Por TAYNARA MAGAROTTO
SÃO PAULO – Apesar de falhas em alguns núcleos, parece que Walcyr Carrasco está acertando na mão na história de Eron (Marcello Antony), Niko (Thiago Fragoso) e Amarilys, interpretada por Danielle Winits. O trio vai passar por um impasse nos próximos capítulos: ela aceitou ser “barriga solidária” do casal homossexual e engravidou de um deles de forma, digamos, natural. Uma saia justa daquelas.
Além da 'traição', a polêmica também gira em torno da barriga de aluguel. No Brasil, esse tipo de gestação ainda é visto com um certo grau de preconceito e é um processo geralmente burocrático.
Mãe de dois filhos, Noah e Guy, Dani Winits tem uma posição quanto a isso: ela toparia ter um bebê para fazer a felicidade de um outro casal. “Dependendo da minha relação com eles. Por uma amizade forte e consistente, seria barriga solidária, porque sei o quanto um filho traz felicidade para a vida. Uma felicidade plena e singular”, garantiu em entrevista exclusiva ao Famosidades.
Mesmo antes de ter uma relação sexual com Eron, Amarilys já tinha demonstrado que não queria ser apenas uma barriga solidária e, sim, realizar sua vontade de se tornar mãe. Tanto é que ela convenceu o geneticista do Hospital San Magno a trocar os óvulos da doadora pelos seus.
Dani não julga a posição de sua personagem, mas ressaltou que alguém vai sofrer muito quando a verdade for dita ou descoberta.
Questionada se, pelo sonho de ser mãe, vale tudo, a loira ponderou: “Acho que vale à pena ter um filho em um ambiente onde o amor predomine e com transparência nas relações sejam elas tradicionais ou não. A Amarilys arriscou demais em colocar a própria carência em primeiro lugar ao esconder do Niko seu desejo pela maternidade absoluta. Com certeza alguém vai sofrer com essa decisão”.
Homossexualidade na TV
Outras produções brasileiras abordaram os relacionamentos homossexuais nas telinhas. Mas pode-se dizer que “Amor à Vida” está mexendo no assunto – que ainda causa muito embaraço no Brasil – com mais afinco. Tanto é que o personagem que mais se destaca é gay.
Mesmo sem cenas de sexo, e nem sequer beijo, a trama vem mostrando algumas intimidades homossexuais. E sem chocar. Para Dani Winits, para se chegar no 'algo a mais' é questão de tempo.
“Creio que seria uma vitória a mais [cenas de sexo homoafetivo]. Porém, a abordagem inteligente e transparente dessas relações já está sendo feita e isso é o que realmente importa.”
Com isso, a atriz vem sentindo um retorno positivo do público gay: “O Walcyr [Carrasco, autor do folhetim] colocou questões bastante em voga hoje em dia e de uma forma tão inteligente e natural que as pessoas passaram a olhar para essas relações com mais inteligência emocional também. É uma vitória contra o julgamento da vida alheia e o preconceito que assola os seres humanos”.
SÃO PAULO – Apesar de falhas em alguns núcleos, parece que Walcyr Carrasco está acertando na mão na história de Eron (Marcello Antony), Niko (Thiago Fragoso) e Amarilys, interpretada por Danielle Winits. O trio vai passar por um impasse nos próximos capítulos: ela aceitou ser “barriga solidária” do casal homossexual e engravidou de um deles de forma, digamos, natural. Uma saia justa daquelas.
Além da 'traição', a polêmica também gira em torno da barriga de aluguel. No Brasil, esse tipo de gestação ainda é visto com um certo grau de preconceito e é um processo geralmente burocrático.
Mãe de dois filhos, Noah e Guy, Dani Winits tem uma posição quanto a isso: ela toparia ter um bebê para fazer a felicidade de um outro casal. “Dependendo da minha relação com eles. Por uma amizade forte e consistente, seria barriga solidária, porque sei o quanto um filho traz felicidade para a vida. Uma felicidade plena e singular”, garantiu em entrevista exclusiva ao Famosidades.
Mesmo antes de ter uma relação sexual com Eron, Amarilys já tinha demonstrado que não queria ser apenas uma barriga solidária e, sim, realizar sua vontade de se tornar mãe. Tanto é que ela convenceu o geneticista do Hospital San Magno a trocar os óvulos da doadora pelos seus.
Dani não julga a posição de sua personagem, mas ressaltou que alguém vai sofrer muito quando a verdade for dita ou descoberta.
Questionada se, pelo sonho de ser mãe, vale tudo, a loira ponderou: “Acho que vale à pena ter um filho em um ambiente onde o amor predomine e com transparência nas relações sejam elas tradicionais ou não. A Amarilys arriscou demais em colocar a própria carência em primeiro lugar ao esconder do Niko seu desejo pela maternidade absoluta. Com certeza alguém vai sofrer com essa decisão”.
Homossexualidade na TV
Outras produções brasileiras abordaram os relacionamentos homossexuais nas telinhas. Mas pode-se dizer que “Amor à Vida” está mexendo no assunto – que ainda causa muito embaraço no Brasil – com mais afinco. Tanto é que o personagem que mais se destaca é gay.
Mesmo sem cenas de sexo, e nem sequer beijo, a trama vem mostrando algumas intimidades homossexuais. E sem chocar. Para Dani Winits, para se chegar no 'algo a mais' é questão de tempo.
“Creio que seria uma vitória a mais [cenas de sexo homoafetivo]. Porém, a abordagem inteligente e transparente dessas relações já está sendo feita e isso é o que realmente importa.”
Com isso, a atriz vem sentindo um retorno positivo do público gay: “O Walcyr [Carrasco, autor do folhetim] colocou questões bastante em voga hoje em dia e de uma forma tão inteligente e natural que as pessoas passaram a olhar para essas relações com mais inteligência emocional também. É uma vitória contra o julgamento da vida alheia e o preconceito que assola os seres humanos”.
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