quinta-feira, 12 de setembro de 2013

BRASIL


Giro Famosidades

Após 'sumiço' de Adriel, integrantes anunciam saída do Pollo


Bruno de Luca deixa a Globo após 20 anos de trabalho - 1 (© Divulgação TV Globo)

RIO DE JANEIRO - Pelo visto, o 'desaparecimento' do rapper Adriel, da banda Pollo, causou um racha no grupo. Horas após o rapaz dar sinal de vida, o cantor Tomim e o DJ Kalfani anunciaram que estão deixando o Pollo para seguir carreira solo.
A novidade foi divulgada no perfil particular dos músicos no Twitter. 'Estarei cumprindo os shows e compromissos com o grupo , hoje estou me desligando da Pollo. Imprevistos acontecem', escreveu o DJ.
Kalfani deixou claro em sua página no microblog que não gostou da 'brincadeira' do parceiro. 'Estamos na porta da sua casa esperando uma satisfação.'
O músico disse ainda que a atitude de Adriel mostrou que ele não respeita seus compromissos profissionais, nem os colegas da banda.
'Falta de comunicação dele com o grupo com a gravadora, com todos! Não existe internet nem nenhum meio de comunicação? Todos nos sabemos dos compromissos que temos, não dá pra meter o louco agora' desabafou.
Tomim também reclamou da postura do parceiro, mas apagou a mensagem logo em seguida onde escreveu: 'Falta de respeito do C***'.
Adriel foi localizado horas após a assessoria do trio anunciar seu desaparecimento. Em entrevista ao programa 'Encontro com Fátima Bernardes', da Globo, ele explicou que se 'desligou' do mundo para ficar em paz.
O músico estava há três dias incomunicável. Por conta de seu 'sumiço', o grupo teve que cancelar a participação de um programa de TV e a gravação do novo álbum do trio. 

BRASIL





Acompanhe em tempo real o julgamento do mensalão

Acompanhe em tempo real+ Dirceu evita clima de festa+ Genoino quer mais licença


Atualizado às 18:39 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
Em um voto de 1h15, ministro Marco Aurélio acompanha o relator na rejeição pelos embargos infringentes. Logo depois o ministro Joaquim Barbosa encerra a sessão. O placar fica em 5x5. A decisão ficará para a próxima semana e ficará a cargo do ministro Celso de Mello, que terá o voto de minerva. 

Atualizado às 18:38 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
Marco Aurélio: "O julgamento do Supremo não são impugnáveis por recursos de revisão, que são os embargos infringentes". O discurso do ministro já passa de uma hora de duração. Isso aumenta a possibilidade de que a sessão seja encerrada sem o voto do ministro Celso de Mello.

Atualizado às 18:23 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
Barroso responde que não foi esta intenção e destaca que que o trabalho do tribunal e do relator no julgamento foi "notável", e que só se posicionou no momento do voto.

Atualizado às 18:20 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
Marco Aurélio rechaça a tese de mudança de jogo argumentando que o Supremo está julgando algo que nunca foi julgado. E alfineta Barroso: "vejo que o novato parte para a crítica à Corte".

Atualizado às 18:20 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
"Eu esperava ser convencido por vossa excelência", disse Marco Aurélio a Roberto Barroso, que votou pelo acolhimento dos embargos, num sinal de que irá votar pela rejeição.

Atualizado às 18:14 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
Marco Aurélio: o tribunal "sinalisa uma correção de rumos visando um Brasil melhor para nossos bisnetos, mas esta sinalização está sendo afastada. "Estamos a um passo de desmerecer a confiança que nos foi confiada". Ministro Gilmar Mendes interpôs e lembrou sobre a repercussão que decisão terá na magistratura como um todo, uma vez que "o tribunal rompeu com a tradição da impunidade." Mendes lembra que há 400 ações origiárias no Tribunal.

Atualizado às 18:01 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
Marco Aurélio: "A incompatibilidade salta aos olhos e o entendimento diverso leva à incongruência"

Atualizado às 17:48 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
Ministro Celso de Mello vira 'Trending Topic' no Twitter ao haver a possibilidade de recair sobre o decano do STF o voto decisivo na discussão sobre se a Corte aceitará ou não os embargos infringentes no processo do mensalão, o que permitiria novo julgamento para 12 dos 25 condenados. Confira a matéria.


Atualizado às 17:40 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
Marco Aurélio afirma que "quase sempre" as decisões do Judiciário estão em consonância com os anseios da população, mas argumentou que "o dever maior do supremo está com a guarda". "Embargos infringentes são diferentes dos embargos de declaração", disse.

André Dusek/Estadão



Atualizado às 17:22 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
No retorno do intervalo, ministro Marco Aurélio inicia seu voto. O ministro não levou voto escrito.

Atualizado às 17:22 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
No retorno do intervalo, ministro Marco Aurélio inicia seu voto. O ministro não levou voto escrito.

