Seis hospitais do DF ficam autorizados a atestar mortes e liberar corpos
Serviço era restrito ao Hospital de Ceilândia. Agora, é expandido para hospitais de Santa Maria, Taguatinga, Asa Norte, Sobradinho e Materno Infantil.
Ala do Hospital Regional de Taguatinga, no Distrito Federal (Foto: Tony Winston/GDF)
Seis hospitais do Distrito Federal foram autorizados pelo governo a atestar mortes naturais e liberar os corpos. Antes, o serviço era feito apenas no Hospital de Ceilândia. Agora, é expandido para os hospitais da Asa Norte (Hran), Materno Infantil de Brasília (Hmib), Santa Maria (HRSM), Taguatinga (HRT) e Sobradinho (HRS), das 7h às 19h, em dias úteis.
A medida não afeta o funcionamento em Ceilândia: continua sendo 24 horas por dia. A Secretaria de Saúde é responsável por investigar óbitos naturais (mortes por envelhecimento ou doença). A apuração dos óbitos por morte violenta ou causas externas, como acidentes, homicídios e suicídios, seguem sob responsabilidade da Polícia Civil.
"A expansão visa a melhorar o acesso da população ao serviço, com qualidade e agilidade na liberação dos corpos às famílias, além de fornecer informações epidemiológicas sobre as causas de óbitos no Distrito Federal", afirma a diretora de Vigilância Epidemiológica, Maria Beatriz Ruy.
O Instituto Médico Legal (IML) é o responsável por recolher os corpos decorrentes de morte natural, seja em domicílio ou em via pública. Para óbitos ocorridos na rede privada de saúde, o transporte fica a cargo do hospital solicitante.
Já nos óbitos ocorridos em domicílio e assistidos por equipe médica, à exceção de morte por causa externa, a responsabilidade pela declaração de óbito é do profissional de saúde que acompanhou o caso.
Para o setor, a secretaria promete fazer adequações em hospitais, melhorar o registro de informação dos laudos emitidos e elaborar planos para adquirir equipamentos, insumos e veículos.
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