sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Jacaré relembra ‘moquecada’ que levou de Macaco em sua estreia no MMA: ‘Burrice imperou’

Invicto no UFC com duas vitórias, Ronaldo Souza já foi nocauteado no Jungle Fight

Nessa sexta-feira 13 faz 10 anos da estreia de Jacaré no MMA - Erik Engelhart

Há exatos dez anos, o ex-campeão do Strikeforce e atual lutador do UFC, Ronaldo Jacaré fez a sua estreia no MMA. E não poderia ter sido pior. Apesar da inexperiência, o lutador já era bicampeão mundial de jiu-jitsu e talvez por isso tenha sido 'jogado aos leões' na estreia. Ou melhor, ao 'Macaco', o experiente Jorge Patino, que já contava com um cartel de 28 lutas, sendo 23 nocautes no primeiro round.
Em entrevista exclusiva à Ag. Fight, Ronaldo Jacaré relembrou o nocaute que levou do veterano e confessou que “faltou instrução” e a “burrice imperou” naquela primeira edição do Jungle Fight, em plena selva amazônica.
“Fiz tudo errado, me lembro que foi uma bosta (risos) e que ouvi conselhos errados. Faltou alguém chegar para mim e falar: ‘O seu viadinho, vai lá coloca esse cara para baixo e faz o que você sabe’, mas chegou um monte de otário me dizendo que eu tinha é que sair na mão. Faltou uma melhor instrução para mim, o Macaco é um cara duríssimo, está lutando e ganhando até hoje, já tinha uma carreira toda pela frente e era a minha estreia. A burrice imperou”, admitiu.
Depois da estreia com derrota, Jacaré enfileirou nada menos do que dez adversários e passou mais de quatro anos sem relembrar o gosto amargo de uma derrota. Para o faixa-preta, o combate com Jorge Patino Macaco foi mais do que um aprendizado, mas uma honra.
“Após a derrota eu não fiquei para baixo, pois sou um competidor e aquilo só me deu mais força para me aprimorar, acabou que tirei um aprendizado muito grande disso tudo. O que ficou de positivo é que tive o prazer de estrear contra o Macaco”, disse Ronaldo, que não esquece o ‘mata-cobra’ que o nocauteou ainda no primeiro round.
“Depois daquela moquecada que o Macaco me deu meu irmão, se o cara não acorda, ele morre de uma vez né?”, descontraiu.

Pastor Marcos Pereira é condenado a 15 anos de prisão por estuprar fiel

Religioso foi preso em maio; segundo MP, crime ocorreu em 2006 nas dependências da igreja

Pastor Marcos Pereira é condenado a 15 anos de prisão por estuprar fiel

RIO - A juíza Ana Helena Valle, da 2ª Vara Criminal de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, condenou o pastor evangélico Marcos Pereira da Silva a 15 anos de prisão pelo crime de estupro contra uma seguidora da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), presidida pelo religioso. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio, o crime foi cometido no final de 2006, nas dependências da igreja. A defesa de Marcos Pereira vai recorrer da condenação.

"As testemunhas ouvidas relatam com firmeza como o acusado é uma pessoa manipuladora, fria, só pensa em si, utilizando-se das pessoas para satisfazer seus instintos mais primitivos e de forma promíscua, utiliza da boa-fé das pessoas para enganá-las. Pelo exposto e por tudo que dos autos consta, julgo procedente a pretensão punitiva para condenar Marcos Pereira da Silva, como incurso nas penas dos art. 214 c/c art. 226, II, ambos do Código Penal", escreveu a magistrada na sentença.
O religioso está preso desde 7 de maio deste ano. Marcos Pereira teve dois mandados de prisão preventiva expedidos pela 1ª e 2ª varas criminais de São João de Meriti, após duas fiéis de sua igreja dizerem que haviam sido estupradas por ele em depoimento na Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) da Polícia Civil do Rio. O processo na 1ª Vara Criminal continua tramitando. A polícia ainda investiga o suposto envolvimento do pastor em quatro homicídios, além de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.
O advogado Marcelo Patrício, que defende o religioso, classificou de "absurda" a sentença. "Meu cliente foi condenado apenas com base em depoimentos da vítima, que são totalmente contraditórios. Não há nenhuma prova. Além da condenação ser injusta, a pena aplicada é desproporcional. Como ele não tem antecedentes criminais, deveria ter sido condenado à pena mínima. Vamos recorrer", afirmou o advogado.
Marcos Pereira ganhou notoriedade por conseguir convencer criminosos a pôr fim a rebeliões em presídios. Ele chegou a trabalhar junto com a ONG AfroReggae, que se dedica a recuperar moradores de favelas que tiveram envolvimento com o tráfico de drogas. A parceria terminou em fevereiro de 2012, quando José Júnior acusou publicamente o pastor de ter ordenado os ataques realizados por traficantes contra policiais do Rio, em 2006 e 2010. Pereira negou as acusações e processou Júnior por calúnia e difamação, mas o processo foi extinto pela Justiça. Recentemente, Júnior acusou o religioso de estar por trás dos atentados às bases do AfroReggae nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio.
Pastor Preso. Policiais da 34ª Delegacia de Polícia (Bangu) prenderam, nesta quarta-feira (11), o pastor Reinaldo Correia Caetano, de 52 anos. Ele é acusado de ter estuprado uma jovem de 14 anos, fiel de uma igreja evangélica na Favela da Carobinha, em Bangu, na zona oeste do Rio. O religioso foi localizado no município de Cabo Frio, na Região dos Lagos. Contra Caetano foi cumprido mandado de prisão preventiva, expedido pela Justiça. Ele já tinha passagem pela polícia por estelionato.
Taça em Brasília
Começou hoje (12/09) no Rio e percorrerá 89 países o Tour da Taça da Copa do Mundo. A partir de abril, passará pelas 26 capitais brasileiras e pelo Distrito Federal

 Brasília, 12 de setembro de 2013 - Quando a seleção campeã da Copa do Mundo de 2014 comemorar o título no Maracanã, em 13 de julho, o público brasiliense já terá conhecido o troféu. A taça oficial entrou em turnê nesta quinta-feira (12/09) em cerimônia no Rio de Janeiro e passará por 89 países. Quando retornar ao Brasil, em 21 de abril, começará uma viagem nacional pelos 26 estados e pelo Distrito Federal, onde poderá ser vista de perto pelos torcedores.

A cerimônia de lançamento do tour, aos pés do Cristo Redentor, contou com jogadores das cinco conquistas mundiais do Brasil: Zagallo, ponta-esquerda da seleção de 1958; Amarildo “o Possesso”, atacante do time de 1962; Rivellino, meia do título de 1970; Bebeto, atacante na Copa de 1994, e Marcos, goleiro do penta em 2002. 

“Ainda não tivemos a oportunidade de conquistar uma Copa do Mundo em casa, mas agora temos uma nova chance de fazer isso acontecer”, disse Zagallo. Também participaram do evento o vice-presidente e gerente geral da Coca-Cola Brasil para a Copa do Mundo da FIFA 2014, Michel Davidovich, o diretor de marketing da FIFA, Thierry Weil, e o CEO do Comitê Organizador Local (COL), Ricardo Trade.

Roteiro - A taça permanece no Brasil até domingo, quando embarca em direção ao Taiti. De lá, passa por Oceania, América Central, Oriente Médio, África, e faz um pit stop rápido em terras brasileiras, no dia 6 de dezembro. Parte, então, para o Mundo Árabe, percorre a Ásia e as Américas do Sul e do Norte.

No dia 22 de abril, o troféu retorna em definitivo para o país-sede, e começa a turnê pelas 27 capitais brasileiras, em uma segunda viagem de 41 dias. O roteiro nacional ainda não foi definido, mas está garantida a visitação do público em todas as localidades que receberem a taça da Copa.

“Queremos fazer dessa Copa a mais inclusiva de todas. Mais de um milhão de pessoas vão ter a possibilidade de ter contato direto com a taça”, afirmou Michel Davidovich. Ao todo, o símbolo do maior evento de futebol do mundo percorrerá mais de 150 mil quilômetros, o equivalente a quase quatro voltas na Terra.

A taça - Com 36,8 cm de altura e 6,1 quilos, a taça é feita de ouro maciço de 18 quilates e está em "circulação" desde 1974. Criada pelo escultor italiano Silvio Gazzaniga, traz gravados os nomes dos seis países que ganharam o torneio desde então: Alemanha (1974 e 1990), Argentina (1978 e 1986), Brasil (1994 e 2002), Itália (1982 e 2006), Espanha (2010) e França (1998).

Quando o Brasil conquistou o tricampeonato no México, em 1970, trouxe para casa a Taça Jules Rimet. O atual troféu FIFA segue regras diferentes e continuará rodando o mundo até que todos os espaços em sua base sejam preenchidos, em 2038. A taça original permanece no país campeão durante quatro anos, e então é substituída por uma réplica oficial.

Ritmo nacional – A cerimônia também marcou o lançamento da canção “Todo Mundo”, tema da Coca-Cola para a Copa do Mundo. A música com Gaby Amarantos, David Correy e Monobloco pode ser baixada no site oficial da empresa (http://levetodomundo.cocacola.com.br/).

DF







Exposição traz imagens da construção 
de Brasília
BRASÍLIA (12/9/13) – Filmes, fotos e textos que retratam a história da construção de Brasília e dos homens que ajudaram a erguer a capital federal fazem parte da Exposição Interativa: Brasília, a Nova Capital, inaugurada hoje no Memorial JK, para homenagear os 111 anos de Juscelino Kubitschek.
"A juventude precisa conhecer mais essa história e valorizar o patrimônio da nossa cidade, resultado de um trabalho duro do presidente JK, que nos ensinou a não ter medo de desafios" comentou o governador Agnelo Queiroz durante a cerimônia.
 A mostra foi organizada em conjunto pelo Arquivo Público do DF e pela Secretaria de Cultura e contará a história do nascimento do Brasil moderno, quando, em 1956, JK apresentou o Plano de Metas para acelerar o desenvolvimento do país, cuja síntese é a construção de Brasília.
 "Estamos celebrando o meu avô, que teve a coragem de mudar a cara do Brasil. Em seis décadas, ele desenvolveu o que hoje é o Plano Piloto e alinhou o país com o mundo" reforçou a presidente do Memorial JK e neta de Juscelino Kubitschek, Anna Cristina Kubitschek.
Telas interativas levarão o visitante a fazer uma viagem no tempo, desde o sonho de JK, com fotos que mostram o presidente no Planalto Central em 1956 antes de iniciar as obras da capital, e os companheiros de jornada, como Lúcio Costa, Israel Pinheiro e Oscar Niemeyer.
Imagens dos monumentos ainda em construção também estão na exposição, assim como uma linha do tempo, que começa em 1823 com Jose Bonifácio e a primeira ideia de transferir a capital, passa por 1982 com o sonho de Dom Bosco, e chega a 1960, quando Brasília foi inaugurada.
Na mostra, há imagens do grande baile de gala no Palácio do Planalto e as capas dos principais jornais e revistas da época que retrataram a festa de inauguração.
Ao final da solenidade de hoje, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência de Claudio Cohen, apresentou versões das canções Garota de Ipanema e Água de Beber de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Peixe Vivo – a preferida de JK – e Que País é Esse, de Renato Russo.
SERVIÇO:
JK 111 anos: O Realizador. Exposição: Brasília, a Nova Capital
Visitação aberta até 13 de janeiro de 2014
De terça a domingo, das 9h às 18h
Ingressos: R$ 10 (inteira) 
Isabel Freitas, da Agência Brasília

