Telmário Mota defende projeto que institui o Dia Livre de Impostos Federais
O senador Telmário Mota (PTB-RR) defendeu projeto de
sua autoria que institui o Dia Livre de Tributos Federais. Ele acredita
que a iniciativa acompanha o anseio da população, que está indignada com
tantos impostos. De acordo com a proposta, a primeira sexta-feira de
fevereiro seria um dia sem cobrança de tributos.
Telmário lembrou que a alta carga de impostos no Brasil já motivou a iniciativa privada a criar o Dia da Liberdade de Impostos, mas, apesar da boa ideia, nem todos os produtos são abrangidos. O senador apresentou dados que apontam o Brasil como o sétimo país no mundo onde mais se trabalha para pagar impostos, o equivalente a 151 dias no ano.
O senador lembrou que á frente do Brasil estão países com alto índice de desenvolvimento humano, como Suécia e Noruega. Para Telmário, além de não ter o mesmo retorno social daqueles que pagam a mesma carga de tributos, os brasileiros ainda não têm a exata noção dos encargos, já que a maioria dos impostos daqui são sobre o consumo.
- Essa forma de tributação mascara o que é arrecadado ao se adquirir determinado produto uma vez que o peso do agravamento acaba disfarçado em seus preços. Assim, principalmente os mais pobres não enxergam o que pagam - disse o senador.
Telmário lembrou que a alta carga de impostos no Brasil já motivou a iniciativa privada a criar o Dia da Liberdade de Impostos, mas, apesar da boa ideia, nem todos os produtos são abrangidos. O senador apresentou dados que apontam o Brasil como o sétimo país no mundo onde mais se trabalha para pagar impostos, o equivalente a 151 dias no ano.
O senador lembrou que á frente do Brasil estão países com alto índice de desenvolvimento humano, como Suécia e Noruega. Para Telmário, além de não ter o mesmo retorno social daqueles que pagam a mesma carga de tributos, os brasileiros ainda não têm a exata noção dos encargos, já que a maioria dos impostos daqui são sobre o consumo.
- Essa forma de tributação mascara o que é arrecadado ao se adquirir determinado produto uma vez que o peso do agravamento acaba disfarçado em seus preços. Assim, principalmente os mais pobres não enxergam o que pagam - disse o senador.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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