domingo, 26 de março de 2023

Brasil tem 50 frigoríficos aptos a exportar para China e quer aval para habilitar novos

 MERCADO

Outros 120 exportadores estão preparando documentação, em processo de cadastramento e inspeção.

FOTO: REPRODUÇÃO SAFRAS E MERCADOS

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apresentou, a pedido do governo chinês, uma lista com 50 frigoríficos brasileiros que já cumpriram requisitos sanitários exigidos para ingressar no mercado asiático e aguardam a habilitação para começar a exportar carne para o país.

Ao mesmo tempo, o ministro Carlos Fávaro levou aos chineses um pleito para que o Brasil possa usar o mecanismo de pre-listing, uma espécie de listagem prévia, que acelera a autorização para a exportação. Esse modelo de “fast-track” elimina etapas burocráticas feitas pela aduana da China e poderia aumentar o fluxo de exportações.

Atualmente, somente as autoridades agrícolas e sanitárias dos Estados Unidos têm aval similar e aplicam o modelo, conforme representantes do governo brasileiro. Os norte-americanos são responsáveis por coletar documentos, inspecionar e habilitar os frigoríficos exportadores em seu território, seguindo as exigências dos chineses. Esse trabalho é reconhecido pelos chineses. O modelo pre-listing dispensa avaliação final por parte de autoridades de Pequim.

Segundo técnicos do Mapa, é como se os chineses dessem um voto de confiança às autoridades sanitárias do Brasil e reconhecessem os procedimentos do sistema de inspeção adotados no País, para que os frigoríficos se adequem aos requisitos de exportação exigidos. Nesse modo usado pelos EUA, e desejado pelo Brasil, quem habilita o frigorífico é o país exportador.

Atualmente, quando um frigorífico brasileiro manifesta interesse em vender seus produtos no mercado chinês, ele precisa passar por algumas etapas técnicas: preenchimento e envio ao Mapa de formulários com informações requisitadas pela China; verificação de conformidade pelo Mapa; videoauditoria na planta exportadora; cadastramento de dados e documentos no sistema chinês digital, conhecido como “janela única”; validação das informações pelo Mapa; e finalmente o envio para checagem da autoridade aduaneira, a GACC (General Administration of Customs China). Nessa última fase, os chineses podem requisitar mais informações ou mesmo uma auditoria, até mesmo presencial. E não há prazos garantidos.

Dada a burocracia, o Mapa passou a apresentar ao governo chinês “lotes” de frigoríficos que já estavam com os procedimentos realizados, à espera de habilitação. O critério era ordem cronológica de início do processo, o que gerava uma longa espera. Os pedidos eram atendidos em tempo discricionário da China.

Nos últimos anos, segundo técnicos da pasta, os chineses passaram a pedir nos bastidores que o ministério deixasse de enviar pedidos de habilitação dos exportadores de carne. Isso coincidiu com um distanciamento político no governo Jair Bolsonaro, provocações ideológicas e incidentes diplomáticos com a China.

Com o uso da pre-listing, o tempo de espera entre a solicitação de exportação e a habilitação se reduz, porque o próprio governo brasileiro se encarregaria de avaliar se todos os requisitos estão cumpridos. A China ficou os últimos quatro anos sem habilitar nenhuma planta no Brasil. Não haveria também necessidade de envio de blocos de frigoríficos para análise final dos chineses.

A liberação almejada, porém, ainda deve demorar, conforme expectativa de técnicos do ministério. “É importante, estamos conversando. Mas é passo a passo”, diz Fávaro. “Estamos num modelo quase da pre listing, quando eles pediram que enviássemos todos os 50 frigoríficos aptos. Mas a decisão é deles ainda. Os americanos só apertam o botão. Nós não temos ainda.”

Desta vez, o governo chinês pediu ao Brasil que fizesse o levantamento de uma só vez de todos os frigoríficos com documentação e inspeções resolvidas, aguardando a liberação das autoridades chinesas. Isso gerou expectativa de uma liberação sem precedentes. Os 50 já foram apresentados aos chineses, conforme Fávaro. O governo brasileiro agora aguarda a decisão, mas evita falar em números, para não jogar pressão sobre as negociações.

Outros 120 exportadores estão preparando documentação, em processo de cadastramento e inspeção.

Desde 2019, segundo o ministro e empresários, nenhum novo frigorífico havia sido habilitado a exportar para a China. Nesta semana, após reunião com seu homólogo chinês, Fávaro anunciou a derrubada do embargo geral da exportação de carne bovina brasileira à China. A suspensão estava em vigor desde fevereiro, por causa de um caso atípico de mal da vaca louca. No mesmo dia, o governo chinês também confirmou a habilitação de quatro novas unidades de carne bovina e a reabilitação de uma de carne bovina e outra de frango, num total de seis.

