sábado, 27 de janeiro de 2018

Pré-carnaval do DF tem 239 ambulantes cadastrados São 197 caixeiros e 42 circulantes aptos a vender mercadorias nos blocos abertos da cidade. Caso queiram trabalhar no carnaval, eles já estarão registrados GUILHERME PERA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA Cento e noventa e sete caixeiros – que vendem bebidas em caixa – e 42 circulantes – carrinhos de pipoca, vendedores de confetes e serpentinas, por exemplo – estão cadastrados para o pré-carnaval de Brasília. São 197 caixeiros e 42 circulantes aptos a vender mercadorias nos blocos abertos da cidade. Caso queiram trabalhar no carnaval, eles já estarão registrados. São 197 caixeiros e 42 circulantes aptos a vender mercadorias nos blocos abertos da cidade. Caso queiram trabalhar no carnaval, eles já estarão registrados. Foto: Tony Winston/Agência Brasília Todos devem usar crachás e portar termo de autorização, entregues na manhã desta sexta-feira (26) pela Secretaria das Cidades no auditório do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Aqueles que já estiverem cadastrados para o pré-carnaval não precisam apresentar documentação outra vez para trabalhar no período oficial da festa. É obrigatório apenas preencher requerimento em que demonstre interesse. Para o secretário das Cidades, Marcos Dantas, o cadastro é uma forma de dar segurança aos foliões e aos próprios vendedores. “Vocês [ambulantes], que circulam no carnaval, são importantes para manter a paz das festas. Identifiquem-se e não vendam bebidas a menores.” Quem trabalhar sem identificação e autorização será retirado pela Agência de Fiscalização do DF (Agefis). Não é permitido atuar em blocos fechados, apenas nas imediações desses eventos, cujas licenças são emitidas pela administração regional. A minuta do decreto que regulamentará a Lei nº 1.217, de 1996, dos ambulantes eventuais, está em desenvolvimento e, em breve, chegará para o aval do governador Rodrigo Rollemberg. O documento servirá para dar maior segurança jurídica à categoria. A experiência dos ambulantes de outros carnavais Ilma Oliveira Machado, de 61 anos, tem 30 anos de carnaval no DF. Segundo a vendedora, “onde tiver bloco, nós estamos”. Ela e a família vendem açaí, água, cerveja e refrigerante. LEIA TAMBÉM Campanha de proteção de crianças no carnaval tem o objetivo de enfrentar abuso e violação de direitos no período de festas. A partir de sábado (27), serão distribuídos material educativo e pulseiras de identificação nos blocos de rua. PROTEÇÃO DE CRIANÇAS NO CARNAVAL MOTIVA CAMPANHA PARA CONSCIENTIZAR FOLIÕES PROGRAMAÇÃO DO CARNAVAL 2018 ESTÁ CONCENTRADA EM SITE DO GOVERNO Com o marido, Anquises Silvano de Andrade, de 62 anos, Ilma costuma transitar por blocos em diversas regiões, como o Asé Dudú, em Taguatinga, e o Raparigueiros, na Asa Sul. Maior bloco da cidade, o Raparigueiros também é citado como bom lugar para vendas por Valdeíde Silva, de 32 anos. Desde 2014 como ambulante, ela é direta ao afirmar o que pretende para o carnaval. “Meu plano é vender e ganhar dinheiro. E toda vez que vou ao Eixão, vendo tudo.” EDIÇÃO: MARINA MERCANTE



Pré-carnaval do DF tem 239 ambulantes cadastrados

São 197 caixeiros e 42 circulantes aptos a vender mercadorias nos blocos abertos da cidade. Caso queiram trabalhar no carnaval, eles já estarão registrados

Cento e noventa e sete caixeiros – que vendem bebidas em caixa – e 42 circulantes – carrinhos de pipoca, vendedores de confetes e serpentinas, por exemplo – estão cadastrados para o pré-carnaval de Brasília.
São 197 caixeiros e 42 circulantes aptos a vender mercadorias nos blocos abertos da cidade. Caso queiram trabalhar no carnaval, eles já estarão registrados.
São 197 caixeiros e 42 circulantes aptos a vender mercadorias nos blocos abertos da cidade. Caso queiram trabalhar no carnaval, eles já estarão registrados. Foto: Tony Winston/Agência Brasília
Todos devem usar crachás e portar termo de autorização, entregues na manhã desta sexta-feira (26) pela Secretaria das Cidades no auditório do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.
Aqueles que já estiverem cadastrados para o pré-carnaval não precisam apresentar documentação outra vez para trabalhar no período oficial da festa. É obrigatório apenas preencher requerimento em que demonstre interesse.
Para o secretário das Cidades, Marcos Dantas, o cadastro é uma forma de dar segurança aos foliões e aos próprios vendedores. “Vocês [ambulantes], que circulam no carnaval, são importantes para manter a paz das festas. Identifiquem-se e não vendam bebidas a menores.”
Quem trabalhar sem identificação e autorização será retirado pela Agência de Fiscalização do DF (Agefis). Não é permitido atuar em blocos fechados, apenas nas imediações desses eventos, cujas licenças são emitidas pela administração regional.
A minuta do decreto que regulamentará a Lei nº 1.217, de 1996, dos ambulantes eventuais, está em desenvolvimento e, em breve, chegará para o aval do governador Rodrigo Rollemberg. O documento servirá para dar maior segurança jurídica à categoria.

A experiência dos ambulantes de outros carnavais

Ilma Oliveira Machado, de 61 anos, tem 30 anos de carnaval no DF. Segundo a vendedora, “onde tiver bloco, nós estamos”. Ela e a família vendem açaí, água, cerveja e refrigerante.
Com o marido, Anquises Silvano de Andrade, de 62 anos, Ilma costuma transitar por blocos em diversas regiões, como o Asé Dudú, em Taguatinga, e o Raparigueiros, na Asa Sul.
Maior bloco da cidade, o Raparigueiros também é citado como bom lugar para vendas por Valdeíde Silva, de 32 anos. Desde 2014 como ambulante, ela é direta ao afirmar o que pretende para o carnaval. “Meu plano é vender e ganhar dinheiro. E toda vez que vou ao Eixão, vendo tudo.”
EDIÇÃO: MARINA MERCANTE

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