sexta-feira, 30 de novembro de 2018

SDU Centro Norte realiza palestra em alusão ao Novembro Azul para servidores

SDU CENTRO-NORTE - CONSCIENTIZAÇÃO


Urologista ministrou palestra sobre prevenção do câncer de próstata para servidores
30/11/2018 - 11h01 Imprimir Envie por e-mail
SDU Centro Norte realiza palestra em alusão ao Novembro Azul para servidores
Créditos: Ascom
Os servidores da Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) Centro Norte assistiram na manhã desta sexta-feira, 30, a uma palestra sobre o câncer de próstata com o urologista Lázaro Carvalho. O evento faz parte da Campanha Novembro Azul, que pretende sensibilizar o homem sobre o diagnóstico precoce da doença. A conversa foi acompanhada de um café da manhã para todo o público presente.

De acordo com o urologista, o câncer de próstata é o mais frequente nos homens e a principal causa de morte entre o público masculino. Ele também afirmou que a doença pode aparecer antes dos 40 anos e em pessoas mais jovens costuma ser mais agressiva. “Eu mesmo operei uma pessoa de 39 anos com câncer próstata”, explica o médico.

Lázaro também falou sobre mitos e verdades a respeito da doença e comentou a respeito do exame do TOC. Segundo ele, o TOC retal só descobre de 15% a 20% câncer de próstata. A melhor forma para detectar a doença é o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico). “No entanto, um não exclui o outro. O TOC também é importante. Agora, o acompanhamento seriado do PSA traz pra gente uma melhor detecção da doença”, comenta.

O médico alerta que o câncer de próstata não tem idade para começar e que a recomendação da medicina é não esperar os sintomas aparecerem. A visita ao médico especialista, a realização dos exames preventivos e a atenção aos fatores de risco são essenciais para descoberta de um diagnóstico precoce e posterior tratamento. Esse diagnóstico precoce aumenta as chances de cura e diminui as sequelas da doença.

Para o engenheiro Fábio Tajra, a palestra foi bastante esclarecedora. “Serviu para muita gente tirar suas dúvidas a respeito da doença e com certeza ajudou a desmistificar o preconceito que ainda existe em relação ao exame do TOC”, conclui.




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