DF






Imagem de Jeova Rodrigues
Este negócio do Supremo Tribunal Federal simplesmente não passa no filtro do bom senso. Se houvesse alguma prova concreta de mensalão, não seriam necessárias milhares de páginas nem tantos anos. Um documento bastaria.
Se fosse justo, não estariam recorrendo a argumentos tão tortos do “deveria saber”, como denuncia Bandeira de Mello. Se fosse honesto, não trataria de maneira tão desigual o processo de Minas Gerais e o atual. Se fosse de bom senso jurídico, seria um julgamento técnico, discreto e direto, e não um teatro nacional, novela de batalha do bem contra o mal.
Se fosse decente, não montariam todo este espetáculo para coincidir com a campanha eleitoral de 2012, culminando numa sexta-feira, véspera da eleição. O que, aliás, pelos resultados, nem deu certo. Se fosse imparcial, como se imagina que a Justiça deveria ser pelo menos um pouco, não seria o processo tão claramente politizado contra o Partido dos Trabalhadores.
 Se fossem tão corruptos, um Genoíno ou um José Dirceu, pelo menos teriam enriquecido um pouquinho. Sequer são acusados disso, não faria sentido. E se o dinheiro foi efetivamente aplicado nas campanhas publicitárias, como está provado com notas fiscais e como todo mundo viu na TV, como pode ter financiado o dito mensalão? Sobraria o “bônus de volume”, uma merreca, que faltou provar que seria dinheiro público.
Na falta de crime, ou de provas, sobrou ódio ideológico. A grande justificativa final de tanta falta de justiça foi repetida por Miguel Reale no Roda Viva: estavam comprando os deputados para votar as leis que queriam, portanto estavam deturpando a política, apropriando-se do poder.
Bem, primeiro, estavam eleitos. Segundo, a própria lógica revela santa simplicidade, ou santa hipocrisia. A moeda de troca com os parlamentares não é nenhum mensalão, mas os cerca de 15 bilhões de reais (só em 2007) que são as emendas parlamentares, com as correspondentes “rachadinhas”, legalmente instituídas, generalizadas a partir de 1993 com os “anões do orçamento”. São 25 emendas por parlamentar.
O que fica claro para mim é que o que a direita não conseguiu ganhar no voto, tenta ganhar nesta aliança estranha de uma mídia comercial desqualificada com um segmento do poder judiciário. E esta mídia, agitando para um povo que anseia por ética, de que finalmente “pegamos os corruptos”, é realmente abaixo da crítica, e não quer ver a corrupção real.
Quando gritam “pega ladrão”, eu prudentemente, com muita coisa vista, e tendo estudado suficiente direito, começo dando uma boa olhada em quem está gritando. Justiça não é teatro.
por Ladislau Dowbor na Carta Maior

BRASIL





Em entrevista, Celso de Mello sinaliza novo julgamento do mensalão

Caberá ao decano da Corte desempatar a discussão sobre a aceitação dos embargos infringentes, o que permitiria a abertura de novo julgamento para 12 dos 25 condenados no processo

+ Celso de Mello sinaliza com novo julgamento
BRASÍLIA - O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), sinalizou há pouco que vai votar na próxima semana a favor de um novo julgamento do processo do mensalão. Em entrevista coletiva ao final da sessão de hoje, no qual o resultado ficou empatado em cinco votos a cinco, Celso de Mello fez referência a uma manifestação que fez no plenário em 2 de agosto de 2012, no primeiro dia do julgamento do processo.
Veja também:
Na ocasião, o ministro disse que a garantia para a "proteção judicial efetiva" dos réus nas ações penais que correm no Supremo é a possibilidade prevista no regimento interno da Corte dos chamados embargos infringentes, o recurso que permitiria um novo julgamento. Essa fala do ministro foi feita em resposta a um pedido de desmembramento do processo para os réus que não detinham foro privilegiado feito pelo ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, advogado de dois ex-dirigentes do Banco Rural.
"Refiro-me à previsão, nos processos penais originários instaurados perante o Supremo Tribunal Federal, de utilização dos "embargos infringentes", privativos do réu, porque somente oponíveis a decisão "não unânime" do Plenário que tenha julgado 'procedente a ação penal'", afirmou Celso de Mello, no ano passado.
Na coletiva, o ministro destacou que é preciso decidir com absoluta independência, mesmo sem "ouvir o que pensa a opinião pública". "Esta é a grande responsabilidade do Supremo Tribunal Federal como órgão de cúpula do poder Judiciário nacional e é uma responsabilidade que se mostra inerente ao desempenho de todos os seus juízes em empates em julgamento", afirmou ele, ao observar que esse tipo de assunto jamais entrou na pauta do tribunal.
Celso de Melo, que declarou estar com o voto já pronto, disse já ter desempatado outros julgamentos de matéria penal, como o recebimento de uma denúncia. Ele disse ter tido na ocasião uma "madruga intensa" de trabalho. Questionado se sente a responsabilidade da decisão, o decano afirmou: "Não, não, nenhuma pressão. A responsabilidade, ela é inerente ao cargo no Judiciário, assim como é inerente a qualquer decisão profissional".

