Em Rota do Tráfico: Catanduva Era Centro de Distribuição de Droga

Na rota do tráfico, Catanduva seria o centro de distribuição de droga. É o que aponta a operação “Talpa” realizada pela Polícia Federal em parceria com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO). Ontem (15) oito pessoas foram presas na região na ação que busca combater o tráfico interestadual de drogas. No total, 100 policiais cumpriram 26 mandados de prisão e 26 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás.
A cidade servia como uma espécie de quartel general (QG) do grupo, que negociava o entorpecente, recebia e armazenava, posteriormente abastecia os menores traficantes e usuários da cidade e repassava também para outros estados.
Uma coletiva de imprensa foi realizada ontem na sede da Polícia Federal em São José do Rio Preto. Nela esteve presente o promotor do Gaeco em Rio Preto, Tiago Fonseca, e dos delegados da Polícia Federal, André Luiz Kodjaoglanian e Gustavo Andrade de Carvalho Gomes, que coordenava a operação.
De acordo com a PF e promotores, a investigação teve início em agosto de 2015. Na época, as equipes da Polícia Federal receberam a informação de que um núcleo criminoso de Catanduva estaria escondendo drogas em propriedades rurais. O entorpecente seria enterrado para que não fosse encontrado, o que teria dado nome a operação. A Polícia e o Gaeco não informaram se as propriedades rurais eram dos suspeitos, tão pouco os bairros ou região da cidade que ficavam as áreas.
“Com o desenvolver da investigação foram identificados alguns núcleos criminosos. Os sediados em Catanduva se dedicavam ao recebimento da droga. Parte da droga abastecia o comércio local e regional. E parte da droga seguia para outros locais”, explicou Gomes na coletiva.
A cidade servia como uma espécie de quartel general (QG) do grupo, que negociava o entorpecente, recebia e armazenava, posteriormente abastecia os menores traficantes e usuários da cidade e repassava também para outros estados.
Uma coletiva de imprensa foi realizada ontem na sede da Polícia Federal em São José do Rio Preto. Nela esteve presente o promotor do Gaeco em Rio Preto, Tiago Fonseca, e dos delegados da Polícia Federal, André Luiz Kodjaoglanian e Gustavo Andrade de Carvalho Gomes, que coordenava a operação.
De acordo com a PF e promotores, a investigação teve início em agosto de 2015. Na época, as equipes da Polícia Federal receberam a informação de que um núcleo criminoso de Catanduva estaria escondendo drogas em propriedades rurais. O entorpecente seria enterrado para que não fosse encontrado, o que teria dado nome a operação. A Polícia e o Gaeco não informaram se as propriedades rurais eram dos suspeitos, tão pouco os bairros ou região da cidade que ficavam as áreas.
“Com o desenvolver da investigação foram identificados alguns núcleos criminosos. Os sediados em Catanduva se dedicavam ao recebimento da droga. Parte da droga abastecia o comércio local e regional. E parte da droga seguia para outros locais”, explicou Gomes na coletiva.
Outro suposto núcleo da organização criminosa que teria participação importante no esquema seria o de fornecedores, principalmente do Estado do Mato Grosso do Sul. “Então eles tinham uma rota que se utilizava de caminhões e carros de passeio. Traziam a droga para Catanduva onde era armazenada e, posteriormente, distribuída. Primordialmente a droga traficada era a maconha, apesar que durante as investigações também foram apreendidos 50 quilos de cocaína e 50 quilos de produtos usados para batizar a droga.”, detalha o delegado.
Durante as investigações teriam sido registradas 30 operações da polícia, entre prisões e apreensões de drogas. “Em decorrência desses eventos criminosos foram presos nesse período 68 pessoas e mais de 10 toneladas de drogas aprendidas”, afirma.
Do total de mandados de prisão cumpridos ontem, cinco não teriam sido localizados e diligências eram realizadas. “Os investigados que foram presos em Catanduva e na região de Catanduva totalizam oito pessoas que serão encaminhadas ao sistema prisional. Já os presos do Mato Grosso do Sul, que também são oito, serão encaminhados para Rio Preto e para o sistema penal da região”, explica.
Em Avanhandava e Ribeirão Preto também foram cumpridos mandados de busca e prisão. Cinco dos envolvidos no esquema teriam sido presos durante a investigação.
“A droga partia principalmente de PontaPorã. As negociações eram feitas em encontros pessoais tanto em Catanduva quando em Ponta Porã em várias oportunidades. Os do núcleo de Catanduva eram responsáveis pela negociação da droga, se deslocaram em várias oportunidades para encontrar com um dos fornecedores”, complementa.
Os presos nesta sexta ficarão por 30 dias na cadeia enquanto é feita a conclusão das investigações. Os membros da organização podem responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e crime de associação criminosa, com penas que variam de três a 15 anos de prisão.
Durante as investigações teriam sido registradas 30 operações da polícia, entre prisões e apreensões de drogas. “Em decorrência desses eventos criminosos foram presos nesse período 68 pessoas e mais de 10 toneladas de drogas aprendidas”, afirma.
Do total de mandados de prisão cumpridos ontem, cinco não teriam sido localizados e diligências eram realizadas. “Os investigados que foram presos em Catanduva e na região de Catanduva totalizam oito pessoas que serão encaminhadas ao sistema prisional. Já os presos do Mato Grosso do Sul, que também são oito, serão encaminhados para Rio Preto e para o sistema penal da região”, explica.
Em Avanhandava e Ribeirão Preto também foram cumpridos mandados de busca e prisão. Cinco dos envolvidos no esquema teriam sido presos durante a investigação.
“A droga partia principalmente de PontaPorã. As negociações eram feitas em encontros pessoais tanto em Catanduva quando em Ponta Porã em várias oportunidades. Os do núcleo de Catanduva eram responsáveis pela negociação da droga, se deslocaram em várias oportunidades para encontrar com um dos fornecedores”, complementa.
Os presos nesta sexta ficarão por 30 dias na cadeia enquanto é feita a conclusão das investigações. Os membros da organização podem responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e crime de associação criminosa, com penas que variam de três a 15 anos de prisão.
Cíntia Souza
Da reportagem local
Da reportagem local
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