto relatou ter observado, com auxílio de óculos de visão noturna, algo emergindo dos objetos luminosos e seguindo em outra direção.


O relatório também descreve uma sequência de avistamentos coordenados. Entre eles, um “enxame” de luzes se movendo em diferentes direções e formações de orbes alaranjados com centros brancos ou amarelos aparecendo próximos ao helicóptero.


Segundo as testemunhas, os objetos acendiam um de cada vez até formar grupos de quatro ou cinco luzes e depois desapareciam na ordem inversa. Em outro momento, três orbes teriam sido vistos voando em formação triangular.

Os militares ainda relataram que alguns desses objetos apareceram sobre aeronaves da região durante a operação.


O documento descreve os objetos como “orbes metálicas ou luminosas”, um dos formatos mais frequentemente associados a relatos de UAPs monitorados pelas autoridades norte-americanas.

CNN 

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 CELEBRAÇÕES

terça-feira, 28 de abril de 2026

Mais baratas, baterias começam a dominar redes elétricas mundo afora

 TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

Queda dos custos e crescente demanda de energia por datacenters aceleram o crescimento; guerra no Oriente Médio ajuda a acelerar tendência.

Reprodução Enel Group

Os ataques de Estados Unidos e Israel contra o Irã reforçaram a necessidade de aceleração da transição energética. Sistemas de armazenamento de energia são cruciais nessa aceleração, mas seus preços eram uma barreira à expansão. Mas, assim como aconteceu com as fontes eólica e solar, o custo desses equipamentos vem caindo devido ao ganho de escala.

Em todo o mundo, uma onda de megainstalações de baterias está se alinhando para ser conectada às redes de transmissão. A movimentação ocorre desde polos de usinas solares no Texas, nos Estados Unidos, a pastagens no interior da Mongólia e ao terreno de uma antiga usina a carvão ao norte de Sydney, na Austrália.

A queda dos custos e a crescente demanda de energia por datacenters já haviam preparado o terreno para um crescimento rápido, informa O Globo. A guerra no Oriente Médio ajudou a acelerar a tendência, ao elevar a demanda por alternativas aos combustíveis fósseis, cujos preços dispararam – sem falar nas restrições à oferta decorrentes do fechamento do Estreito de Ormuz.

Analistas da BloombergNEF, serviço da Bloomberg sobre transição energética, já esperavam que as instalações de sistemas de armazenamento elétrico aumentassem cerca de um terço neste ano, lideradas pela expansão na Europa, no Oriente Médio, na África e na América Latina. Mas o impulso pode ser ainda maior se continuarem as interrupções no fornecimento de combustíveis que dependem da matéria-prima do Oriente Médio.

Onde as redes antes dependiam de carvão e gás fóssil quando a produção de energia elétrica renovável caía, a tecnologia de armazenamento agora está se tornando barata e rápida o suficiente para fazer diferença no funcionamento do sistema. Os custos médios dos sistemas de armazenamento de energia caíram cerca de 75% entre 2018 e 2025, segundo a BloombergNEF, e devem cair mais 25% até 2035.

Com 90% de sua matriz elétrica renovável e convivendo há mais de dois anos com cortes de geração eólica e solar por restrições na transmissão elétrica, o Brasil tem tudo para se beneficiar bastante com sistemas de armazenamento e, assim, reduzir a demanda por combustíveis fósseis. No entanto, o primeiro leilão de baterias (BESS) está atrasado. Prometido para abril, continua sem data, informa a eixos.


Fonte: Climainfo



quarta-feira, 11 de março de 2026

Coreia do Norte pretendia enviar bomba nuclear ao Irã antes da guerra com EUA e Israel

 MUNDO

Ex-conselheiro de Trump descreveu a relação de Teerã e Pyongyang como uma ameaça de proliferação da guerra

Imagem reprodução : Terra


O Irã estava a três dias de receber uma bomba nuclear da Coreia do Norte quando os Estados Unidos e Israel atacaram o regime. A informação foi confirmada por John Bolton, advogado e ex-conselheiro de segurança nacional de Donald Trump, em entrevista ao jornal The Sun.

Segundo o especialista, o programa nuclear iraniano sofreu danos significativos na primeira onda de ataques, em 28 de fevereiro.

Bolton descreveu relação de Teerã e Pyongyang como uma “ameaça de proliferação” da guerra. Com o estoque de armas acabando, o regime poderia recorrer aos aliados. “Os laços entre a Coreia do Norte e Irã, tanto no que diz respeito a mísseis balísticos quanto à questão nuclear, são bastante reais”, disse o advogado.

“Vamos encarar os fatos: no eixo China-Rússia que está se formando agora, o Irã e a Coreia do Norte são dois atores isolados, e, portanto, a cooperação entre eles é muito ameaçadora.”


Estoque de armas do Irã Enquanto Trump promete aumentar as ofensivas contra o Irã, especialistas alertam que o regime está a poucos dias de zerar o estoque de lançadores de mísseis. De acordo com o jornal, caso o país mantenha o ritmo atual de desgaste, Teerã não poderá mais lançar mísseis balísticos de lançadores móveis até o final desta semana. Nesta segunda-feira (9), o presidente dos Estados Unidos afirmou nas redes sociais que pretende atacar “vinte vezes mais forte” caso os iranianos bloqueiem o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz.



R7