“É a primeira vez que habilitamos estabelecimentos exportadores durante a missão oficial. Nunca houve isso”, disse Fávaro. Para não pressionar os chineses, ele evitou dizer quantos mais espera que possam ser autorizados, mas disse que há 50 em igualdade de condições de serem selecionados pela China.

Além do uso da pre listing, o governo brasileiro quer mudar o protocolo de suspensão das exportações, quando um caso de vaca louca é descoberto. Assinado em 2015, ele prevê o embargo geral de todo o embarque de carne do País para a China. Os brasileiros querem que a suspensão recaia somente sobre uma região onde o caso foi detectado. Eles argumentam que nunca se verificou no Brasil um caso transmissível da doença, que levasse risco a humanos. O protocolo prevê o envio de carne somente de animais abatidos até os 30 meses de idade, mais uma precaução contra a vaca louca – esse critério não é exigido de vizinhos como a Argentina.

Executivos de frigoríficos brasileiros compõem a maior parte da delegação empresarial na China. São ao menos 43 na comitiva oficial reconhecida pelo ministério. Eles aguardam pela mudança no procedimento de habilitação, entre outros pleitos.

A China é o principal destino da carne brasileira. No caso de bovinos, as exportações são concentradas em carne culinária e ingrediente, para uso na indústria e consumo final. Já os Estados Unidos e a Austrália vendem mais cortes nobres de churrasco.


FONTE: Estadão Conteúdo

Casa da Mulher Brasileira vai chegar a todas as capitais do país

 DIREITOS HUMANOS

Ministra das Mulheres fala neste domingo ao programa Brasil em Pauta

Foto: Leo Rizzo/SPM



Até o final do atual governo, cada capital vai contar com uma unidade da Casa da Mulher Brasileira. Cidades do interior também vão receber a instituição. A informação é da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, em entrevista ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil.

A entrevista completa vai ao ar a partir das 22h30 deste domingo (26).

A Casa da Mulher Brasileira é um espaço com serviços especializados para os mais diversos tipos de violência contra as mulheres. Entre os atendimentos estão acolhimento e triagem, apoio psicossocial, delegacia, Juizado, Ministério Público, Defensoria Pública, alojamento de passagem, entre outros.

“A instituição é uma marca que veio e traz segurança para a mulher em situação de violência. Ela virou uma marca real de enfrentamento à violência contra as mulheres no país, então todos os municípios, todas as mulheres a tem como referência”, destacou a ministra.

Serão 40 novas casas da Mulher Brasileira que vão se somar às sete já existentes. A iniciativa faz parte do relançamento do programa Mulher Viver sem Violência, que vai também disponibilizar 270 viaturas para a Patrulha Maria da Penha e para delegacias da Mulher, além de fazer a reestruturação da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, serviço que registra e encaminha denúncias de violência aos órgãos competentes.

Na entrevista, a ministra fala das ações do governo federal apresentadas no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Entre as 25 medidas estão o envio de um projeto de lei ao Congresso Nacional que determina a igualdade salarial, entre homens e mulheres. O projeto prevê fiscalização e multa para quem paga salário menor para mulheres.

“Nós também vamos ter, na área de educação, o relançamento do programa Mulheres Mil. Vamos, este ano ainda, [ter] 20 mil mulheres sendo qualificadas para o mercado de trabalho, prioritariamente na área de inclusão digital”, ressaltou.


FONTE: AGÊNCIA BRASIL




Dom Antonio de Marcos é apresentado novo Bispo Auxiliar de Brasília

BRASÍLIA

Na manhã de hoje, 25 de março, o Cardeal Arcebispo de Brasília, Dom Paulo Cesar Costa presidiu a Santa Missa Solene de Apresentação do novo Bispo auxiliar de Brasília, Dom Antonio de Marcos. A celebração aconteceu na Catedral Metropolitana de Brasília. Estiveram presentes Dom Raymundo Cardeal Damasceno, vigário geral da Arquidiocese, do Bispo auxiliar, Dom José Aparecido, Bispo auxiliar, Dom Marcony Vinícius, Arcebispo Militar do Brasil, Mons. Denilson Geraldo, bispo eleito auxiliar, diáconos, religiosos, seminaristas e toda a comunidade.

Durante a celebração, Dom Paulo Cezar destacou o importante do trabalho da igreja na vida das pessoas, principalmente daqueles mais necessitados, e fez questão de acolher o novo Bispo auxiliar, Dom Antonio de Marcos: ”Sinta que Brasília agora é sua cassa, sinta que aqui é sua família, estamos todos aqui apara te acolher, para que você se sinta em casa, que você possa servir a igreja se sentindo em casa. Um homem que quer servir,  quer fazer da sua vida um dom de amor, um dom de serviço. Olhe sempre para Maria, a tenha sempre como a servidora da excelência, como esse grande exemplo de vida.”