FUTEBOL



3x Jô: Atacante faz hat-trick em 17 minutos, e Atlético-MG atropela o Coritiba

17 minutos. Tempo suficiente para marcar três gols e liquidar uma partida. Duvida? Então, pergunte a Jô...



+ Com 3 de Jô, Galo vence Coritiba


17 minutos. Tempo suficiente para marcar três gols e liquidar uma partida. Duvida? Então, pergunte a Jô. O atacante iniciou, ampliou e sacramentou a vitória do Atlético-MG por 3 a 0 sobre o Coritiba, nesta quinta-feira, no Independência, em 17 minutos.
O primeiro saiu aos 22 da primeira etapa. Fernandinho fez jogada individual e cruzou rasteiro. Jô, então, abriu o placar. Três minutos mais tarde, para os mais desatentos, o lance parecia replay. Mas não era. Lançamento de Ronaldinho Gaúcho, cruzamento rasteiro de Fernandinho e...gol de Jô.
Já no final do primeiro tempo, aos 39, desta vez foi o próprio Jô que recebeu lançamento, viu Vanderlei adiantado e simplesmente encobriu o goleiro do time paranaense. Nada mal para quem, 48 horas antes, esteve em campo com a camisa da seleção brasileira em Boston (Estados Unidos) e até fez gol na vitória sobre Portugal.
A "noite mágica" de Jô rendeu ao Atlético seis posições, agora é o décimo na tabela, com 25 pontos. Já o Coritiba, que nada pôde fazer para conter o atacante, permanece em oitavo, mas estaciona nos 28 pontos.
Depois de 69 minutos, aos 24 da etapa final, Jô deixou o campo para o lugar de Alecsandro. Sem problemas. Afinal, é melhor poupar o atacante para que, quem sabe, ele volte a se inspirar no próximo domingo, quando o Atlético-MG vai até Porto Alegre enfrentar o Grêmio. Já o Coritiba joga no mesmo dia, recebendo o Bahia, no estádio Couto Pereira.
O jogo
Atuando em casa e precisando da vitória para deixar a zona de rebaixamento, o Atlético-MG iniciou o duelo contra o Coritiba com uma postura bastante agressiva, em busca do gol. Fernandinho e Luan foram bastante acionados pelos lados do campo, com Jô centralizado e Ronaldinho organizando o meio-campo.
Este foi o desenho tático do Atlético-MG e foi responsável pelas principais jogadas ofensivas do time mineiro. Já o Coritiba se preocupou em primeiro lugar em não sofrer o gol, com isso, as linhas de marcação se apresentaram bem compactadas, reduzindo os espaços da equipe mineira. O contra-ataque foi a estratégia usada para tentar surpreender os donos da casa.
Isso quase aconteceu aos dez minutos, quando o time paranaense encaixou uma boa jogada com Robinho, que deu assistência para Bill, que finalizou no canto de Victor, que fez grande defesa, evitando a abertura do marcador. Apesar desta chance, foi o Atlético-MG que criou as melhores chances de gol, dominando a posse de bola usando os lados do campo.
O grande problema do Atlético-MG foi o excesso de passes errados, que resultou na diminuição do poder ofensivo. Já o Coritiba sentiu as ausências de jogadores importantes, caso principalmente do maestro Alex, que foi poupado do duelo no Horto. Sem o craque, os visitantes não tiveram inspiração, assistindo passivamente o domínio alvinegro.
A insistência do Atlético-MG foi premiada aos 23, quando melhorou o passe e Fernandinho arrancou pela esquerda e cruzou na medida para o avante Jô, que balançou a rede no Independência, desencantando no Brasileiro. Inspirado pela passagem na seleção brasileira, Jô voltou a brilhar dois minutos depois, aproveitando mais uma bela jogada de Fernandinho e fuzilando o goleiro Vanderlei para dilatar o placar e levar a torcida à loucura no Horto.
Iluminado, Jô queria mostrar todo seu repertório, e aos 39, voltou a deixar sua marca, marcando o terceiro gol dele e do Atlético-MG na partida. Marcos Rocha acertou lançamento preciso para o matador alvinegro, que usou a categoria para tocar por cobertura, na saída do goleiro do time paranaense, praticamente liquidando a fatura no primeiro tempo.
Apesar da boa vantagem obtida nos 45 minutos iniciais, o Atlético-MG não quis saber de acomodação, e continuou com as rédeas da partida na etapa final. Aos poucos, o Atlético-MG foi diminuindo o ritmo intenso imprimido durante todo o tempo, mas nem assim, o Coritiba conseguiu criar grandes oportunidades contra o goleiro Victor.
Desgastado com os jogos defendendo o Brasil, Jô foi substituído na parte final do jogo por Alecsandro. O avante deixou o campo ovacionado pela torcida. Com seu principal atacante fora do jogo, os atleticanos passaram a controlar o jogo, mas criando chances de ampliar que não foram aproveitadas.
FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-MG 3 X 0 CORITIBA
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 12 de setembro de 2013 (quinta-feira)
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Paulo Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e José Antônio Chaves Franco Filho (RS)
Cartões amarelos: Pierre, Fernandinho, Josué, Neto Berola e Alecsandro (Atlético-MG); Willian, Escudero e Lincoln (Coritiba) 
Gols:
ATLÉTICO-MG: Jô, aos 22, aos 25 e aos 39 minutos do primeiro tempo
ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Júnior César; Pierre, Josué, Ronaldinho e Luan (Dátolo); Fernandinho (Neto Berola) e Jô (Alecsandro)
Técnico: Cuca
CORITIBA: Vanderlei; Vinícius (Gil), Luccas Claro, Chico e Escudero; Willian, Uelliton, Robinho e Lincoln; Vitor Júnior (Zé Rafael) e Bill (Jânio)
Técnico: Marquinhos Santos

