17/09/2018 - 09h27
A Câmara reúne-se nesta quarta-feira (19) para debater a apuração, liberação e aplicação dos recursos referentes às parcelas calculadas de forma equivocada pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb-Fundef) nos municípios brasileiros.
O debate atende a requerimento do deputado JHC (PSB-AL). Ele explica que, por conta de uma divergência no cálculo, estados e inúmeros municípios discutiam na Justiça o método de cálculo dos valores repassados pelo Fundeb.
Eles pediam que os valores fossem calculados de forma igualitária, uma vez que o governo federal estipulou que cada município deveria receber repasses de valores divergentes. O método de cálculo do governo federal foi considerado incorreto pelo STJ, que negou recurso da União e decretou o trânsito em julgado.
“Estima-se que o valor total a ser repassado em virtude do cálculo errôneo pode alcançar o montante de R$ 90 bilhões. Somente em Alagoas, os órgãos de fiscalização foram informados de que 41 prefeituras vão receber aproximadamente R$ 1 bilhão a título de precatórios, em razão do recálculo determinado pela sentença do STJ”, explica.
Ouça esta reportagem na Rádio Câmara
JHC entende que a comissão geral é importante para “dar o máximo de publicidade e garantir ampla participação democrática no intuito de conferir a mais elevada legitimidade popular possível ao repasse desses recursos”.
A reunião será a partir das 14 horas, no plenário Ulysses Guimarães.
Da Redação – RL
COMENTÁRIOS
Robson | 18/09/2018 - 09h03
O gasto público em educação é de 6,1% do PIB, quando a média da OCDE é de 5,6% e acima de nações como Argentina, Colômbia, Chile, México e EUA. Porém quando se divide o gasto por total de alunos, o país fica em penúltimo lugar. Gasto de $2,9 por estudante, enquanto a média da OCDE é de $8,9. O problema está na gestão!!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário