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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Papa Leão recebe líder da oposição na Venezuela no Vaticano

MUNDO

Encontro com María Corina Machado não havia sido incluído em aviso prévio à imprensa; Vaticano não forneceu detalhes sobre a reunião



O papa Leão XIV (esq.) recebe a líder da oposição venezuelana María Corina Machado no Vaticano. 12/01/2026 - (Vatican Media/AFP) 

O papa Leão XIV se reuniu no Vaticano nesta segunda-feira, 12, com a líder da oposição venezuelana e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado. 
De acordo com seu partido, a ex-deputada pediu que o pontífice intercedesse pela libertação dos cerca de mil presos políticos detidos na Venezuela e pelo avanço rápido de uma transição para a democracia em seu país. “Hoje tive a bênção e a honra de poder ter uma troca com Sua Santidade e expressar nossa gratidão por sua atenção ao que está acontecendo em nosso país. Também lhe transmiti a força do povo venezuelano, que permanece firme e em oração pela liberdade da Venezuela, e pedi que intercedesse por todos os venezuelanos que continuam sequestrados e desaparecidos”, comentou María Corina, que também se reuniu com Pietro Parolin, secretário de Estado da Santa Sé (o diplomata foi núncio apostólico na Venezuela entre 2009 e 2013). Ela lidera a oposição da Venezuela desde 2023, quando venceu as primárias para disputar o pleito de julho do ano seguinte contra Nicolás Maduro. 


Fonte: VEJA 



domingo, 4 de janeiro de 2026

Venezuelanos ao redor do mundo comemoram a prisão de Maduro

MUNDO

Operação norte-americana realizada neste sábado (3) na Venezuela culminou na prisão do ditador e de sua esposa


Venezuelanos em Doral, na Flórida, celebram captura de Nicolás Maduro pelos EUA em operação realizada em 3 de janeiro de 2026  • Reuters

Membros da comunidade venezuelana em Doral, na Flórida, se reuniram em frente ao El Arepazo, um restaurante popular em um posto de gasolina, para celebrar a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pelos EUA neste sábado (3).

Em uma postagem nas redes sociais nesta madrugada, o presidente Donald Trump disse que os EUA atacaram a Venezuela e depuseram Maduro na intervenção mais direta de Washington na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989.

Vestindo as cores da bandeira venezuelana, o povo aplaudiu, acenou cartazes e cantou o hino nacional do país.

"Hoje, a justiça está sendo feita. Justiça está sendo feita para todos os venezuelanos que deixaram nosso país para demonstrar quem somos", disse Kirvin Suárez, membro da grande comunidade venezuelana de Doral.

Antes das greves da noite anterior, os EUA haviam acusado Maduro de administrar um "estado narco-estadual" e de fraudar a eleição de 2024, que a oposição afirmou ter vencido de forma esmagadora.

Fonte: CNN











sábado, 3 de janeiro de 2026

Maduro foi capturado por 'tropa de elite' do exército dos EUA; Venezuela diz não saber paradeiro do presidente

 MUNDO

Segundo Donald Trump, líder venezuelano foi retirado do país por via aérea junto com a esposa. Vice-presidente da Venezuela pediu prova de vida do casal.




A captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro na madrugada deste sábado (3) foi realizada por equipes da Delta Force, uma tropa de elite do exército norte-americano.

A informação foi dada pela CBS News, dos EUA, que cita um oficial do exército.

A Delta Force tem como missões lidar com contraterrorismo, resgate de reféns, ações diretas e de reconhecimento, muitas vezes contra alvos de "alto valor".

O governo venezuelano não sabe o paradeiro do presidente Nicolás Maduro nem de sua esposa, Cilia Flores, afirmou a vice-presidente Delcy Rodríguez na manhã deste sábado, em um áudio exibido pela TV estatal.

De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. O presidente não informou para onde Maduro e a mulher foram levados.

Trump afirmou ainda que mais detalhes sobre a operação serão apresentados durante uma coletiva de imprensa marcada para as 13h, horário de Brasília.


G1

domingo, 9 de novembro de 2025

Lula viaja à Colômbia para marcar posição sobre Venezuela

MUNDO

Presidente brasileiro deixou a COP em Belém para discursar em reunião esvaziada e defender a autonomia regional em meio à tensão entre EUA e Venezuela


Lula participa de cúpula de líderes de esquerda com a União Europeia na Colômbia 
(Foto: Reprodução do canal gov.br no Youtube)


presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega na manhã deste domingo (9) a Santa Marta, na Colômbia, para participar da cúpula da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos) com a União Europeia.

O encontro, que começa às 10h (horário local), acontece praticamente sem chefes de Estado.

Além do colombiano Gustavo Petro, presidente da Celac e anfitrião do evento, apenas Lula participa como chefe de Estado. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, cancelou sua presença.

