Conheça
algumas curiosidades do mundo animal
Bebê tartaruga da espécie ‘Caretta caretta’ que acaba de nascer e ainda está toda coberta pela areia da praia.
Os répteis apresentam uma camada protetora, chamada de extrato córneo, sobre as escamas que revestem seu corpo, desta forma sua pele é seca. O extrato córneo é uma camada ¨morta¨ formada por uma substância conhecida como queratina. Esta camada não cresce com o animal, de maneira que ele aumenta o tamanho, precisa trocá-la.
Pérolas naturais se formam quando partículas estranhas (areia, pedaços de rochas) ou parasitas entram na concha de algumas ostras, o que faz com que o animal secrete camadas de nácar (madrepérola) como mecanismo de defesa que cristaliza o invasor, defendendo o manto (tecido que protege os órgãos da ostra); leva cerca de três anos para que esse material se torne uma pérola. Pérolas cultivadas pelo homem sofrem um processo igual, porém o início da formação é intencionalmente causada pelo homem: é introduzido um núcleo sintético na concha para estimular o sistema de defesa da ostra. A única forma de diferenciar uma pérola natural e uma cultivada é analisar a parte interna da pérola, fora isso, ambas possuem beleza igual.
As tartarugas marinhas começam suas vidas em ovos enterrados na areia. Após um período de incubação de aproximadamente dois meses, os bebês tartarugas saem do ovos e correm para o mar, lutando contra o ataque de diversos predadores (aves, caranguejos, peixes) ao longo do caminho.
Tubarão-duende (Mitsukurina owstoni) encontrado principalmente em águas próximas ao Japão a profundidades de cerca de mil metros, é um animal muito raro de ser visto, embora não corra risco de extinção. Ainda não se sabe ao certo qual o propósito do “focinho” comprido e achatado, mas acredita-se que ele possua células sensoriais (eletroreceptoras) usadas para localizar presas no fundo do oceano.
Filhote de porco-espinho
Lori arco-irís (Trichoglossus haematodus), naturais da Micronésia e Austrália, se alimentam de frutas e néctar de flores. É uma espécie bem distribuída em seu habitat natural e não corre risco de extinção.
Quetzal resplandecente (Pharomachrus mocinno), encontrado na América Central e México. É a avesímbolo da Guatemala e também é considerada um símbolo de liberdade, pois morre se confinada a uma gaiola.
“Caneta do mar” é um cnidário marinho, colônia de pólipos (pequenas indivíduos parecidos com anêmonas) que trabalham em conjunto para a sobrevivência do todo. Recebeu este nome devido sua aparência que lembra uma caneta antiga feita de pena; serve de alimento para algumas estrelas do mar e nudibrânquios (lesmas marinhas). Pertencem à ordem Pennatulacea e se alimentam de zooplâncton.
“Píton tapete de selva” (Morelia spilota cheynei), píton não venenosa encontrada na Austrália. Chegam a medir pouco mais de dois metros e são carnívoras, se alimentando de ratos e camundongos.
Bebê pinguim africano com algumas horas de vida… Parece estar completamente ligado ainda a casca do seu ovo!
Pepino do Mar Nadador Rosa (Enypniastes sp.) é um equinodermo, parente das estrelas do mar, e pode chegar a medir 30cm. Foi descoberto no norte do Golfo do México a uma profundidade de cerca de 2.750 metros. A parte mais escura é a sua boca, e ele possuí tentaculos em volta dela para capturar o alimento. Devido sua transparência, que ajuda na camuflagem, é possível ver seu interior simples.
Bebês esquilos órfãos sendo tratados durante tempestade.
Um lêmure “lutando” contra uma melancia suculenta!
O ‘Glaucus atlanticus‘ é uma espécie de lesma do mar azul, um molusco marinho da família Glaucidae. O tamanho fica entre 5 e 8 cm de comprimento. Tem um corpo afilado, que é achatado e tem seis apêndices que se ramificam em raios. Esse azul é na verdade a parte de baixo do bicho. Esta espécie flutua de cabeça para baixo sobre a tensão superficial do oceano graças ao saco de gás que possui no estômago. A parte de cima desta espécie é completamente cinza.
Opilião “Máscara de Jason” (Simambea sp.; família Cosmetidae), encontrado no Equador. Apesar da semelhança com o protagonista de um filme de terror, não é venenoso.
Aranhas marinhas na realidade não são aracnídeos, mas sim artrópodes marinhos da classe Pycnogonida. Há mais de 500 espécies que são encontradas em todos os oceanos e águas profundas do mundo, variando de tamanhos desde 1 mm até cerca de 60 cm. Elas se alimentam de anêmonas, esponjas e pequenas ascídias.
Fonte: Blog Professora Paula Sarraino

















Nenhum comentário:
Postar um comentário