  • Atualizado às 16:28 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Dirceu evita clima de festa. Confira a matéria.
  • Atualizado às 16:27 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Para Gilmar Mendes, aceitar os embargos infringentes neste momento seria reiniciar, sem legítima motivação e amparo legislativo, a discussão exaustivamente feita no julgamento. O ministro ressaltou que "não se tratou de um julgamento em uma sessão apenas". Ele lembrou que foram 53 sessões e diversas oportunidades para que os ministros retificassem seus votos. "A corte examinou mais de 26 embargos de declaração e, quando viu ser coerente, aceitou". 
  • Atualizado às 16:14 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Afastado da Câmara, Genoino pedirá prorrogação de licença médica.
  • Atualizado às 16:13 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    "Então se trata de desconfiança do que foi julgado pela mais alta Corte do país?", questiona Mendes em seu voto. Para ele, o "tamanho da incongruência é do tamanho do mundo neste caso".
  • Atualizado às 16:12 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Para o ministro Gilmar Mendes, a jurisprudência da Corte é refratária a esta "arcaica" forma de recurso, que são os embargos infringentes. "O excepcional e contrário à jurisprudência desta corte seria aceitá-los". 
  • Atualizado às 16:05 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Gilmar Mendes cita decisões anteriores para fundementar seu raciocínio de que o Supremo Tribunal Federal não deve aceitar embargos infringente em ação plenária originária.
  • Atualizado às 16:02 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Reprodução / TV Justiça
    Reprodução / TV Justiça
  • Atualizado às 15:53 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Para Gilmar Mendes, que dá um voto que tende ao não acolhimento dos recursos, a jurisprudência deste do Supremo Tribunal Federal não reconhece o acolhimento dos embargos infringentes para ações penais originárias. 
  • Atualizado às 15:52 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Segundo o ministro, o crime de Donadon, que participou de fraudes em licitação que resultaram em desvios de R$ 8 milhões, "deveria ser julgado em juizado de pequenas causas". Mendes conluir, sobre o mensalão: "estamos diante de fatos extremamente graves, que têm consequências graves para a sociedade. Onde está o exagero na aplicação das penas?".
  • Atualizado às 15:37 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Gilmar Mendes critica os argumentos de que as penas aplicadas aos réus do mensalão foram exageradas. Segundo o ministro, o crime de Donadon, que participou de fraudes em licitação que resultaram em desvios de R$ 8 milhões, "deveria ser julgado em juizado de pequenas causas". Mendes conclui, sobre o mensalão: "estamos diante de fatos extremamente graves, que têm consequências graves para a sociedade. Onde está o exagero na aplicação das penas?".
  • Atualizado às 15:34 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Ministro Gilmar Mendes comenta o caso de Natan Donadon (sem-partido - RO), condenado a uma pena próxima ao máximo aplicado ao crime de formação de quadrilha, para argumentar que diante da condenação do deputado de Roraima, não houve questionamentos sobre a pena aplicada a ele. "Por que se faz agora?", questionou. 
  • Atualizado às 15:22 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Lewandowski: "tenho como indiscutivelmente cabíveis os embargos infringentes", ao encerrar seu voto pelo acolhimento dos embargos. O placar fica 5x3 pelo acolhimento. Ministro Gilmar Mendes inicia seu voto. 
  • Atualizado às 15:22 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Ao defender a reavaliação do julgamento, Lewandowski faz um voto pelo acolhimento dos embargos. Segundo ele, o Supremo Tribunal Federal é a última instância de julgamento e é preciso que seja possível o reexame dos fatos e argumentos apresentados durante o julgamento. "Não há instância superior a esta, ao contrário dos outros tribunais", disse. 
  • Atualizado às 15:12 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Na opinião do ministro Ricardo Lewandowski, uma vez que o Regimento Interno foi acolhido como lei ordinária, não se pode retirar este direito. 
  • Atualizado às 14:59 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Após Cármen Lúcia votar pela rejeição dos embargos, deixando o placar em 4x3 pelo acolhimento, ministro Marco Aurélio pede que ela comente sobre a preclusão consumativa - efeito processual que impede a apreciação de determinados pedidos das partes.
  • Atualizado às 14:56 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Ao refletir sobre o duplo grau de jurisdição que considerou "atípico", a ministra Cármen Lúcia afirmou que o foro especial, instrumento legal que determina que réus com mandato eletivo devem ser julgados por tribunal superior, cria temos "situações especiais" para julgamento.  

