Arraiá da Capital: Cidade cenográfica reproduz praça colonial abraçando a tradição junina
Juliana Matos
Uma praça de cidade colonial. Esta foi a inspiração para o projeto de decoração e cenografia do palco do 26º Arraiá da Capital. Foram necessárias cerca de 100 pessoas empenhadas durante cinco dias para realizar toda a decoração da cidade cenográfica.
O projeto foi elaborado pelo presidente da Fundação Municipal de Cultura (FCP), Giovanni Assis, que disse ter se inspirado no resgate de tradições da cultura sertaneja. “A concepção usada no projeto remete a uma cidade colonial do interior do Tocantins que traz desenhos feitos para dar a impressão de que você está no meio de uma pracinha de cidades antigas com coreto ao centro”, explica Assis.
Bandeirolas, painéis e tecidos rústicos, como o chitão, dão o ar festivo e sertanejo à cidade cenográfica. “Tudo foi pensando para lembrar as tradições, a rustidão e a simplicidade do povo sertanejo, que é a origem da nossa cultura junina”, acrescentou o presidente.
A cidade cenográfica está instalada na Vila Olímpica, ao lado do Estádio Nilton Santos. Enquanto de dia, o sol ressalta todos os detalhes coloridos da estrutura, é a partir das 19h20 que todo esse trabalho de ambientação se transforma em um pano de fundo especial para o espetáculo de cores e movimento que o 26º Arraiá da Capital proporciona ao público que admira a tradição das apresentações de quadrilhas juninas de Palmas.
Este ano 20 quadrilhas, do grupo especial e do grupo de acesso, participam do concurso que elege a melhor quadrilha junina de Palmas. As apresentações se iniciaram na última quarta-feira, 27, e seguem até o domingo, 1°, quando será conhecida a quadrilha vencedora do concurso.
(Edição e postagem: Lorena Karlla)
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