FUTEBOL





Em casa, Flamengo bate 'cansado' Santos e salta cinco posições na tabela

Flamengo e Santos estrearam no segundo turno do Campeonato Brasileiro de 2013 com objetivos diferentes. Com 28 pontos, o time visitante mirava o G-4...

+ Fla derrota o Santos e respira

Flamengo e Santos estrearam no segundo turno do Campeonato Brasileiro de 2013 com objetivos diferentes. Com 28 pontos, o time visitante mirava o G-4. E os mandantes, com apenas 22, buscavam fugir da zona de rebaixamento. Melhor para o Flamengo, que venceu por 2 a 1, chegou aos 25 pontos e ganhou fôlego na tabela. Agora, o time está em 11o lugar. Já o Santos permaneceu com os mesmos 28 pontos e é o sétimo. 
Em uma verdadeira maratona de três jogos em menos de uma semana, o técnico Claudinei Oliveira manteve apenas seis jogadores do time que vencera o Internacional na última terça-feira: Aranha, Cicinho, Gustavo Henrique, Alison, Cícero e Thiago Ribeiro. Com fôlego renovado.
No Flamengo, Mano Menezes voltou a modificar o time e barrou Luiz Antonio e Rafinha, em relação à equipe que perdeu para o Cruzeiro no último domingo. Paulinho e Carlos Eduardo assumiram as vagas de titulares.
O duelo no Maracanã também ficou marcado como o reencontro entre o meia Renato Abreu e a torcida do Flamengo. Uma torcida organizada chegou a levar uma faixa com os dizeres: 'Obrigado, Renato'. Demitido do clube no dia 17 de junho, ele agradeceu ao carinho da torcida.
Na próxima rodada, o Flamengo vai até Campinas enfrentar a Ponte Preta, enquanto o Santos recebe o Botafogo, na Vila Belmiro.
O jogo
A partida do Maracanã começou de forma bem truncada, com os times estudando um ao outro. Em casa, coube ao Flamengo tomar a iniciativa e agredir o adversário. Aos sete minutos, Elias achou Gabriel entre a zaga santista, mas o camisa 10 rubro-negro se enrolou com a bola e chutou para fora. Aos 11 minutos, pelo lado direito, Paulinho foi rápido, invadiu a área, deu um corte seco em Durval e, de frente para Aranha, bateu forte por cima do ângulo esquerdo.
Apesar da ótima chance perdida, a torcida do Flamengo acordou e passou a apoiar o time com maior barulho. O Santos, retraído, apenas tentou um chute com Renê Júnior, que passou bem acima do gol, aos 14 minutos. Com a superioridade na partida, não tardou ao Flamengo abrir o placar. Aos 19 minutos, Léo Moura avançou pela direita, tocou para Hernane, no meio da área. O Brocador tentou dar mais de um toque na bola e até driblou Aranha, mas perdeu o domínio. Na sobra, Léo Moura bateu para o gol vazio e fez o Maracanã ecoar o grito de gol. 1 a 0.
Ao Santos não coube outra alternativa a não ser tentar o ataque. Aos 24 minutos, Cícero, o jogador mais lúcido do time, avançou pelo lado direito e, na área, bateu forte, de direita, por cima do gol de Paulo Victor. Aos 31 minutos, Thiago Ribeiro fez boa jogada pelo lado esquerdo, driblou Wallace com facilidade, mas acabou travado na hora do chute por Gabriel.
Com maior posse de bola, o Flamengo tentava ampliar o placar diante dos gritos de Mano Menezes na área técnica. E quase conseguiu aos 41 minutos, quando Cáceres foi para o lado esquerdo, driblou um adversário e cruzou rasteiro. Hernane tentou de letra e furou. Paulinho tentou chegar e não conseguiu. E o primeiro tempo terminou com uma cobrança de falta de Renato Abreu na arquibancada. Ironicamente, a torcida gritou seu nome. Ainda assim, o meia agradeceu.
No segundo tempo, os times voltaram sem alterações. O Flamengo continuou com mais posse, mas pecava tecnicamente. Até que aos dez minutos, em bola roubada, Paulinho avançou pela direita e lançou Carlos Eduardo. O meia-atacante, muito xingado pela arquibancada, cruzou na medida para Hernane, com um toque só, escorar para o gol. Flamengo 2 a 0. E o Brocador, com o sexto gol na competição, pediu aos torcedores carinho com Carlos Eduardo. Não deu nem tempo.
Logo na saída de bola, o Santos rumou ao ataque e contou com uma ajuda rubro-negra. Everton Costa, até então desaparecido, deu um corte para o lado direito na grande área e foi derrubado por um carrinho de Samir. Pênalti claro que Cícero converteu no canto esquerdo de Paulo Victor aos 12 minutos. 2 a 1.
Com o time cansado pela maratona, Claudinei Oliveira fez duas substituições. Saíram de campo Everton Costa e Alison para as entradas de Willian José e Gabriel, dois atacantes. O Santos passou a pressionar mais o Flamengo no campo adversário. Mas desta forma abria espaços para contra-ataques. Puxados por Paulinho e Carlos Eduardo, no entanto, eles paravam nos pés adversários.
Mano, então, foi obrigado a mexer. Com dores na coxa esquerda, Léo Moura, principal opção ofensiva do time no jogo, acabou sacado para a entrada de Luiz Antonio. Aos 36 minutos, Thiago Ribeiro chutou de fora da área, a bola quicou e quase enganou Paulo Victor, mas acabou do lado de fora.
Aos 38 minutos, uma chance incrível. Hernane tocou para Carlos Eduardo na grande área. O camisa 20 deu um chapéu no adversário e tocou para Paulinho. De frente para o goleiro, o atacante bateu para fora e deixou desesperados os torcedores na arquibancada.
Aos 46 minutos, Luiz Antonio cobrou falta com perigo e Aranha espalmou para escanteio. Mas os rubro-negros desejavam apenas o fim dos acréscimos. Enfim, Sandro Meira Ricci apitou. 
FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO 2 X 1 SANTOS
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 12 de setembro de 2013
Horário: 21 horas
Árbitro: Sandro Meira Ricci (PE)
Assistentes: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Rafael da Silva Alves (RS)
Cartões amarelos: Carlos Eduardo, Cáceres e Elias (FLA) e Gabriel (SAN)
Renda e público: R$ 669.520,00 / 16.203 pagantes / 20.780 / 1.552 cadeiras cativas /2.799 gratuidades
Gols: Léo Moura (FLA), aos 19 minutos do primeiro tempo; Hernane (FLA), aos dez minutos, e Cícero (SAN), aos 12 minutos do segundo tempo.
FLAMENGO: Paulo Victor, Léo Moura (Luiz Antonio), Wallace, Samir e André Santos; Cáceres, Elias, Gabriel (Rafinha) e Paulinho (João Paulo); Carlos Eduardo e Hernane.
Técnico: Mano Menezes
SANTOS: Aranha; Cicinho, Gustavo Henrique, Durval e Mena (Emerson); Renê Júnior, Alison (Gabriel), Cícero e Renato Abreu; Thiago Ribeiro e Everton Costa (Willian José).
Técnico: Claudinei Oliveira

