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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

PF deflagra operação contra fraude bancárias em Goiânia, Brasília e São Paulo

BRASIL

Estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e três de prisão temporária, além de oito buscas e apreensões em endereços ligados aos alvos nas três cidades

FONTE:  Mais Goiás |
PF deflagra operação contra fraude bancárias em Goiânia, Brasília e São Paulo
Polícia Federal (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil).


domingo, 11 de fevereiro de 2018

Crimes cibernéticos atingem 62 milhões no Brasil em 2017

FRAUDES

Prejuízo financeiro no país chegou a R$ 22 bilhões em 12 meses, segundo levantamento da Norton

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FOTO: LEO FONTES   >>Perigos. Brasil foi segundo país com mais perdas financeiras envolvendo crimes cibernéticos; Felipe Lima teve sua imagem roubada

No Brasil, 62 milhões de consumidores foram vítimas de crimes virtuais em 2017, gerando prejuízo de cerca de R$ 22 bilhões em 12 meses, segundo pesquisa feita em 20 países pela Norton Symantec, empresa de soluções de segurança na internet. O Brasil ficou atrás apenas da China. “Aqui, os ataques mais comuns são dispositivos infectados por vírus, fraude no cartão de crédito, senha comprometida (de e-mail ou rede social), vazamento de informações confidenciais e fraudes em compras online, como phishing (páginas falsas que simulam sites oficiais de e-commerce)”, explica o especialista em segurança da Symantec, Nelson Barbosa.
A servidora pública Angélica Machado, 42, perdeu R$ 700 tentando comprar um celular em fevereiro do ano passado. “Fui inocente em um anúncio que vi no Facebook. O celular estava um pouco mais barato, então achei que era uma oferta”, conta. Angélica só percebeu que era uma fraude quando o aparelho não chegou e ela entrou em contato com a loja verdadeira. “Quando me disseram que a compra não existia, percebi que tinha caído no golpe”, diz.
As fraudes não envolvem apenas prejuízos financeiros. Segundo a pesquisa, cada vítima brasileira perdeu, em média, mais de 30 horas lidando com as consequências após a descoberta do golpe. O farmacêutico e modelo Felipe Augusto Lima, 25, foi informado por um amigo de um perfil falso que usava sua foto em uma rede social da qual ele não fazia parte. “Por motivos profissionais, mantenho fotos públicas no Facebook e no Instagram, mas fui surpreendido com o perfil falso”, relata.
Barbosa salienta que um dos riscos de ter as contas das redes sociais invadidas é o hábito do brasileiro de usar a mesma senha em vários sites. “Uma conta de rede social invadida é a porta de entrada para outras invasões que podem gerar prejuízo”, explica Barbosa. Segundo a pesquisa da Norton, cerca de 25% das vítimas de ataques cibernéticos no país usaram a mesma senha online em todas as contas e 65% compartilham a mesma senha para um dispositivo ou conta com outra pessoa.
O músico Rodrigo Eisinger, 38, não usa mais internet banking porque um vírus infectou seu computador e clonou a página de seu banco. “Quando o site começou a pedir dados diferentes do normal, liguei para o banco e consegui evitar que a conta fosse invadida. Depois disso, nem usei mais internet banking, nem no computador, nem no celular”, conta.
“O brasileiro tem uma propensão a adotar novas tecnologias, mas acabamos falando pouco sobre segurança digital, o que aumenta o risco de fraude”, avalia o coordenador do MBA em Marketing Digital da FGV, Andre Miceli.
No mundo
Prejuízo. A pesquisa da Norton, em 20 países, aponta que no ano passado 978 milhões de consumidores foram atingidos por crimes cibernéticos, com prejuízo total de US$ 172 bilhões.

 

Uma fraude a cada 33 compras

As lojas virtuais brasileiras sofreram uma tentativa de fraude a cada cinco segundos em 2017, de acordo com levantamento feito pela empresa Konduto. O estudo envolveu 40 milhões de transações e mostrou que a cada 33 compras uma é alvo de fraude.
“O cartão de crédito clonado é o principal tipo de golpe sofrido pelos e-commerces do país”, afirma o diretor de marketing da Konduto, Felipe Held. Segundo ele, nem sempre a tentativa se concretiza, já que as empresas utilizam sistemas antifraudes ou os valores são estornados pela operadora do cartão. “O cartão de crédito ainda é a forma mais segura de comprar pela internet, porque, se o consumidor pagar um boleto falsificado, o banco não consegue devolver o dinheiro”, explica.
Em Brasília, por exemplo, o Ministério Público (MP) instaurou um inquérito e recomendou que a Netshoes entre em contato com os quase 2 milhões de clientes afetados pelo vazamento de dados pessoais. Segundo o MP, o incidente afetou dados de cartão de crédito ou senhas.

 

Vírus podem sequestrar dados e preocupam empresas

Os ransomwares, vírus desenvolvidos por hackers que sequestram informações e cobram resgate por elas, serão o grande desafio dos setores de TI das empresas em 2018, segundo o diretor executivo da Reposit Tecnologia, Leonardo Barros. “As empresas devem manter pelo menos dois backups fora do ambiente de rede, que é vulnerável ao ransomware”, diz o analista de prevenção a ataques cibernéticos da Reposit, Henrique Ribeiro. “É importante investir em treinamento dos funcionários para que eles não cliquem em links suspeitos”, explica.
A Reposit aponta que, no país, mais de 1.100 computadores foram infectados por ransonwares em 2017, a maioria composta por máquinas de pequenas e médias empresas, além de operações em grandes organizações como Petrobras, INSS e o Hospital Sírio-Libanês.

