Estádio Mané Garrincha apresenta
problemas em segundo evento-teste
problemas em segundo evento-teste
De banho frio dos jogadores a espera em longas filas. Vários problemas marcaram o empate entre Flamengo e Santos, ontem, no Estádio Nacional Mané Garrincha, palco do jogo entre Brasil e Japão na abertura da Copa das Confederações, dia 15. Torcedores reclamaram de numeração errada de algumas cadeiras e até do alto volume do som ambiente. Os organizadores minimizaram os problemas. Segundo eles, as falhas não comprometeram o resultado do evento e serão corrigidas.
— É pra isso que serve o teste — afirmou Thiago Paz, gerente de Operações de Estádio do Comitê Organizador da Copa.Os problemas começaram bem antes do jogo. Torcedores tiveram dificuldade para entrar. Alguns demoraram até três horas para ultrapassar os portões. Num determinado momento, para evitar tumulto, os seguranças afrouxaram a vigilância dos detectores de metais e suspenderam a checagem de regularidade dos ingressos. A partir daí, as filas andaram mais rápido, mas muitos torcedores perderam o início da partida.
Outros reclamaram do pequeno número de guichês nas lanchonetes. A compra de uma ficha de água ou cerveja poderia demorar mais de 20 minutos. Poucos antes do início do jogo, a polícia prendeu cinco cambistas. O secretário de Segurança do DF, Sandro Avelar, disse que não houve registro de brigas. Pouco antes do jogo, autoridades fizeram um acerto prévio para isolar a torcida do Santos numa área, em meio à multidão de torcedores do Flamengo que tomou o estádio.
— Brasília deu um exemplo para o Brasil - disse o secretário.
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