FUTEBOL



São-paulinos fazem festa para Muricy e veem vitória sobre a Ponte Preta

Um bom público foi ao Morumbi para gritar o nome de Muricy Ramalho, nesta quinta-feira, e de presente ganhou uma vitória do São Paulo...


Tricolor fica perto de deixar Z-4+ Fla derrota o Santos e respira+ Com 3 de Jô, Galo vence Coritiba

Um bom público foi ao Morumbi para gritar o nome de Muricy Ramalho, nesta quinta-feira, e de presente ganhou uma vitória do São Paulo. Na volta de Muricy ao clube que chama de sua casa depois de quatro anos, o Tricolor bateu a Ponte Preta por 1 a 0, gol de Luis Fabiano, e ganhou fôlego no Campeonato Brasileiro depois de perder para Criciúma e Coritiba. Foi a sétima derrota consecutiva dos campineiros, assim como o São Paulo, na zona de rebaixamento.
O time da casa cansou de perder gols no primeiro tempo e deixou seu torcedor preocupado no intervalo. Logo na volta do vestiário, contudo, Luis Fabiano recebeu ótima enfiada de Ganso e marcou pela quinta vez na Série A.
O gol foi do atacante que é ídolo da torcida, mas quem saiu ovacionado do jogo foi mesmo Muricy, tricampeão brasileiro no Morumbi entre 2006 e 2008.
O São Paulo ainda não sai da zona de rebaixamento com o resultado. É o 18° colocado, com 21 pontos, dois a menos que o Fluminense, primeira equipe fora do Z-4. A Ponte vem logo atrás, com 15 pontos.
Às 16h do próximo domingo, horário de Brasília, as duas equipes enfrentarão times do Rio de Janeiro. A Ponte recebe o Flamengo, enquanto o São Paulo visita o Vasco, em São Januário, sem Denilson, expulso nesta quinta e suspenso, e sem Wellington, com problema digestivo.
O jogo
Muricy Ramalho negou do dia da sua apresentação até minutos antes do jogo que escalaria a equipe assim, mas o que se viu no gramado foi um São Paulo com três zagueiros, como nos velhos tempos do treinador no Morumbi, com Paulo Miranda, Rodrigo Caio e Antônio Carlos. Caramelo ocupou a vaga que seria de Paulo Miranda na lateral-direita, e Welliton substituiu Aloisio, desfalque de última hora por amigdalite. O 3-5-2 não significou um time menos ofensivo. Os donos da casa dominaram completamente o primeiro tempo e não souberam aproveitar a fraqueza do adversário. Foram 13 arremates somente nos 45 minutos iniciais.
A Ponte falhou no ataque, e armou contra-ataque para o São Paulo aos oito minutos. Welliton chutou forte de dentro da área, e Roberto espalmou para escanteio. Aos 17, Roberto fez outra bela defesa em cabeçada de Antônio Carlos. Quatro minutos depois, foi Luis Fabiano quem exigiu do goleiro ponte-pretano ao finalizar de primeira cruzamento rasteiro de Caramelo.
Welliton foi acionado por Ganso aos 24 e quase na pequena área mandou a bola por cima do travessão. Luis Fabiano ainda perdeu mais um. Exagerou nos dribles em frente à área e foi bloqueado por Ferron. Robertou jogou outro chute para escanteio, de Denilson, antes do intervalo. Mas quem chegou por último ao ataque foi o time de Campinas. Em um raro momento de organização do ataque visitante, Chiquinho cruzou, e Willian cabeceou rente à trave esquerda de Rogério.
O gol tricolor finalmente saiu aos dois minutos da etapa final. Ganso dominou de costas para a defesa e deu ótimo passe para Luis Fabiano ‘cutucar' para a rede. ‘Entregue' em campo, a Ponte até assustou em chute de Artur dentro da pequena área no travessão, fruto de bate-rebate após cruzamento. Rildo também cabeceou à queima-roupa para defesa de Rogério. Aparentando cansaço, o São Paulo voltou a levar perigo aos 28 minutos. Luis Fabiano recebeu mais uma assistência de Ganso e chutou forte. Roberto, de novo ele, rebateu.
A Ponte se lançou para o ataque nos minutos finais e levou bastante perigo. No lance mais claro, Reinaldo quase fez contra aos 44. Denilson foi expulso tentando matar contra-ataque aos 46 e aumentou a apreensão. Mas os são-paulinos saíram do Morumbi aliviados.
FICHA TÉCNICA:
SÃO PAULO 1 X 0 PONTE PRETA
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 12 de setembro de 2013, quinta-feira
