quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Evento que destaca importância da convivência com o semiárido tem inscrições abertas, em Petrolina

Evento que destaca importância da convivência com o semiárido tem inscrições abertas, em Petrolina

O V Workshop Convivência com o Semiárido contará com palestra, mesa redonda, lançamento de livros, minicursos e apresentação de trabalhos.

A caatinga é um tipo de vegeção presente da região do semiárido. (Foto: Sidney Gouveia, Semarh)A caatinga é um tipo de vegeção presente da região do semiárido. (Foto: Sidney Gouveia, Semarh)
A caatinga é um tipo de vegeção presente da região do semiárido. (Foto: Sidney Gouveia, Semarh)
O semiárido brasileiro e os aspectos que o caracterizam e o envolvem serão debatidos durante o V Workshop Convivência com o Semiárido, que será realizado entre os dias 27 e 29 de novembro no campus da Universidade de Pernambuco (UPE) e na Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), em Petrolina, no Sertão de Pernambuco.
Com o tema 'Educação Interdisciplinar para a Conservação da Biodiversidade do Semiárido´, o evento contará com palestra, mesa redonda, lançamento de livros, minicursos e apresentação de trabalhos. As inscrições custam R$ 20 e já podem ser feitas, presencialmente, no campus da UPE.
“Precisamos valorizar o nosso semiárido”. É o que afirma a professora coordenadora do colegiado de Biologia da UPE e uma das organizadoras do evento, Rosimary de Carvalho Gomes. Para ela, é importante que as pessoas que moram aqui conhecem o local onde vivem. “A proposta é trocar conhecimento [com a comunidade de uma forma geral] sobre o semiárido, para conviver e preservar”, ressaltou.
Durante o workshop, também serão debatidas as ações antrópicas sofridas pela região. “Atualmente, ele [ o semiárido ] tem sofrido ações terríveis, do próprio homem, como o desmatamento, as queimadas, o uso abusivo de agrotóxicos, o que torna o solo infértil. Além dos impactos naturais , como o tempo de estiagem”, disse a professora.
Em sua quinta edição, o evento deve receber um público diversificado: assentados, trabalhadores da agricultura familiar, universitários e professores das redes estadual e municipal.
G1

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