Já Dom Antonio de Marcos reiterou seu comprometimento em ajudar  naquilo que aprouver a Vontade de Deus e o mandato da sua Santa Igreja. ”Se somos pares no mesmo grau da Graça, recebendo eu de suas mãos a sucessão apostólica, faço-me, antes, servo vosso. Do mesmo modo, eminência, coloco-me, embora irmão vosso, a serviço da pastoral dessa Arquidiocese. Estou em suas mãos, porque sei e confio plenamente que, antes de tudo, vossa eminência está nas mãos de Deus. Nossa missão é, convosco, assim nos comprometemos, construir unidade, comunhão e participação pela libertação e salvação do povo de Deus.”

 

Confira o discurso de Dom Antonio de Marcos na íntegra. 

Peço a licença a cada um para saudar à

Sua Eminência Reverendíssima, Dom Paulo Cezar Cardeal Costa, Arcebispo Metropolitano desta tão querida arquidiocese, que nos acolhe em sua Catedral, presidindo essa belíssima celebração;

(À Sua Eminência Reverendíssima, Dom Raymundo Cardeal Damasceno, vigário geral dessa Arquidiocese e membro do Colégio Cardinalício da Santa Igreja);

À Sua Excelência Reverendíssima, Dom José Aparecido, irmão no episcopado e Bispo Auxiliar desta Igreja Arquidiocesana (em quem saúdo aos demais irmãos bispos aqui presentes);

(À sua reverendíssima, mons. Denilson Geraldo, bispo eleito titular de Lamsorti e auxiliar de Brasília, que em breve receberá a plenitude do sacerdócio);

(Ao reverendíssimos padre Eduardo Vinícius de Lima Peters, vigário geral dessa arquidiocese);

Ao Reverendíssimo padre Agenor Vieira, Cura dessa Catedral Metropolitana, em quem saúdo a cada um dos reverendíssimos padres aqui presentes;

Aos reverendos diáconos, aos religiosos e seminaristas;

Às excelentíssimas autoridades civis e militares aqui presentes, a todos que acompanham essa celebração, aqui ou de casa, pelos meios de comunicação, minha efusiva saudação e bênção da parte do Senhor.

 

Chegando a essa Arquidiocese, peço licença para entrar em vosso meio, não como turista que passa, com os quais já estais acostumados, mas como peregrino que aqui estabelece sua tenda e faz sua morada. Ao olhar para os meus colegas de infância, os pares da mesma idade que eu, meus irmãos biológicos eu os vejo já com crianças no colo, não já mais seus filhos, mas seus netos. Ao mirar essa realidade, e ver ao que Nosso Senhor me chama, lembro-me da vocação de Abraão que, embora já ancião, fora chamado a sair de Ur dos Caldeus em busca da Terra Prometida. Vejo, ainda, a vocação mosaica que, na velhice, fora condutor de um grande povo, apesar da sua limitação física, da sua incapacidade de falar, como havia anteposto ao desígnio benevolente do Libertador. Ao mesmo tempo, olho pra mim, olho para aquilo a que Nosso Senhor me chamou. Eu, que estava ávido em, terminando meu mandato como reitor, ganhar uma paróquia nos rincões extensos da diocese de São Carlos e ali, com toda a minha vitalidade, que procede do Espírito, doar-me e gastar minha vida junto ao povo, recebi de Deus, por mercê do Santo Padre, o chamado para estar entre vós, não como um padre, mas agora como Bispo. Venho como Abraão, venho como Moisés, venho com minhas dificuldades e misérias para ser instrumento da Salvação e da Misericórdia do Deus fiel que nos chamou.

Eu que não almejara senão ganhar um pequeno povo, que me fizera tanta falta nos anos em que fui reitor, ganhei a missão e o mandato apostólico de auxiliar Dom Paulo Cardeal Costa na condução desse enorme povo da tão querida e importante arquidiocese de Brasília. Confesso-vos que, aflito, pensei que não chegaria aqui. Mas, agora que estou entre vós, repito insistente o que escolhi por lema para o meu ministério: “Teu povo é o meu povo”. Em minha ordenação episcopal, há exatamente um mês atrás, em horário símile a esse, sua eminência, o Cardeal Costa, dizia em seu brilhante sermão que somos pastores-rebanho, porque apascentamos o rebanho do único Pastor, Nosso Senhor. É isso que almejo e a isso me comprometo diante de nosso irmão no episcopado, o Arcebispo dessa grei tão numerosa: dar razões à fé, isto é, auxiliá-lo a orientar o rebanho ao único redil de Nosso Senhor. Não anseio outra coisa, senão ser promotor, convosco, da unidade e da sinodalidade. Unidade essa que só se constrói pelo Divino Espírito Santo, dos quais somos instrumentos.