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza (SP)
Assistentes: Herman Brumel (SP) e Daniel Marques (SP)
Cartões amarelos: Denilson (São Paulo); Baraka (Ponte Preta)
Cartão vermelho: Denilson (São Paulo)
Gol:
SÃO PAULO: Luis Fabiano, aos dois minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rodrigo Caio e Antônio Carlos; Caramelo (Jadson), Denilson, Maico, Ganso (Lucas Evangelista) e Reinaldo; Welliton (Negueba) e Luis Fabiano
Técnico: Muricy Ramalho
PONTE PRETA: Roberto; Artur, Betão, Ferron e Uendel; Baraka, Magal (Rildo), Fellipe Bastos e Adrianinho (Brian Sarmiento); Chiquinho (Adaílton) e William. Técnico: Jorginho

Veja fotos da vitória do São Paulo sobre a Ponte Preta

BRASIL



Decisão sobre recursos do mensalão fica para o dia 18

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o acolhimento dos chamados embargos infringentes, e consequentemente...



Sessão desta quinta terminou com empate de 5 a 5+ Celso de Mello sinaliza com novo julgamento

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o acolhimento dos chamados embargos infringentes, e consequentemente sobre um novo julgamento do processo do mensalão, ficou para a próxima quarta-feira, 18. A discussão está empatada em 5 a favor e 5 contra um novo julgamento. O ministro Celso de Mello será o voto de Minerva.
Após intervalo da sessão, o Supremo Tribunal Federal retomou o julgamento, com o voto do ministro Marco Aurélio Mello, que se posicionou contra o uso do recurso.
"Os olhos da nação estão voltados para este julgamento", disse Marco Aurélio. Segundo ele, não cabe, sob pena de insegurança jurídica, mudar as regras no meio do jogo. "Sinalizamos para a sociedade brasileira uma correção de rumo, pelo menos para os nossos bisnetos, já não falo para os nossos filhos, para os nossos netos. Mas essa sinalização está muito próxima para ser afastada. (...) Que responsabilidade, ministro Celso de Mello", afirmou Marco Aurélio.
O ministro Gilmar Mendes lembrou sobre a repercussão que a decisão terá na magistratura como um todo, uma vez que "o tribunal rompeu com a tradição da impunidade."
Para rebater a crítica, o ministro Luís Roberto Barroso fez um aparte ao voto de Marco Aurélio. "Como quase tudo o que faço na vida, faço porque acho certo", afirmou Barroso, que foi o primeiro a abrir a divergência e se posicionou a favor da possibilidade do novo julgamento do processo do mensalão.
"Mudança na regra do jogo? Vejo que é um novato que parte para a crítica para o próprio colegiado, como partiu em votos anteriores, no que chegou a apontar que, se estivesse a julgar, não decidiria da forma como decidido", argumentou Marco Aurélio. Barroso tomou posse como ministro do STF em junho de 2013, sendo o mais novo membro do Supremo.
Dúvida
Para que a tese de um novo julgamento prevaleça é preciso, no mínimo, o apoio de seis dos 11 ministros que integram a Corte.
A polêmica entre os ministros está no fato de que se por um lado a lei 8.038, de 1990, que regula alguns aspectos do STF, teria revogado o uso dos embargos infringentes, por outro, ele está previsto no regimento interno da Corte. A dúvida suscitada por alguns ministro é qual regra deverá prevalecer.
Antes de Marco Aurélio, se posicionaram a favor dos embargos infringentes os ministros Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. Em contrapartida, votaram contra o presidente do STF e relator da ação, Joaquim Barbosa, os ministros Marco Aurélio, Luiz Fux e Gilmar Mendes e a ministra Cármen Lúcia.
Os embargos infringentes têm o poder de alterar a decisão tomada pelo plenário do STF no julgamento do processo do mensalão realizado no ano passado, mas só podem ser utilizados pelos réus que receberam ao menos quatro votos pela sua absolvição. Neste grupo estão 12 dos 25 réus condenados. Entre eles o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, o deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) e o publicitário Marcos Valério.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

