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quarta-feira, 11 de março de 2026

Comissão aprova pedido ao STF de transferência de Bolsonaro para domiciliar

BRASIL

Requerimento aprovado na Comissão de Segurança Pública cita preocupação com saúde do ex-presidente, mas decisão final cabe ao Supremo

Imagem reprodução Jovem Pan 

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) um requerimento que solicita ao Supremo Tribunal Federal (STF) a análise da transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para prisão domiciliar. A proposta foi incluída em uma votação conjunta de requerimentos e acabou aprovada em bloco pelo colegiado. 

O pedido foi apresentado pelo deputado Osmar Terra (PL-RS), ex-ministro do governo Bolsonaro. No documento, o parlamentar afirma que há preocupação com o estado de saúde do ex-presidente e pede que o Supremo avalie medidas que garantam atendimento médico considerado adequado.



Fonte: InfoMoney

sábado, 27 de dezembro de 2025

PF prende Felipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, após tentativa de fuga de Silvinei Vasques

BRASIL

Martins foi condenado a 21 anos por tentativa de golpe de EstadoEx-assessor de Bolsonaro está preso por viagem que não existiu Imagem: Gazeta do Povo



A Polícia Federal cumpre novos mandados contra investigados na trama golpista. A defesa do advogado Felipe Martins, ex-assessor de assuntos internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), comunicou que o corréu teve medidas cautelares convertidas em prisão domiciliar preventiva. Felipe Martins foi condenado a 21 anos por tentativa de golpe de Estado.

Segundo apurou a CNN com integrantes da PF, outros mandados estão sendo cumpridos sob sigilo, por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

As ações ocorrem um dia após a prisão do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques, também condenado no processo que marca a resposta do Judiciário aos ataques do 8 de janeiro de 2023 às instituições democráticas.


FONTE: Midiamax

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Manifestação em Brasília pede liberdade a Bolsonaro e aprovação da anistia

 BRASIL

Ato ocorreu nas imediações do Museu Nacional, com baixíssima adesão de políticos com mandato, para cobrar liberdade para Bolsonaro

     Imagem Reprodução Portal Acre Notícias 

Uma manifestação em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reuniu dezenas de apoiadores na tarde deste domingo (30/11), em Brasília. O grupo pediu liberdade para o líder da direita e demais condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação na trama golpista.


Metrópoles 




terça-feira, 25 de novembro de 2025

Bolsonaro pede ao STF nova visita de Michelle

POLÍTICA

Solicitação será analisada pelo ministro Alexandre de Moraes

FOTO REPRODUÇÃO PORTAL TERRA DA LUZ


O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu nesta terça-feira (25) autorização para receber uma segunda visita da esposa, Michelle Bolsonaro. A solicitação será avaliada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Bolsonaro está preso preventivamente, desde o último sábado (22), na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.




Em atualização.

CNN

sábado, 22 de novembro de 2025

Bolsonaro é o 4º ex-presidente do Brasil preso. Relembre outros casos

BRASIL

Jair Bolsonaro foi preso e se junta a Temer, Lula e Collor






Jair Bolsonaro, Fernando Collor, Michel Temer e Lula  • José Luiz Tavares/Futura Press/Estadão Conteúdo ; Pedro França/Agência Senado; UAMY BEYDOUN/AGIF e Ricardo Stuckert/PR


Jair Bolsonaro (PL), que já cumpria prisão domiciliar desde agosto, foi preso preventivamente pela PF (Polícia Federal) na manhã deste sábado (22).