Nesta manhã, celebramos a anunciação do Arcanjo à Santíssima Virgem Maria. Ao FIAT de Nossa Senhora, Nosso Senhor encarnou-se em seu ventre. Não foi mágica, não foi ilusão, não é história: é mistério! Esse mistério sublime de Deus que se encarna no seio duma Virgem, Sua criatura. A Segunda Pessoa Adorável da Santíssima Trindade, sendo pessoa divina, quis fazer-se pessoa humana, e encarnou-se no dia de hoje. A vida estava lá, desde o exato segundo do assentimento de Nossa Senhora, Deus fez-se homem. Hoje chego nessa arquidiocese, não como seu pastor, mas como auxiliar dele. Hoje chego nessa importante capital, nesse distrito, no Grande Paço Nacional, para fazer o que aprendemos de Nossa Senhora no evangelho de hoje: “Eis aqui a serva, o servo, do Senhor.”

Não vim para fazer minha vontade, não vim para adequar-vos aos meus desejos, não vim parar galgar mais altos degraus. Vim, simples e obedientemente, para fazer a Vontade de Deus.

A cada um de vós, meus irmãos bispos, presbíteros, diáconos, religiosos, seminaristas, leigos e autoridades civis, peço que me ajudem a ser servo do Senhor. A cada um de vós, ainda, conclamo a que sejais servos desse mesmo Senhor. Suportemos tudo, abracemos a Divina Vontade, sejamos sinais luminosos no mundo onde crescem as trevas. O FIAT, isto é, o SIM de Nossa Senhora deve ser o nosso modelo, nossa escola, nosso mandato, nosso jeito de viver. De que forma vencemos a cultura da banalidade, contra a qual sempre nos exorta nosso arcebispo? Penso, que somente pela cultura do sentido. Só é banal o que não faz sentido, o que não confere sentido vital. Só dá sentido, só confere esse elã vital aquilo que não é banal. Eis, meus irmãos caríssimos, o sentido para cada um de nós: “Faça-se em mim a Tua Vontade”.

A Vontade de Deus é Boa, Justa e Verdadeira, conferindo-nos sentido e Beleza. Se Santo Agostinho já dissera que “se me amedronta o que sou para vós, consola-me o que sou convosco”, não há outra explicação pelo nome que recebemos da Graça Baptismal: cristãos. Servidores de Cristo; Arautos de sua Boa-Nova; Companheiros em sua caminhada; apóstolos e discípulos, enfim: novo Povo de Deus, servos de sua vontade amorosa. Que ao chegar a aurora do amanhecer do novo mundo, quando vier Nosso Senhor em sua glória, encontre-nos, Ele, disponíveis e recolhidos num constante cantar, num hino sem fim, numa prontidão Marial que, a cada batida do coração, diz a Deus: “Amo-Vos, Adoro-Vos, Busco-Vos: Eis aqui seu servo, faça-se o Teu Querer Supremo”.

Termino essa minha saudação, reiterando meu comprometimento à sua Eminência de auxiliá-lo naquilo que aprouver a Vontade de Deus e o mandato da sua Santa Igreja. Se somos pares no mesmo grau da Graça, recebendo eu de suas mãos a sucessão apostólica, faço-me, antes, servo vosso. Narra a história que, quando indagado por um dos seus filhos da recém fundada congregação salesiana sobre como devia ser seu proceder, São João Bosco tomou de seu bolso direito um lenço e, amassando-o, disse: “é assim que te quero nas minhas mãos. Sem resistência à vontade de Deus”. Do mesmo modo, eminência, coloco-me, embora irmão vosso, a serviço da pastoral dessa Arquidiocese. Estou em suas mãos, porque sei e confio plenamente que, antes de tudo, vossa eminência está nas mãos de Deus. Nossa missão é, convosco, assim nos comprometemos, construir unidade, comunhão e participação pela libertação e salvação do povo de Deus.

A cada um de vós, entre os quais temos os presbíteros, diáconos, religiosos, seminaristas, autoridades civis, pais e mães, catequistas, missionários, e toda a ordem de vocações no coração da Igreja faço esse convite: disponibilidade ao Pastor. Disponibilidade ao apelo e mandato de Deus. Sejamos servos, humildes, entregues, prontos, disponíveis. De que forma o faremos? “Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra!” Amemos, interpelo-vos, à Palavra de Deus. Leiamos, rezemos, ouçamos, vivamos, procuremos, estejamos sedentos a essa Palavra de Salvação, Palavra de Vida, Palavra de Redenção.

