segunda-feira, 16 de julho de 2018

Putin diz que 25 milhões de ciberataques foram frustrados durante a Copa


Putin diz que 25 milhões de ciberataques foram frustrados durante a Copa

O presidente russo parabenizou o trabalho realizado pelo grupo internacional responsável pela segurança digital do torneio

09:25 · 16.07.2018 / atualizado às 09:59 por Estadão Conteúdo
Putin diz que 25 milhões de ciberataques foram frustrados durante a Copa
O grupo internacional de segurança reuniu 130 representantes de serviços especiais de 34 países ( Foto: Arquivo )
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que quase 25 milhões de ciberataques e "influências criminais" foram neutralizados contra a infraestrutura de informação da Rússia, em relação à Copa do Mundo de 2018. 
Em um encontro com representantes do Centro de Cooperação Internacional de Operações do Mundial, responsável pela segurança do torneio, ele parabenizou os trabalhos do grupo e usou os números para mostrar como a cooperação internacional deu resultados. 
"Quase 25 milhões de ciberataques e outras influências criminais sobre a infraestrutura de informação relacionada à Copa foram frustradas durante o torneio", disse Putin. 
O grupo internacional contou com 130 representantes de serviços especiais de 34 países. O objetivo era o de manter a segurança durante a Copa, diante do risco de atentados terroristas
Putin, porém, espera que a cooperação entre esses governos possa continuar. "Eu espero que essa cooperação construtiva continue e que contribua nos esforços de manter nossos cidadãos seguros", disse. 
"Precisamos preservar o espírito de confiança que vai ajudar a desenvolver uma parceria para o bem comum. Esse é, certamente, um bom exemplo para o futuro", declarou Putin, de acordo com um comunicado divulgado pelo Kremlin. 
Europa e Estados Unidos o acusam, porém, de ser um dos principais responsáveis por desestabilizar o cenário internacional. "Esses objetivos comuns incluem combater o terrorismo internacional e o extremismo, combater o tráfico de drogas e a imigração ilegal, além de crimes transnacionais. Apenas unindo forças é que podemos lidar com esses desafios", defendeu.

diario do nordeste

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