    ENTENDA ESTA FASE DO JULGAMENTO DO MENSALÃO
  • Atualizado às 14:53 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Reprodução/TV Justiça
    Reprodução/TV Justiça
    Ministra Cármen Lúcia pede licença a todos os ministros que "tão brilhantemente" apresentaram os argumentos e afirma que confessa que "tem coisas que não consegui superar  para aceitar os embargos infrigentes", adiantando seu voto pelarejeição. 
  • Atualizado às 14:44 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Ministra Cármen Lúcia pede licença a todos os ministros que "tão brilhantemente" apresentaram os argumentos e afirma que confessa que "tem coisas que não consegui superar para aceitar os embargos infrigentes", adiantando seu voto pela rejeição. 
  • Atualizado às 14:41 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Ministra Cármen Lúcia abre seu voto afirmando que está consciente que o plenário concorda integralmente que todo cidadão tem direito ao devido processo legal e que os ministros passam a analisar "é uma discussão de entendimento sobre uma questão técnica".
  • Atualizado às 14:33 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    A decisão é por maioria simples. Ou seja, são necessários seis votos, dos 11 ministros que compõem o plenário, para que uma tese prevaleça. Ainda faltam os votos de cinco ministros. A primeira a votar é a ministra Cármen Lúcia. Em seguida votam, nesta ordem, os ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Celso de Mello. 
  • Atualizado às 14:33 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Em decisão monocrática, o ministro relator votou pela rejeição dos embargos. Na sessão desta quarta-feira, os ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber e Dias Toffoli votaram pelo acolhimento. O ministro Luiz Fux foi o único a votar com o relator. Com isso, a sessão de ontem foi encerrada com placar  de 4x2 pelo acolhimento dos embargos. 
  • Atualizado às 14:33 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    Caso a tese pela aceitação seja vencedora, um novo relator é sorteado e os ministros passam a analisar o conteúdo dos embargos infringentes. Com a chegada de Teori Zavaski e Roberto Barroso, o plenário tem nova composição e o resultado pode ser diferente do atual. Se os embargos forem acolhidos, as penas podem ser reduzidas - nunca agravadas. 
  • Atualizado às 14:32 12-setembro-2013 | Por MSN Estadão
    O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, declara aberta a sessão de julgamento que decide se a Corte vai aceitar ou não os embargos infringentes - recursos que abrem brecha para que 11 réus da ação penal 470 tenham um novo julgamento nas condenações em que tiveram maioria "fraca", ou seja, com quatro ou mais votos a favor da absolvição. 

Novo abrigo atenderá dependentes de drogas com entre 12 e 17 anos




RIO -Foi inaugurado, nesta quinta-feira, um novo modelo de Casa Viva, abrigo especializado no acolhimento de crianças e adolescentes com entre 12 e 17 anos envolvidas com o crack e outras drogas psicoativas. A unidade da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social está localizada em Bonsucesso e tem capacidade para 20 jovens, que vão frequentar a escola e serão acompanhados por técnicos da Secretarias de Saúde e de Educação.
Segundo o vice-prefeito e secretário de Desenvolvimento Social, Adilson Pires, no local serão desenvolvidos projetos nas áreas de cultura, esportes e lazer, com infraestrutura voltada para a reinserção social dos adolescentes.
- Aprimoramos o projeto da Casa Viva, que já existe há dois anos, transformando-o em algo mais completo pedagogicamente. Ele será ampliado até 2014 - explicou Adilson Pires.
Projetada em parceria com a organização Viva Rio, a Casa Viva fica próxima à casa de Maria Cristina, 45 anos, mãe de L., 16 anos, um dos 12 adolescentes que já desfrutam do espaço. Segundo a dona de casa, mesmo com pouco tempo de acolhimento especializado, seu filho tem mostrado melhoras significativas no comportamento.

Síria diz que aderiu plenamente ao tratado contra armas químicas.


NAÇÕES UNIDAS, 12 Set (Reuters) - A Síria se tornou nesta quinta-feira membro pleno do tratado global contra armas químicas, disse o embaixador do país junto à Organização das Nações Unidas (ONU), uma decisão que havia sido prometida pelo presidente Bashar al-Assad como parte de um acordo para evitar bombardeios norte-americanos.
Porém, vários diplomatas e um funcionário da ONU disseram à Reuters sob anonimato que ainda não está claro se a Síria cumpriu todas as condições para a adesão ao tratado.
"Acho que há mais alguns passos que eles precisam dar, mas é por isso que estamos estudando o documento", disse o funcionário da ONU.
A Síria era um dos únicos sete países que não aderiram à Convenção de Armas Químicas de 1997, que obriga seus membros a destruírem seus arsenais desse tipo.
"Legalmente falando, a Síria se tornou a partir de hoje um membro pleno da convenção", disse o embaixador sírio na ONU, Bashar Ja'afari, a jornalistas em Nova York após apresentar documentos relevantes à organização.
Ele disse que Assad sancionou nesta quinta-feira um decreto legislativo que "declarou a aprovação da República Árabe da Síria a aceder à convenção". Ele acrescentou que o chanceler Walid al-Moualem escreveu à Organização para a Proibição de Armas Químicas para notificar a decisão síria de aderir à convenção.
"As armas químicas na Síria são uma mera dissuasão contra o arsenal nuclear israelense", disse Ja'afari, brandindo um documento que ele disse ser um relatório da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) sobre o programa israelense de armas químicas.
"É uma arma de dissuasão, e agora chegou a hora de o governo sírio aderir (à convenção) como gesto para mostrar nossa disposição de sermos contra todas as armas de destruição em massa."
Sob ameaça de uma ação militar dos EUA por causa de um ataque com gás sarin contra civis em 21 de agosto, Assad concordou nesta semana com um plano russo que coloca seu arsenal químico sob controle internacional.
O governo sírio nega ter cometido o ataque.
(Reportagem de Louis Charbonneau e Michelle Nichols)