Dando afetuoso preito de gratidão e amor à Diocese de São Carlos, que desde a fonte baptismal me tem acompanhado, hoje, membro do Colégio Episcopal, faço-me convosco, povo arquidiocesano de Brasília, servidor de Cristo. Estou convosco, estou no meio de vós, sou, a partir de agora, membro de vossa família de almas porque escolhi dizer a Deus o SIM, e repetir insistente em meu temeroso e receoso coração: “Teu povo é o meu povo”, Senhor. Assim seja! Obrigado!


FONTE: ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA


ChatGPT é vilão ou oportunidade no mundo do trabalho?

TECNOLOGIA


Imagem divulgação

Você já deve ter ouvido falar no ChatGPT. A tecnologia mais alardeada do momento é um chatbot criado para simular conversas com capacidade de responder a uma quantidade colossal de perguntas sobre diferentes assuntos.

A nova ferramenta, desenvolvida pela empresa de pesquisa OpenAI, acendeu um alerta no mundo do trabalho: a inteligência artificial (IA) vai acabar com algumas funções desempenhadas por humanos?

Especialistas consultas salientam que algumas funções sob o guarda-chuva de algumas profissões poderão ser absorvidas pela tecnologia (veja mais abaixo).

“Ao mesmo tempo que pode tomar alguns empregos, o ChatGPT pode ser uma ferramenta poderosa para adiantar processos e liberar tempo para tarefas mais nichadas e que exijam mais do pensamento crítico e criativo das pessoas”, prevê Rebeca Toyama, especialista em estratégia de carreira.

Adaptação é, neste momento, a capacidade mais exigida com a chegada da nova tecnologia, diz Lucas Oggiam, recrutador e diretor executivo da consultoria PageGroup. “Mas isso não quer dizer que vão existir menos vagas de emprego. Significa que o modelo de trabalho de hoje vai se transformar em um outro”.


Novos caminhos

Lançado em 30 de novembro de 2022, o ChatGPT (“Generative Pre-Trained Transformer”) usa a inteligência artificial para “compreender” o que lhe é perguntado e elaborar uma resposta à solicitação baseado em um arcabouço enorme de dados. Essa capacidade faz com que a ferramenta ofereça uma troca similar ao diálogo humano, o que impressiona e, ao mesmo tempo, assusta.


O recurso está aberto para usuários em todo o mundo em uma espécie de teste, enquanto é revisado pela OpenAI. A Inteligência Artificial já ronda o nosso cotidiano em diferentes mecanismos. Exemplos:

O mundo do trabalho foi sacudido por diferentes tecnologias. Lembram-se dos computadores? “Foi um reboliço, mas, duas décadas depois, o computador faz parte da vida de centenas de milhões de pessoas como um item essencial”, diz Toyama.

A especialista adverte: “Tudo é mais fácil de ser analisado olhando pelo retrovisor. No caso do ChatGPT, ainda não é possível dizer com certeza o que vai acontecer, situação que gera muita insegurança entre os profissionais”.

“Precisamos incorporar a tecnologia para saber o valor que ela trará, entendendo melhor os riscos e os efeitos dela no mercado de trabalho. Isso vai levar um tempo e, durante esse processo, as profissões vão se transformando. Algumas poderão realmente ser extintas, como o datilógrafo foi com a chegada do computador”, diz Meylan, da KPMG.

Os especialistas apontam as atividades que poderão ser mais impactadas pelo ChatGPT. Confira:

  • revisão de contratos (na área jurídica);
  • resumo de textos;
  • criação de apresentações;
  • elaboração de relatórios e releases;
  • identificação de bugs em programação;
  • atualização de códigos de programação;
  • processo de compras e pagamentos em empresas;
  • organização da cadeia de distribuição na área de SupplyChain.

Essas funções perpassam várias profissões, como direito, jornalismo, programação, magistério e até engenharia.


Para Toyama, os programadores afetados serão os que estão começando na carreira porque “algumas etapas da área serão automatizadas pela tecnologia”, diz.

Outro grupo que vai precisar se adaptar é o de professores em todos os níveis de ensino, segundo a especialista em carreira. Eles não poderão mais ser apenas “transferidores de conhecimento”.

“O crescimento do estudante como pessoa e profissional não será mais focado no arremesso de informações para que seja decorado. Precisamos de um ensino mais construtivista e que exija cada vez mais pensamento crítico e analítico do aluno”, avalia.

Limitações

A capacidade de raciocínio é crucial para diferenciar o profissional humano das máquinas. “O ChatGPT é um mecanismo de busca, seleção e resumo de conteúdo – e é muito bom. Mas a tomada de decisão é humana. O robô não tem um nível interpretativo”, explica Oggiam.