Desde a redemocratização do Brasil (a partir de 1985), quatro ex-presidentes foram presos: Luiz Inácio Lula da SilvaMichel TemerFernando Collor de Mello e Jair Bolsonaro. 
Todos os casos de prisão ocorreram quando os envolvidos já haviam deixado o cargo de Presidente da República. 
  • Luiz Inácio Lula da Silva: Foi preso em abril de 2018, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato (caso do triplex do Guarujá). Sua condenação foi posteriormente anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou o ex-juiz Sergio Moro parcial no caso.
  • Michel Temer: Foi preso preventivamente em março de 2019, em uma investigação sobre corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações.
  • Fernando Collor de Mello: Foi preso pela primeira vez em 1993, durante o processo de impeachment, sob acusação de corrupção passiva. Em 2023, foi novamente preso após ser condenado pelo STF por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato.
  • Jair Bolsonaro: Foi preso em novembro de 2025, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, em uma investigação que apura uma suposta organização criminosa responsável por tramar um golpe de Estado para mantê-lo no poder. 
  • Além desses, outras figuras que ocuparam a presidência em períodos anteriores, como a República Velha ou a Ditadura Militar, também enfrentaram prisões, por razões políticas ou em outros contextos, elevando o número total para cerca de dez ex-presidentes se considerada toda a história republicana.



Trump ao saber da prisão de Jair Bolsonaro: ‘Isso é muito ruim’

 MUNDO

Ao conversar com a imprensa neste sábado (22), o presidente americano não quis se estender ao ser perguntado sobre a notícia

Imagem  reprodução CNN

O presidente americano Donald Trump recebeu com sinal de chateação a notícia de que Jair Bolsonaro havia sido preso no Brasil. O correspondente da RECORD em Washington, Mathias Brotero questionou o mandatário sobre a detenção do ex-presidente brasileiro.

Primeiro, Trump disse que não estava sabendo. Perguntou se era verdade, balançou a cabeça e respondeu: “Isso é muito ruim”.

Bolsonaro foi preso por volta das 6h da manhã deste sábado (22) em sua casa. O mandado de prisão é preventivo em cumprimento a decisão do STF. A decisão ainda não marca o início do cumprimento da pena de reclusão por condenação pela trama golpista.

Moraes, que assinou a decisão, alegou uma suposta tentativa de violação da tornozeleira eletrônica às 0h08. O ministro apontou que o ex-presidente pretendia fugir durante a manifestação convocada pelo filho Flávio Bolsonaro.

Mais cedo, Martin De Luca, representante da Trump Media e da plataforma Rumble, criticou a detenção em publicações no X. “Alexandre de Moraes ultrapassou esse limite há muito tempo, mas hoje ultrapassou-o a toda a velocidade”, escreveu.

“Enquanto a equipe de Lula tenta desesperadamente reconstruir a confiança com os EUA, Moraes faz todo o possível para provar por que foi sancionado em primeiro lugar”, apontou.

A situação do ex-presidente Bolsonaro foi um dos motivos apontados por Trump para a aplicação de sanções no Brasil. Em julho, em uma carta enviada ao presidente Lula, o americano anunciou uma taxa de 50% contra produtos brasileiros importados pelos EUA. No texto, a medida foi justificada, em parte, por causa do que Trump chamou de “caça às bruxas” a Bolsonaro.


R7

Bolsonaro é preso preventivamente pela PF por ordem de Moraes

 POLÍTICA 

PF entendeu que ato poderia gerar aglomerações e representar riscos para participantes, agentes policiais e para o próprio réu. Medida foi decretada neste sábado (22).



Imagem Reuters



A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada neste sábado (22), foi para garantir a ordem pública. A decisão ocorreu após o filho dele, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), convocar uma vigília no condomínio em que o ex-presidente mora e estava detido em prisão domiciliar, em Brasília.

A vigília chamada por Flávio previa aglomeração de apoiadores na frente do condomínio para protestar contra prisão de Bolsonaro por golpe de Estado.

A PF avaliou que o ato poderia gerar grandes aglomerações e representava risco para participantes, agentes policiais e o próprio réu, segundo informações obtidas pelo blog.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar uma trama golpista na tentativa de permanecer no poder, apesar da derrota nas urnas em 2022. Ele estava em prisão domiciliar desde 4 de agosto, acusado pela Justiça de atrapalhar as negociações.

