segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

DF

Vazamento de água rompe asfalto em Ceilândia, no DF
Problema foi registrado por morador por volta das 7h40 desta segunda (29); ele disse ao G1 que Caesb pediu 8 horas para resolver problema.

Vazamento rompe asfalto em rua em Ceilândia Norte, no Distrito Federal (Foto: Adriano Resende Pires/Arquivo pessoal)Vazamento rompe asfalto em rua em Ceilândia Norte, no Distrito Federal (Foto: Adriano Resende Pires/Arquivo pessoal)Vazamento rompe asfalto em rua em Ceilândia Norte, no Distrito Federal (Foto: Adriano Resende Pires/Arquivo pessoal)
Um vazamento subterrâneo rompeu o asfalto de uma rua de Ceilândia Norte, no Distrito Federal, na manhã desta segunda-feira (29). Em vídeo gravado por um morador da região, é possível ver a água jorrando no meio da pista.
Até a publicação desta reportagem, o G1 aguardava posicionamento da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb).
"Eu vi às 7h47 e, logo em seguida, liguei pra Caesb. Eles informaram que estava registrado e teriam 8 horas pra resolver, mas pediriam prioridade", disse Adriano de Resende Pires, de 44 anos. Ele informou que a primeira equipe do órgão chegou ao local por volta das 11h.
"Instalei até o aplicativo da Caesb e, até agora, nada."O aplicativo foi lançado pela companhia em 2015 com o objetivo de "agilizar o atendimento" e, consequentemente, "evitar desperdício". Por meio do recurso, é possível informar com exatidão o local do vazamento e enviar fotos.

O custo da demora
 Em novembro de 2017, o G1 noticiou outro vazamento que não foi atendido com urgência pela Caesb. A técnica em segurança Thaísa Vilela Campelo ligou para o telefone da companhia (115) para informar que havia água jorrando havia pelo menos 10 horas em frente à rodoviária do Núcleo Bandeirante.

A resposta da atendente, que Thaísa recebeu por três vezes, foi de que a Caesb não iria fazer nada porque ela não sabia informar o CEP de onde ocorria o vazamento. A conversa foi gravada pela moradora.

Outros vazamentos foram registrados ao longo do ano passado – todos por conta da pressão da água quando o abastecimento é retomado durante o rodízio. Um deles ocorreu em agosto em uma adutora de grande porte na marginal da via EPTG. O outro foi em dezembro na DF-479, entre o Paranoá e o Lago Norte. O vazamento criou um "chafariz"de vários metros de altura.

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'Não é o primeiro'

Segundo o morador, apesar de ser o primeiro vazamento do ano perto de casa, esta não foi a única vez que uma tubulação se rompeu desde o início do racionamento. Somente no ano passado, foram cerca de quatro, pela contagem de Pires."Na religação da água, sempre estoura um cano. Eu entendo que isso seja encanação antiga."

O vazamento desta segunda, para ele, também decorre do reabastecimento de água. "Aqui [o rodízio] acabou de sexta para sábado. Aí, nessa madrugada, levantou o asfalto – que também é chover e derreter."

FONTE: G1 DF

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