A tecnologia não entende as nuances da ética, dos cenários comparativos e das associações de contexto. Funciona conforme uma base de dados, sendo treinada dentro de um universo finito, com informações compiladas até 2021.

“Isso significa que tem limitações. Falta diversidade e capacidade de fomentar discussões, afinal, o recurso não traz análises, não tem empatia, nem diversidade. Há coisas que o ChatGPT ainda não endereça e, por isso, é preciso ter discernimento ao utilizá-lo”, afirma Vieira, da Faculdade XP.

Ainda segundo Vieira, a diversidade (gênero, raça e classe social) é o diferencial dos humanos em relação às máquinas. “Quanto mais pluralidade e trabalho em equipe melhor será a nossa capacidade de análise e argumentação em relação à Inteligência Artificial”, complementa.

(Getty Images)

Desafios

Segundo os especialistas consultados, do mesmo modo em que postos de trabalho poderão ser extintos, novas funções e cargos serão criados com o desenvolvimento de diferentes tecnologias.

Oggiam entende que a demanda futura dos RHs será por profissionais que saibam integrar suas habilidades com a Inteligência Artificial. Desse “casamento” surgirão, inclusive, novas funções.

“Mesmo com demissões em massa no setor de tecnologia, as empresas já estão de olho em profissionais que tenham habilidades do ‘futuro’, incluindo expertise dentro de inteligência artificial. Já tem uma demanda para o que se conhece hoje sobre o tema”, afirma o recrutador.



Oportunidades

Considerando um cenário mais otimista, os especialistas acreditam que a chegada do ChatGPT servirá de trampolim para algumas carreiras. Os destaques são:

  • Direito digital (discussões sobre os direitos autorais de produtos criados pelas máquinas devem aumentar);
  • Designer de prompt (profissional que alimenta o ChatGPT com informações);
  • Atendimento (primeiro contato com o cliente via chatbot pode ser mais eficiente, melhora o engajamento ao responder algumas dúvidas simples, mas muito comuns);
  • Marketing (na criação de conteúdo como textos, logo, etc);
  • Engenheiro de dados;
  • Engenheiro de hardware;
  • Cientista de dados;
  • Consultores que implementam sistemas como SAP e Salesforce.

Caminhada com a IA

Com tantas transformações batendo a porta, muitos profissionais devem estar se perguntando: como posso me preparar para manter meu emprego sob o avanço da Inteligência Artificial?

O primeiro passo, dizem os especialistas, é se aproximar da tecnologia. “Quem vai roubar seu emprego não necessariamente é a tecnologia em si, mas o profissional que sabe usá-la. Então, não adianta ignorar que a inteligência artificial está chegando”, afirma Toyama.

“Estude como a inteligência artificial está sendo aplicada. Se você está por dentro do que está acontecendo fica mais fácil observar riscos, além de explorar oportunidades para se realocar em uma outa vaga em vez de perder espaço onde você está”, avalia Vieira, da Faculdade XP.

Toyama sugere também que os profissionais aproveitem o momento para o upskilling em suas carreiras, que é a atualização de habilidades para atender novas demandas.

É producente tratar o ChatGPT apenas como um vilão? A resposta dos especialistas é não. Tudo porque a Inteligência Artificial é um “caminho sem volta em nosso cotidiano”, diz Lucas Oggiam, recrutador e diretor executivo da consultoria PageGroup. “Embora tenhamos mais perguntaas do que respostas neste momento, a ferramenta pode ser utilizada em nosso favor”.


fonte: InfoMoney

Brasil estreia ciclo de Copa do Mundo com derrota pela primeira vez desde 2002

FUTEBOL
Seleção Brasileira foi derrotada pelo Marrocos por 2 a 1 em partida amistosa
Mazraoui chuta diante de Eder Militão na derrota do Brasil para Marrocos Fadel Senna/AFP
O Brasil foi derrotado pelo Marrocos por 2 a 1 em partida amistosa e colecionou uma marca negativa: começar um ciclo de Copa do Mundo com derrota pela primeira vez em mais de 20 anos.

A última derrota da Seleção no primeiro jogo pós-Copa havia sido em 2002, quando a equipe, que acabara de ser campeã do mundo, foi derrotada pelo Paraguai por 1x0.



Veja abaixo as últimas estreias do Brasil em ciclos de Copa do Mundo:


2002 - Brasil 0 x 1 Paraguai

2006 - Noruega 1 x 1 Brasil

2010 - EUA 0 x 2 Brasil

2014 - Brasil 1 x 0 Colômbia

2018 - EUA 0 x 2 Brasil

2023 - Marrocos 2 x 1 Brasil



Fonte: tntsports



Justiça Federal do Paraná é incompetente para investigar plano contra Sergio Moro

BRASIL



O senador Sergio Moro (União Brasil-PR)Imagem: Pedro França/Agência Senado

A Justiça Federal do Paraná não é competente para conduzir a investigação sobre o suposto plano para sequestrar o senador Sergio Moro (União Brasil-PR). Como os delitos em averiguação não seriam praticados devido ao fato de ele ser parlamentar, nem em detrimento de bens, serviços ou interesse da União, o processo cabe à Justiça estadual.