O comboio que transportava o ex-presidente chegou à sede da Polícia Federal às 6h35. Após os trâmites iniciais, Bolsonaro foi levado para a sede  Superintendência da PF, onde ficará em uma sala  de Estado — espaço reservado para autoridades como presidentes da República.

Até a última atualização desta reportagem, ele passava por exame de corpo de delito. Agentes do Instituto Médico-Legal (IML) foram até o local para realizar o procedimento e evitar exposição desnecessária.



quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Ministro Fux pede transferência da Primeira para a Segunda Turma do STF


BRASIL

Movimento ocorre após discussões internas e pode tirar o ministro das próximas fases do julgamento da trama golpista

Foto: Andressa Anholete/STF



O ministro Luiz Fux pediu à Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) para ser transferido da Primeira Turma para a Segunda Turma da Corte. O pedido foi formalizado nesta terça-feira (21) e, se aprovado, pode retirar Fux das próximas etapas do julgamento dos réus da trama golpista de 2022, conduzido justamente pela Primeira Turma.
A transferência está prevista no artigo 19 do Regimento Interno do Supremo, que permite a mudança entre colegiados, desde que haja vaga disponível e o pedido parta do ministro mais antigo do grupo, condição que Fux preenche.

A decisão final cabe ao presidente do STF, Edson Fachin, que deve analisar o pedido nos próximos dias.

quinta-feira, 16 de outubro de 2025

Moraes reabre investigação contra Bolsonaro sobre suposta interferência na PF

 POLÍTICA

Retomada de inquérito atende pedido da PGR; investigação estava paralisada desde maio

IMAGEM REPRODUÇÃO UOL



O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), acolheu o pedido do procurador-geral da República, Paulo Gonet, nesta quinta-feira (16) e mandou a PF (Polícia Federal) fazer investigações complementares sobre a suposta interferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na corporação.

No pedido feito ao ministro, Gonet solicita ao ministro que a PF esclareça possíveis relações entre a investigação do inquérito com outras petições que tramitam no Supremo, como da suposta estrutura paralela montada na Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e no GSI (Gabinete de Segurança Institucional).

Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes manda a PF fazer as investigações complementares e que as envie para a PGR. Após isso, o procurador-geral deverá apresentar uma manifestação no prazo de 15 dias.

A investigação estava paralisada desde que a PF apresentou uma manifestação a favor de arquivamento para a PGR. Em maio, Moraes pediu manifestação do Ministério Público Federal.

Investigação

A investigação foi aberta após o ex-ministro da Justiça e agora senador Sergio Moro (União-PR) falar publicamente que via com preocupação a troca de comando da PF pelo então presidente, em 2020.

Em maio deste ano, Moraes pediu para a Procuradoria se manifestar sobre a investigação em relação ao relatório da PF e um eventual arquivamento do inquérito.

"Não obstante a apresentação de relatório conclusivo pela Autoridade Policial e de requerimento de arquivamento pelo parquet [PGR], a análise dos autos indica a necessidade de realização de diligências complementares, para possibilitar um juízo adicional e mais abrangente sobre os fatos investigados", argumenta o procurador-geral no pedido.


CNN



quarta-feira, 8 de julho de 2020

Jair Bolsonaro toma hidroxicloroquina em vídeo e diz: ‘Está dando certo’

BRASIL
Mesmo admitindo que o medicamento não tem eficácia comprovada, o chefe do Planalto foi às redes sociais e disse que está bem
Jair Bolsonaro toma hidroxicloroquina em vídeo e diz: 'Está dando ...
Presidente Jair Bolsonaro Facebook/Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em vídeo divulgado nas redes sociais no começo da noite desta terça-feira, 7, que o tratamento contra o coronavírus “está dando certo” e tomou um comprimido de hidroxicloroquina.Mesmo admitindo que o medicamento não tem eficácia comprovada, o chefe do Planalto disse que está bem: “Estou tomando aqui a terceira dose de hidroxicloroquina. Estou me sentindo muito bem. Estava mais ou menos no domingo, mal na segunda-feira… Mas hoje, terça, estou muito melhor do que sábado. Então… Com toda certeza está dando certo”.