FONTE:O TEMPO

terça-feira, 18 de julho de 2017

TECNOLOGIA


Ataques para tirar sites do ar no 

Brasil crescem 138% em 2016


Páginas falsas de bancos e lojas eletrônicas foram ataques que cresceram em relação a 2015.



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Em um ataque de negação de serviço, um hacker controla computadores para sobrecarregar um servidor. No entanto, às vezes os acessos dos próprios usuários já é suficiente para derrubar o serviço. (Foto: Arte/G1) 

 

O que é? O que é? Centenas de máquinas acessam um site ao mesmo tempo. Poderiam ser fãs do Coldplay ou U2 tentando comprar ingressos. Mas o assunto é um ataque de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês). Essa tentativa continuada de acesso é feita para derrubar um site.

Esse tipo de investida cresceu 138% em 2016, informou nesta segunda-feira (17) o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Segurança no Brasil (CERT.br), organização que acompanha incidentes de segurança no mundo virtual brasileiro.

  • ENTENDA como funciona um ataque deste tipo
  • Brasil é o 2º país mais contaminado por vírus que ataca câmeras

Durante o ano passado, o CERT.br recebeu 60.432 notificações de máquinas que se envolveram em algum ataque de DDoS, quase 10% de todos os incidentes virtuais registrados.

A maior parte deles eram equipamentos da “internet das coisas”, em que dispositivos interagem uns com os outros por meio da internet. Mal configurados, esses aparelhos são infectados com um malware que os integra a uma rede zumbi. A partir daí, passam a ser controlados à distância por criminosos que ordena que acessem de forma artificial o sistema a ser sobrecarregado.

O número de ataques de negação de serviço cresceu, enquanto caiu em 10% a quantidade de notificações de incidentes de segurança, para 647 mil.


Ataques cibernéticos no Brasil em 2016

País registrou 647 mil incidentes de segurança, 10% a menos que em 2015.

G1

es reportados de janeiro a dezembro 59,Fonte: Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERTOutro tipo de incidente que cresceu foram os casos de páginas falsas de bancos e páginas de lojas eletrônicas. Esses incidentes subiram 3O ataque mais comum em 2016 continuou sendo as varreduras, em que redes de computadores são vistoriadas para que interessados em cometer ataques saibam quais máquinas estão ativas, quais serviços são executados e qual brecha nelas podem ser aproveitadaComo são um preparativo para ataques invasivos, as varreduras estão na origem do aumento das investidas por redes zumbis para derrubar sistemas. Os alvos são eletrônicos que conectam outros dispositivos, como modems e roteadores Wi-FiJá as tentativas de fraude, segundo ataque mais cometido no Brasil, caíram 39%, para 102,7 mil.Fonte: G1

 





terça-feira, 11 de julho de 2017

DF

Biometria facial identifica 2 mil 

fraudes em passe livre do DF



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Software compara cadastro com passageiro que utiliza o passe livre indevidamente (Foto: Secretaria de Mobilidade/Reprodução)



O sistema de biometria facial, em fase de testes desde maio deste ano, identificou 2 mil fraudes em uso indevido do Passe Livre Estudantil no Distrito Federal. Os equipamentos que fotografam os estudantes que utilizam o benefício estão instalados em dez ônibus da linha 110, que faz o trajeto da Rodoviária do Plano Piloto até a Universidade de Brasília (UnB).
Para a Secretaria de Mobilidade, o número é expressivo, já que a fraude foi identificada em “apenas dez ônibus”, sendo que a frota do DF possui 2,7 mil veículos. De acordo com a pasta, 1,3 mil estudantes já foram notificados e tiveram o benefício suspenso. 

Técnicos do DFTrans analisam cadastros de estudantes e imagens produzidas por biometria (Foto: Tony Winston/Agência Brasília)
Técnicos do DFTrans analisam cadastros de estudantes e imagens produzidas por biometria (Foto: Tony Winston/Agência Brasília)

Os cartões são bloqueados dez dias após a notificação enviada pelo DFTrans. A partir do aviso, os estudantes precisam procurar o órgão para dar explicações e se defender. O DFTrans abrirá ainda um processo administrativo contra quem usar o passe livre de forma ilícita e ainda será registrado boletim de ocorrência na Polícia Civil.
O número de irregularidades representa 11% do total de cadastros no passe livre: 17.574 estudantes. De acordo com a secretaria, 95 mil cartões usados irregularmente foram bloqueados desde o ano passado.
Estudantes que atenderem aos requisitos poderão solicitar o benefício novamente após seis meses – período que os cadastros ficam bloqueados, de acordo com a legislação. 

A previsão da Secretaria de Mobilidade é que outros aparelhos de biometria sejam instalados nos ônibus do DF para ampliar a tecnologia ao longo deste ano. O equipamento é instalado acima do validador de cartões (veja foto acima).
A imagem produzida é encaminhada, por meio de um software, que compara com a foto do cadastro do estudante no DFTrans. Se identificada alguma irregularidade, os técnicos da autarquia tomam as providências necessárias, de notificação e suspensão do benefício.


 
 G1