E sequer cabe à Justiça paranaense, mas à paulista. Afinal, foi ela que iniciou a apuração. E os primeiros atos preparatórios para colocar o eventual projeto em prática foram praticados por integrantes do Primeiro Comando da Capital em cidades de São Paulo.

O processo que apura o suposto plano para sequestrar Moro está correndo na 9ª Vara Federal de Curitiba. A assessoria de imprensa da Justiça Federal do Paraná afirmou à revista eletrônica Consultor Jurídico que a competência é federal, e não estadual, porque a vítima é senador. O órgão citou a Súmula 147 do Superior Tribunal de Justiça. A norma estabelece que "compete à Justiça Federal processar e julgar os crimes praticados contra funcionário público federal, quando relacionados com o exercício da função".


Além disso, a assessoria de imprensa sustentou que a investigação tramita em Curitiba por ser o local onde Moro reside e onde o suposto sequestro seria colocado em prática. Os primeiros atos de execução do tal plano ocorreram em dezembro de 2022, quando ele já tinha sido eleito, mas não empossado.

Porém, o fato de Moro ser senador ou ter sido ministro da Justiça — cargo no qual tomou medidas que desagradaram ao PCC, segundo a juíza Gabriela Hardt — não atrai a competência da Justiça Federal, afirma Afrânio Silva Jardim, professor aposentado de Direito Processual Penal da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Ele afirma que o fato de a vítima de crime contra a pessoa — como sequestro ou eventual homicídio, delitos que supostamente poderiam ser praticados contra Moro — ser funcionário público não é hipótese de atribuição do caso a juízes federais, conforme a Constituição.

O artigo 109, IV, da Carta Magna estabelece que compete à Justiça Federal processar e julgar os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens, serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas, excluídas as contravenções e ressalvada a competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral.

Jardim destaca que, no caso de sequestro, tentativa de sequestro ou homicídio, não houve início da execução. E levantar aspectos do cotidiano da eventual vítima não caracteriza começo da consumação do delito. De qualquer forma, seriam crimes praticados contra Sergio Moro pessoa física, não em detrimento de bens, serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas. Portanto, a competência é da Justiça estadual, não da federal, opina o professor.

Se há um delito que já estava sendo praticado, destaca ele, é o de pertencimento a organização criminosa — que é de mera conduta e não tem vítima. Portanto, o fato de Moro ser senador e ter sido ministro da Justiça novamente não torna a Justiça Federal competente para conduzir a investigação.

Nessa mesma linha, Aury Lopes Jr., professor de Direito Processual Penal da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, afirma que não é o caso de aplicação da Súmula 147 do STJ.

"A competência da Justiça Federal seria atraída se o crime fosse praticado contra servidor público no exercício das funções. Tem de ter atualidade do exercício. Ele (Moro) é senador hoje, mas os crimes não têm qualquer relação com isso. Não vejo justificativa para incidência da súmula, tampouco para competência federal. Inclusive, todas as restrições que o STF estabeleceu — na Questão de Ordem na Ação Penal 937 — precisam ser consideradas nessa discussão. Se um crime praticado pelo servidor, após a cessação da prerrogativa, não atrai a atuação do tribunal (ou seja, não tem prerrogativa alguma), isso também se aplica no sentido inverso", avalia Lopes Jr, que é colunista da ConJur.

No caso citado pelo professor, julgado em 2018, o Plenário do STF restringiu o alcance do foro por prerrogativa de função. Para os ministros, parlamentares só têm foro especial se os fatos imputados a eles ocorrerem durante o mandato, em função do cargo. No caso de delitos praticados anteriormente a isso, o parlamentar deve ser processado pela primeira instância da Justiça, como qualquer cidadão. Com o fim do mandato, também acaba o foro privilegiado, fixou a corte.

Paraná ou São Paulo?
A investigação começou na Justiça estadual de São Paulo, estado onde os atos preparatórios para o suposto plano do PCC se iniciaram. Posteriormente, a parte que envolvia Sergio Moro foi cindida e enviada para a Justiça Federal do Paraná.

Se os atos preparatórios para o suposto plano se iniciaram em São Paulo, e a maioria das prisões e buscas e apreensões foi feita nesse estado, o caso deveria correr na Justiça estadual paulista.

Afrânio Silva Jardim menciona que, se a organização criminosa — o PCC — é sediada em São Paulo e começou a planejar o suposto sequestro em cidades paulistas, a competência é da Justiça estadual.