”Sabemos que hoje em dia existem outros remédios que podem ajudar a combater o coronavírus, sabemos que nenhum tem a sua eficácia cientificamente comprovada, mas mais uma pessoa que está dando certo”, completou, fazendo uma referência a si próprio logo após tomar um copo de água para engolir o medicamento. “Eu confio na hidroxicloroquina, e você?”, perguntou.

Bolsonaro confirmou que o teste que fez para saber se havia contraído a Covid-19 deu positivo. O presidente relatou ter tido febre de 38 graus e dores no corpo. Ele também disse que fez uma radiografia e que o pulmão “estava limpo”. Jair Bolsonaro tem 65 anos e faz parte da faixa etária considerada por especialistas como grupo de risco.

FONTE: VEJA

segunda-feira, 16 de março de 2020

Na Paulista e DF, apoiadores de Bolsonaro atacam Congresso e STF e chamam coronavírus de 'mentira'

POLÍTICA

Adriano Machado/Reuters
Presidente Jair Bolsonaro em protesto no Palácio do Planalto em Brasília
 Simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro em ato na avenida Paulista neste domingo (15) desafiaram a pandemia de coronavírus e se concentraram em frente à sede da Fiesp (federação das indústria). Grande parte dos manifestantes é de idosos, grupo de risco da doença. Parte do público usa máscaras.
A manifestação ocorre apesar de Bolsonaro ter sugerido adiamento dos atos e apesar de os grupos de direita em São Paulo terem desmobilizado a organização - apenas o Movimento Direita Conservadora levou caminhão de som à Paulista.
O clima de conflagração e de convocação permaneceu, o que acabou levando pessoas à Paulista. O próprio Bolsonaro participou do ato em Brasília e estimulou as manifestações pelo país neste domingo.
O tom da manifestação na Paulista é de protesto contra o Congresso e o Judiciário. Cartazes pedem intervenção militar e AI-5. Do caminhão de som, o grito "intervenção" foi puxado.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o presidente do STF, Dias Toffoli, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foram alvos. Houve gritos pedindo a prisão deles.
O coronavírus foi chamado de "mentira" por líderes que discursaram no caminhão de som. Eles insinuavam que a doença foi usada como desculpa por Doria e pelas autoridades para cancelar a manifestação e questionaram por que o Carnaval não foi cancelado --no Carnaval a pandemia não estava declarada pela OMS (Organização Mundial da Saúde).
No caminhão, o coronavírus era chamado de "comunavírus". O MDC lançou máscaras com a bandeira do Brasil para os manifestantes.
A princípio, a Prefeitura de São Paulo havia determinado que a avenida Paulista não fosse fechada para pedestres como ocorre todo domingo. A ideia era evitar aglomeração em meio à pandemia de coronavírus.
A Polícia Militar, no entanto, fechou a via por volta de meio-dia, quando os manifestantes começaram a se concentrar na Fiesp.
O MDC, responsável pelo caminhão de som, estacionou o veículo na alameda Pamplona na esquina com a Paulista e passou a pressionar a PM para liberar a entrada do caminhão na avenida.
As pessoas endossaram a pressão e chegaram a cercar policiais, mas líderes do MDC colocaram panos quentes: "pessoal, vamos aplaudir a PM, eles estão apenas cumprindo ordens".
Um líder chegou a dizer no caminhão que estava realizando "um ato de desobediência civil pacífica".
Nos arredores da Paulista, a concentração de policiais militares era alta, semelhante ao efetivo visto em dias de manifestações previamente acordadas com o poder público.
No caminhão do Movimento Direita Conservadora, na esquina da Paulista, um líder pediu espaço no veículo para que a equipe da Record pudesse subir. "A Record está com a gente ou não está?", gritou, recebendo aplausos do público.

FolhaPress