Estarão presentes Antonio Costa, presidente do Conselho Europeu, o primeiro-ministro da Jamaica, da Croácia, o da Finlândia, o dos Países Baixos, o de Portugal, além dos primeiros-ministros de Barbados e Belize, e o vice-presidente de Cuba.

Cerca de 60 delegações, representadas por ministros e chanceleres de países da América Latina, do Caribe e da União Europeia, também irão, mas não seus chefes de Estado. Entre elas, estão Venezuela, Cuba, Haiti, Barbados, Belize, República Tcheca, Espanha, Croácia, Finlândia, Países Baixos e Portugal.


Lula deixou Belém às 7h, em plena COP, para fazer o bate-volta à Colômbia, decisão que evidencia o peso político que o tema ganhou para o Brasil. O encontro ocorre a poucos quilômetros do Mar do Caribe, região onde navios de guerra dos Estados Unidos foram posicionados nas últimas semanas, elevando as tensões com o governo de Nicolás Maduro.

Na sessão plenária, Lula deve defender o princípio da paz e da não intervenção, mas sem se alinhar diretamente a Caracas.


Segundo fontes, o presidente quer marcar posição em defesa da soberania da América do Sul e da solução pacífica de controvérsias, evitando transformar o discurso em ato de solidariedade a Maduro.

O Brasil teme que uma escalada militar no Caribe provoque instabilidade na região e uma nova crise humanitária nas fronteiras. Para o governo, o papel do país é reafirmar a autonomia da América Latina diante das pressões externas e preservar o diálogo com todas as partes.

Após a plenária, Lula retorna a Belém para retomar sua participação na COP30.


sábado, 1 de novembro de 2025

Trinidad e Tobago coloca exército em ‘alerta geral’ após crise entre EUA e Venezuela

 INTERNACIONAL 

A medida foi aplicada em meio à mobilização militar ordenada por Trump no Caribe


Trinidad e Tobago colocou suas Forças Armadas em “alerta geral” e convocou suas tropas de volta aos quartéis em meio à crescente crise entre a Venezuela e os Estados Unidos envolvendo o envio de navios de guerra americanos para o Caribe.

Washington enviou oito navios da Marinha dos EUA para o Caribe em agosto como parte de uma operação declarada para combater o narcotráfico. Em seguida, enviou caças F-35 para Porto Rico e agora um grupo de ataque de porta-aviões está a caminho da região.

A Venezuela considera a operação uma “ameaça” de uma “mudança de regime”.

“Alerta máximo: Com efeito imediato, as Forças de Defesa de Trinidad e Tobago (TTDF) estão em NÍVEL DE ALERTA UM. Todos os membros devem se apresentar em suas respectivas bases”, diz a mensagem enviada nesta sexta-feira (31/10) pelas Forças Armadas de Trinidad e Tobago a todos os oficiais. A polícia, por sua vez, cancelou “todas as autorizações de saída”.

Os agentes foram instruídos a se apresentar em suas respectivas bases às 18h (horário local) desta sexta-feira. “A todos é fortemente aconselhado que façam os preparativos necessários com suas famílias e concluam todos os preparativos pessoais para o confinamento”, acrescentou o texto.

“Precaução”

Oficiais de alta patente realizaram reuniões a portas fechadas durante várias horas na sexta-feira, enquanto todos os soldados receberam ordens para retornar às suas bases.

Segundo um oficial superior das TTDF, o alerta é uma medida de precaução destinada a garantir a plena prontidão operacional diante da incerteza no cenário de segurança regional.

O alerta provocou pânico em Porto de Espanha, capital do país, onde muitos correram às lojas para comprar alimentos e a postos de gasolina para abastecer.

O governo de Trinidad e Tobago pediu calma, afirmando estar “em contato ativo com a Embaixada dos Estados Unidos da América em Porto de Espanha”.

“De acordo com as informações recebidas, não há motivo para preocupação da população. Portanto, todos os cidadãos são instados a manter a calma”, declarou o governo de Trinidad e Tobago em um comunicado à imprensa.

Ataques?

Os Estados Unidos lançaram uma campanha de ataques no início de setembro contra embarcações supostamente envolvidas no tráfico de drogas no Caribe e no Pacífico Leste, que deixou pelo menos 62 mortos e destruiu 14 navios e um semissubmersível.

O envio de tropas americanas ocorreu pouco depois de Washington acusar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de chefiar cartéis de drogas.

Maduro rejeita as acusações e afirma que os Estados Unidos buscam uma mudança de regime para se apropriar das riquezas da Venezuela.

Nesta semana, a Venezuela denunciou uma “provocação militar” após Trinidad e Tobago receber a visita do navio de guerra USS Gravely, entre domingo e quinta-feira, para exercícios conjuntos com os Estados Unidos.