BRASIL

IMAGENS DA VIDA SELVAGEM SÃO IMPRESSIONANTES





‘Cold-blooded killing’ (‘Matança a sangue frio’), de Alejandro Prieto, veio do México




A foto de Diana Rebman, ‘Twin Hope’, mostra uma gorila das montanhas segurando seus gêmeos em parquet nacional na Ruanda. Ela foi premiada por retratar uma espécie em extinção

Estas imagens são a prévia da exibição no Museu de História Natural de Londres, que contará com 100 fotos premiadas. Esta imagem de um dugongo cercado por mergulhadores foi premiada na categoria ‘World in Our Hands‘ (ou ‘mundo em nossas mãos’)


O concurso é realizado há 49 anos e recebe inscrições de fotógrafos profissionais e amadores. Um grupo de especialistas julga as imagens, que são selecionadas de acordo com criatividade e complexidade técnica. A foto tirada por Valter Bernardeschi, de um urso capturando um salmão, venceu na categoria dos mamíferos



A exposição celebra a riqueza da fauna presente no planeta, além de sublinhar sua fragilidade. A foto de Michael Nichols, com dois leões tomando chuva em parquet nacional da Tanzânia, foi premiada na categoria que envolve animais no meio ambiente



Eye of a toad’ (‘Olho de um Sapo’), do polonês Łukasz Bożycki, também foi premiada



‘Harvest gold’ é a foto de Etienne Francey, da Suíça. Foi premiada na categoria que envolve fotógrafos de 15 a 17 anos


‘Pearls of Spring’ (‘Pérolas da Primavera’), de Solvin Zankl, da Alemanha, levou prêmio na categoria de fotos aquáticas


‘Primate moments’ (‘Momentos Primatas’), do português Marcos Sobral, foi premiado na categoria de animais selvagens em ambientes urbanos




Magic mushrooms’ (‘Cogumelos Mágicos’) é de Agorastos Papatsanis, da Grécia


Leão escala uma árvore no Parque Nacional Rainha Elizabeth, na Uganda


Jacaré mostra todos os seus dentes em banco de areia no rio Tuichi, que fica no parque nacional Madidi, na Bolívia


Câmera flagra o momento de caça de um tigre da Sumatra, na Indonésia



Morcegos mexicanos saem da caverna do rio Eckert James, em Texas



Guaxinim curioso dá uma espiada em George West, Texas


Hienas são flagradas na Reserva Nacional Masai Mara, no Quênia. A foto noturna foi tirada com a ajuda de um intensificador de imagens, sem luzes artificiais


Um társio escala uma árvore em Sabah, na Malásia


Leoas correm sob o luar no Parque Nacional de Serengeti, na Tanzânia


Castor masca um pedaço de madeira no Alasca


Voo do esquilo é flagrado com uma semente na boca


Jacarés do Pantanal são flagrados num mergulho noturno


Otócion, mamífero canídeo da África, é clicado no deserto do Kalahari, na África


Coruja é fotografada na Nova Zelândia


Lince do deserto é fotografada sob uma árvore no Parque Nacional Kavir, no Irã




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Espécie de marsupial é flagrada no deserto da Austrália


Lêmure é animal típico de Madagascar


Fossa é um mamífero carnívoro típico das florestas de Madagascar


Leopardo é fotografado no Parque Nacional Chobe, em Botsuana


Danilo Gentili diz que nunca ficou com Dani Calabresa porque ela "era gorda"

Apresentador já conhecia a humorista antes da fama

FAMOSIDADES

SÃO PAULO - Danilo Gentili resolveu tirar sarro de suas colegas humoristas, dizendo que não ficaria com nenhuma delas por serem feias.
"Cara, mulher humorista é tudo feia. Não dá, velho!", disse o apresentador, em entrevista à revista "Playboy".
Ainda sobre relacionamentos, o moço fez questão de alfinetar Dani Calabresa, de quem é amigo há muito tempo - ambos são da cidade de Santo André, São Paulo.
Questionado se algo mais teria rolado entre os dois, Gentili foi categórico: "Nunca comi. Até porque antes de casar ela era gorda".
E completou: "Agora você fala: 'Olha, ela está gostosinha!'. Mas ela era gorda, cara. Ela era a amiga gordinha, nunca rolou nada".