Com Risco de Epidemia, Saúde Cria Grupo Especial de Controle de Doenças

Com risco de epidemia, a Secretaria de Saúde criou um grupo especial de controle de doenças. O foco da sala é o de monitorar casos de dengue, zika e chikungunya, que são transmitidos pelo Aedes aegypti. A última é a que gera maior preocupação no setor, já que há risco de epidemia em 2018. Além dessas doenças outras que também tem como transmissores insetos serão analisadas pelo grupo.
Na última semana teve início a primeira reunião com a instalação da chamada “Sala de Arboviroses”. No encontro estiveram presentes representantes da Coordenação de Atenção Básica, UPA, Vigilâncias Epidemiológica e Sanitária, Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) dos Hospitais Públicos e Privados, cogestora da atenção básica Pró Saúde e também da área de Comunicação da Prefeitura.
Na última semana teve início a primeira reunião com a instalação da chamada “Sala de Arboviroses”. No encontro estiveram presentes representantes da Coordenação de Atenção Básica, UPA, Vigilâncias Epidemiológica e Sanitária, Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) dos Hospitais Públicos e Privados, cogestora da atenção básica Pró Saúde e também da área de Comunicação da Prefeitura.
O encontro começou com a explicação feita por Ricardo Santaella Rosa, médico infectologista, que falou sobre a nova metodologia de monitoramento que teria sido adotada pelo Ministério da Saúde. “Hoje, toma-se atitudes com base no número de casos suspeitos nas últimas quatro semanas. Se estiver acima da média histórica, emite-se um sinal de alerta”, disse.
Rosa aponta que a diferença entre o número de casos suspeitos e confirmados é grande. Apesar disso, até a última reunião realizada foram registrados dois casos positivos de chikungunya que teriam sido contraídos em Catanduva. Nenhum caso suspeito até o início do mês foi contabilizado. “As equipes estão alertas para tentar diagnosticar a dengue, zika e chikungunya”, aponta a Secretaria de Saúde.
Na Sala de Arboviroses será realizada a nova etapa de capacitação dos médicos e profissionais relacionada a chikungunya. O debate para elaboração do Plano de Contingência 2018-2019 também teve início seguindo a proposta do Governo do Estado, para que seja mais curto e objetivo que o visto atualmente.
Rosa aponta que a diferença entre o número de casos suspeitos e confirmados é grande. Apesar disso, até a última reunião realizada foram registrados dois casos positivos de chikungunya que teriam sido contraídos em Catanduva. Nenhum caso suspeito até o início do mês foi contabilizado. “As equipes estão alertas para tentar diagnosticar a dengue, zika e chikungunya”, aponta a Secretaria de Saúde.
Na Sala de Arboviroses será realizada a nova etapa de capacitação dos médicos e profissionais relacionada a chikungunya. O debate para elaboração do Plano de Contingência 2018-2019 também teve início seguindo a proposta do Governo do Estado, para que seja mais curto e objetivo que o visto atualmente.
Ampliação de equipe
Também na reunião foram apresentadas as ações desde o início do ano para o combate as doenças que tem o mesmo transmissor. Entre elas, está a ampliação da Equipe Municipal de Combate ao Aedes aegypti (EMCAa), que passou de 40 para 67 profissionais e do quadro dos agentes comunitários: de 70 para 140 funcionários.
Também na reunião foram apresentadas as ações desde o início do ano para o combate as doenças que tem o mesmo transmissor. Entre elas, está a ampliação da Equipe Municipal de Combate ao Aedes aegypti (EMCAa), que passou de 40 para 67 profissionais e do quadro dos agentes comunitários: de 70 para 140 funcionários.
Cíntia Souza
Da Reportagem Local
Da Reportagem Local
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