Em seu ponto mais próximo, Trinidad e Tobago fica a 11 quilômetros da Venezuela.

Contudo, o presidente Donald Trump declarou na sexta-feira que não planeja nenhum ataque contra a Venezuela.

“Não”, respondeu Trump quando um repórter a bordo do Air Force One o questionou sobre notícias de que estaria considerando uma ofensiva contra a Venezuela. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, transmitiu a mesma mensagem em resposta a um artigo do jornal Miami Herald afirmando que as forças de Washington estavam prontas para atacar o país sul-americano.

“Suas ‘fontes’, que alegam ter ‘conhecimento da situação’, os induziram ao erro, levando-os a escrever uma notícia falsa”, afirmou Rubio em uma publicação no X.

Duas semanas atrás, Trump disse ter autorizado operações clandestinas da CIA em território venezuelano e mencionou que estava considerando possíveis ataques terrestres contra cartéis de drogas.


Deutsche Welle

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Caso Carvajal: Trump e o dossiê que pode destruir a esquerda na América Latina

 MUNDO

Imagem reprodução Jornal da Cidades


Enquanto a "grande mídia" nacional se esforça em um silêncio ensurdecedor, um tsunami de revelações promete varrer o pântano da corrupção que sustenta regimes como o de Lula, Maduro e Petro. A população de bem que anseia pela queda da cleptocracia latino-americana pode respirar tranquila: a justiça, por enquanto a americana, está em movimento, e a podridão desse sistema está prestes a implodir.

 

O pivô dessa explosão é Hugo "El Pollo" Carvajal, ex-chefe de inteligência de Hugo Chávez, hoje sob custódia nos Estados Unidos e cantando como um canarinho. Suas denúncias não são meros boatos; elas vêm municiadas de provas documentais que ligam o Partido dos Trabalhadores (PT) de Lula diretamente ao dinheiro sujo da corrupção e do narcotráfico venezuelano.

 

A relação Lula-PT-Crime Organizado

 

A jornalista investigativa Elisa Robson, que acompanha o caso de Carvajal desde sua extradição, trouxe à tona o que a mídia brasileira insiste em esconder: Carvajal confirmou que a estatal petrolífera venezuelana PDVSA financiou ilegalmente as campanhas de Lula no Brasil, Kirchner na Argentina, Evo Morales na Bolívia e Gustavo Petro na Colômbia.

 

O mais grave: Carvajal, que era o braço direito de Chávez e tem profundo conhecimento das entranhas do regime, disse, sem meias palavras, que "Lula é um criminoso como Nicolás Maduro". Ele não está apenas falando; ele está disposto a entregar todas as provas que corroboram seu testemunho, tudo sob o olhar atento e a monitoração do Departamento de Justiça dos EUA.

 

Essa é a confissão de uma das figuras centrais da rede de poder chavista, expondo como o "socialismo do século XXI" era, na verdade, uma gigantesca lavanderia de dinheiro e um pacto de impunidade, unindo figuras como Lula, Petro, Kirchner e Evo Morales.

 

A senadora americana Maria Elvira Salazar cravou em seu perfil no X: "Eu sempre disse: o chavismo não é uma ideologia, é uma rede internacional de corrupção." O dinheiro do petróleo venezuelano, roubado enquanto o povo passava fome, era o combustível para "comprar poder e influenciar toda a região".

 

A panela de pressão Trump-EUA-Petro

 

Se a bomba de Carvajal visa o passado corrupto de Lula e o PT, a pressão externa se intensifica sobre o presente corrupto de Lula. A declaração contundente do Presidente dos EUA, Donald J. Trump, chamando o presidente colombiano Gustavo Petro de "Líder do Tráfico", e ameaçando cortar subsídios e fechar "campos de extermínio" (de drogas), cria um precedente perigosíssimo para toda a "facção criminosa" da esquerda latino-americana.

 

A ligação é direta: a rede de corrupção denunciada por Carvajal inclui Petro, e a ameaça de sanções e ações diretas dos EUA contra o regime colombiano, por sua conivência com o narcotráfico, é um sinal de que a tolerância americana para esses "aliados" do crime organizado atingiu o limite.


O silêncio cúmplice e a esperança na justiça externa


Não espere ver as manchetes da "Folha" ou do "Jornal Nacional" repercutindo essas notícias com a devida gravidade. O esforço para blindar Lula, o PT e a esquerda brasileira é fenomenal. O motivo é óbvio: esse é o escândalo mais perigoso para o regime, pois a prova do elo entre a alta política da esquerda brasileira e o crime organizado internacional está sendo entregue a uma corte estrangeira, imune às manobras e à impunidade que infelizmente imperam na justiça nacional.

