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quinta-feira, 16 de outubro de 2025

Dia Mundial da Alimentação: Proteína animal é base da segurança alimentar no Brasil

MUNDO

Consumo per capita de carne de frango, carne suína e ovos segue em expansão e consolida protagonismo da produção nacional na oferta de alimentos acessíveis e nutritivos

IMAGEM CANAL RURAL 





O Brasil ocupa posição de destaque no cenário global quando se trata de segurança alimentar. E grande parte desse protagonismo se deve ao papel das proteínas animais produzidas no país, especialmente a carne de frango, a carne suína e os ovos, que são a base da alimentação diária de milhões de brasileiros. É o que destaca a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em celebração ao Dia Mundial da Alimentação, comemorado nesta quarta-feira (16).

Segundo projeções da ABPA, o consumo per capita de carne de frango deverá alcançar 47,4 quilos por habitante em 2025, o segundo maior patamar da série histórica. O número reforça o papel da avicultura como a principal fonte de proteína animal na dieta dos brasileiros — uma proteína acessível, versátil e de elevado valor nutricional.

Na carne suína, o consumo deverá atingir 18 quilos por habitante em 2025, em linha com os maiores índices já registrados no país. O produto, cada vez mais presente na mesa dos brasileiros, tem se consolidado como uma alternativa equilibrada em termos nutricionais e competitiva em preço.
Já o consumo per capita de ovos deverá crescer 7,1% neste ano, alcançando 288 unidades por habitante — número que colocará o Brasil, pela primeira vez, entre os 10 maiores consumidores de ovos do mundo. A expectativa para 2026 é ainda maior: 306 ovos por habitante, com novo crescimento projetado de 6,3%.

“O acesso diário a proteínas animais de qualidade é um dos pilares da segurança alimentar do país. A carne de frango, a carne suína e os ovos estão presentes em todas as regiões, em diferentes faixas de renda, com preços acessíveis e elevado valor biológico. E, mais do que alimentos, representam saúde, nutrição e dignidade à mesa de milhões de brasileiros”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Para garantir a oferta crescente e sustentável desses alimentos, o setor investe continuamente em ganhos de produtividade, inovação tecnológica, gestão eficiente dos recursos naturais e redução de desperdícios ao longo de toda a cadeia produtiva. São avanços que viabilizam uma produção mais inteligente e resiliente, com menor pegada ambiental e maior capacidade de atender à demanda interna em expansão.

“Com esses esforços, a avicultura e a suinocultura do Brasil cumprem duplo papel: fornecem proteína segura e acessível à população brasileira e contribuem com a segurança alimentar de mais de 150 países, consolidando o país entre os maiores produtores e consumidores de proteína animal do mundo”, completa o presidente da ABPA.

ASCOM ABPA



domingo, 12 de outubro de 2025

Cosméticos pet ganham espaço e viram aliados da saúde animal

PETS

Shampoos, brumas, balms e até protetores solares estão conquistando os corações dos tutores

REPRODUÇÃO CHÁCARA PET 

mercado pet brasileiro não para de crescer e a tendência agora é o cuidado com a pele e o pelo dos animais.

Shampoos, brumas, balms e até protetores solares estão conquistando espaço nas prateleiras (e nos corações) dos tutores. Mas, segundo Caroline Ramalho, cofundadora da Tudodvet, essa revolução vai muito além da estética.

Atualmente, a cosmética veterinária se consolidou como parte essencial do cuidado preventivo. De acordo com o Instituto Pet Brasil, o segmento de higiene e beleza animal cresceu mais de 13% em 2023, movimentando R$ 2,5 bilhões  e continua  em expansão.

“Antes vistos apenas como itens de estética, esses produtos agora são reconhecidos como ferramentas de saúde”, afirma Caroline.  “A pele é o maior órgão do corpo e a principal barreira protetora contra agentes externos.”

Os cosméticos, muitas vezes, são desenvolvidos com ingredientes biotecnológicos e bioativos inspirados na cosmética humana, como centella asiática, arnica e extratos fermentados, além do uso da nanotecnologia para aplicação veterinária segura.

“A incorporação do animalzinho ao núcleo familiar é tão profunda que já se fala em famílias multiespécie”, explica Caroline.  “Esse vínculo emocional impulsionou o consumo de produtos e serviços voltados ao bem-estar e à longevidade dos animais.”


FONTE: CANAL PET