Com relação ao lugar, a competência é definida em função do crime mais grave, cita Aury Lopes Jr.. O suposto plano do PCC envolveria não apenas ataques a Moro, mas também ao promotor do Ministério Público de São Paulo Lincoln Gakiya. Ou seja, crimes de igual gravidade. Aí vale a regra da prevenção, segundo o professor. Assim, o processo deveria permanecer onde foi iniciado — na Justiça estadual de São Paulo, onde continua tramitando a apuração envolvendo o promotor.



Revista Consultor Jurídico


Dilma é eleita presidente do banco dos Brics

MUNDO

Ex-presidente deve tomar posse no cargo no dia 29, durante a viagem do presidente Lula à China.

FOTO: BRAZIL JOURNAL

A ex-presidente da República Dilma Rousseff foi eleita para a presidência do Novo Banco do Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos Brics, nesta sexta-feira (24).

A instituição financeira foi criada em 2014 pelos Brics – bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

O conselho de governadores do banco, formado pelos ministros da Fazenda dos países fundadores do NDB, mais os representantes dos quatro novos integrantes (Bangladesh, Emirados Árabes Unidos, Egito e Uruguai), se reuniram por videoconferência para votar a indicação de Dilma.


A petista foi sabatinada pelas autoridades estrangeiras ao longo deste mês, depois que o NDB comunicou o início da troca de comando. Ela substituirá o diplomata e economista Marcos Troyjo, ex-integrante da equipe do ex-ministro da Economia Paulo Guedes

Indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dilma era candidata única. Ela ficará no cargo para completar o mandato brasileiro, até julho de 2025.

A posse da ex-presidente no cargo deve acontecer na próxima quarta-feira (29), durante a viagem do presidente Lula à China. O presidente adiou sua ida ao país asiático para domingo (26), após ser diagnosticado com uma pneumonia leve.

Dilma volta a cargo público sete anos após impeachment

A eleição de Dilma para o Banco dos Brics marca o retorno da petista a um cargo público, sete anos após ela ter sido afastada da Presidência da República, em decorrência de crimes de responsabilidade.

A ex-presidente teve o impeachment aprovado pela Câmara e pelo Senado pela prática das chamadas “pedaladas fiscais” (atrasos de pagamentos a bancos públicos) e pela edição de decretos de abertura de crédito sem a autorização do Congresso.

O banco dos Brics foi criado após reunião de cúpula dos chefes de Estado, realizada em Fortaleza, em 2014, durante o mandato de Dilma como presidente. Uma das intenções era ampliar fontes de empréstimos e fazer um contraponto ao sistema financeiro e instituições multilaterais como o Fundo Monetário Internacional (FMI). Atualmente, a carteira de investimentos é da ordem de US$ 33 bilhões.

A sede do banco fica num prédio em Xangai, onde Dilma passará a morar e a despachar no novo e moderno edifício construído para abrigar o NDB, inaugurado em 2021.

Com informações do Estadão Conteúdo.



Saúde do DF amplia horário de funcionamento das UBS

DF

Segundo a Secretaria de Saúde, a ampliação foi feita devido ao aumento de pacientes com sintomas de viroses respiratórias

IMAGEM: METRÓPOLES



A partir da próxima segunda-feira (27), as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Distrito Federal vão funcionar até às 22h em dias de semana. De acordo com a Secretaria de Saúde, devido ao aumento no número de pacientes com sintomas de viroses respiratórias, as unidades também vão abrir das 7h às 12h a partir deste sábado (25).

FONTE: R7

STF derruba lei no DF que autoriza parcelamento de multas de trânsito

 DF

Imagem:DETRAN/DF

Supremo Tribunal Federal (STF)derrubou uma lei do Distrito Federal que autoriza o parcelamento de multas de trânsito em até 12 vezes no cartão de crédito. A medida foi considerada inconstitucional pelos ministros.

A lei n° 5.551/2015, de autoria da então deputada distrital Celina Leão (PP) — atual vice-governadora — foi julgada no Supremo por meio do plenário virtual. O relator ministro Ricardo Lewandowski, ao decidir o seu voto, detalhou que a norma invade a competência da União para legislar, apesar de reconhecer a boa intenção de Celina sobre o tema.

“Entretanto, as normas impugnadas na presente ação, sobre possibilidade de parcelamento de multas de trânsito, de efetuação de pagamento por cartão de crédito ou débito, estão eivadas de vício de inconstitucionalidade formal”, justificou o ministro.

A ação para considerar a lei inconstitucional foi movida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2020. À época, os procuradores alegavam que, no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), essa função foi delegada ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) — ligado à União — a competência para normalizar esses procedimentos.


Fonte: Correio Braziliense