Ex-conselheiro de Trump descreveu a relação de Teerã e Pyongyang como uma ameaça de proliferação da guerra
O Irã estava a três dias de receber uma bomba nuclear da Coreia do Norte quando os Estados Unidos e Israel atacaram o regime. A informação foi confirmada por John Bolton, advogado e ex-conselheiro de segurança nacional de Donald Trump, em entrevista ao jornal The Sun.
Segundo o especialista, o programa nuclear iraniano sofreu danos significativos na primeira onda de ataques, em 28 de fevereiro.
Bolton descreveu relação de Teerã e Pyongyang como uma “ameaça de proliferação” da guerra. Com o estoque de armas acabando, o regime poderia recorrer aos aliados. “Os laços entre a Coreia do Norte e Irã, tanto no que diz respeito a mísseis balísticos quanto à questão nuclear, são bastante reais”, disse o advogado.
“Vamos encarar os fatos: no eixo China-Rússia que está se formando agora, o Irã e a Coreia do Norte são dois atores isolados, e, portanto, a cooperação entre eles é muito ameaçadora.”
Estoque de armas do Irã Enquanto Trump promete aumentar as ofensivas contra o Irã, especialistas alertam que o regime está a poucos dias de zerar o estoque de lançadores de mísseis. De acordo com o jornal, caso o país mantenha o ritmo atual de desgaste, Teerã não poderá mais lançar mísseis balísticos de lançadores móveis até o final desta semana. Nesta segunda-feira (9), o presidente dos Estados Unidos afirmou nas redes sociais que pretende atacar “vinte vezes mais forte” caso os iranianos bloqueiem o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz.
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