 

Enquanto a justiça brasileira segue o seu "ritmo" lamentável, a justiça americana age. A Lei Magnitsky, que permite sanções severas contra indivíduos envolvidos em corrupção e violações de direitos humanos, paira como uma espada sobre a cabeça de Lula e seus asseclas.

 

O regime que se julga inatingível será derrubado, não pelo que a imprensa local diz, mas pelo que a justiça externa irá provar. A certeza de que todos os crimes dessa facção virão à tona e a pressão de Washington sobre seus "parceiros" do crime organizado renova a esperança da população de brasileira.

 

O castelo de areia do "socialismo do século XXI" está rachando, e o dinheiro sujo, que o sustentou, será a causa de sua queda estrondosa. 


Que venha a luz! 

(Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 21/10/2025)


FONTE: BRASILAGRO

domingo, 19 de outubro de 2025

EUA realizam novo ataque contra barco no Caribe suspeito de levar drogas

MUNDO

Secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que embarcação era afiliada a uma organização terrorista colombiana

(Foto: Elizabeth Frantz/Reuters)

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, anunciou neste domingo (19) que o país realizou um ataque na sexta-feira (17) contra um navio que autoridades de inteligência americanas acreditavam estar envolvido com o tráfico ilegal de drogas no Caribe.

Hegseth escreveu em uma publicação no X que a embarcação era afiliada a uma organização terrorista colombiana e tinha "quantidades substanciais de narcóticos" a bordo. Ele disse que os três homens a bordo foram todos mortos e que nenhuma força americana ficou ferida.


Este é o sétimo ataque conhecido de uma série de ataques recentes das Forças Armadas dos EUA contra embarcações que, segundo o governo Trump, estão envolvidas com o tráfico de drogas. O ataque ocorre dias após outro ataque a um suposto barco de drogas, que, segundo a CNN, pareceu ser a primeira vez em que um ataque não matou todos a bordo.

"Esses cartéis são a Al-Qaeda do Hemisfério Ocidental, usando violência, assassinato e terrorismo para impor sua vontade, ameaçar nossa segurança nacional e envenenar nosso povo", escreveu Hegseth. "As Forças Armadas dos Estados Unidos tratarão essas organizações como os terroristas que são — elas serão caçadas e mortas, assim como a Al-Qaeda."


CNN



Lula pretende fazer apelo a Trump para que não intervenha na Venezuela, dizem auxiliares

 INTERNACIONAL 

Imagem reprodução Infomoney


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) planeja comentar a crise na Venezuela no encontro presencial com Donald Trump, ainda sem data marcada. Em meio à escalada das tensões entre Washington e Caracas, auxiliares de Lula afirmam que o presidente brasileiro pode usar um tom de alerta sobre a situação.

Lula quer deixar claro a Trump que uma intervenção militar americana na Venezuela irá desestabilizar toda a região, criando um cenário mais propício para as atividades de narcotraficantes.

Na quarta-feira (15), o presidente Donald Trump afirmou ter autorizado operações secretas da CIA em território venezuelano e disse estar estudando ataques terrestres contra cartéis do país.

Para o governo de Nicolás Maduro, trata-se de uma agressão que busca promover uma mudança de regime para se apoderar do petróleo venezuelano.

Nas últimas semanas, os militares norte-americanos executaram ataques na região contra embarcações supostamente dedicadas ao narcotráfico. Os ataques mataram pelo menos 27 pessoas.

Intervenção militar

A tensão na região preocupa o Palácio do Planalto. Fontes ouvidas pela reportagem, no entanto, não acreditam que Trump ordenaria uma intervenção militar na Venezuela, por ser um ato incoerente com um desejo do mandatário norte-americano de receber o Nobel da Paz.

No encontro que pretende ter ainda este ano com Trump, Lula deseja tentar convencê-lo de que as ações na Venezuela podem provocar um efeito contrário aos objetivos mencionados por Washington.

De acordo com fontes diplomáticas, o Brasil tem sido cauteloso por não ter ainda total clareza dos objetivos e das intenções da Casa Branca com a Venezuela. Também há dúvidas se Caracas e Washington mantêm algum canal de diálogo.

O Brasil admite atuar como mediador da crise desde que seja manifestado o desejo de ambas as partes. Até o momento, o governo brasileiro não postulou cumprir esse papel.

Para auxiliares de Lula, o cenário mais provável é de um conflito de “baixa intensidade”, com ações pontuais de Washington para pressionar e sabotar o regime de Maduro, estimulando uma reação popular dos opositores.

O governo brasileiro não crê numa invasão territorial ou numa operação coordenada por forças americanas para capturar Maduro, a exemplo do que os Estados Unidos fizeram no Panamá em 1989, contra o então presidente Manuel Noriega.