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segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Careca do INSS omitiu da Receita apartamento nos EUA

BRASIL

Lobista preso pela PF

Imagem Reprodução Câmara dos Deputados 


O empresário e lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, não informou à Receita Federal a compra de um apartamento de US$ 610 mil em Sunny Isles, na Flórida, nem as empresas que fundou nos Estados Unidos. A omissão foi detectada na declaração de imposto de renda de 2025, encaminhada à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, que investiga fraudes bilionárias em descontos de benefícios de aposentados e pensionistas.

Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, deixar de declarar bens e negócios no exterior pode caracterizar omissão patrimonial e evasão de divisas, especialmente quando há movimentações financeiras internacionais associadas. A legislação brasileira exige que todo contribuinte relacione à Receita Federal os bens adquiridos, no Brasil ou fora dele, até 31 de dezembro do ano-base.

Em depoimento à CPMI, Antunes admitiu ser dono do imóvel. “Imóveis na Flórida, tenho – tenho, sim. Tenho um apartamento em Sunny Isles. Vendi um imóvel em Vicente Pires, no valor de R$ 3,5 milhões, quantia correspondente ao que usei na compra lá”, disse o lobista.

O empresário foi preso em setembro, durante a Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, por risco de fuga e ocultação de patrimônio. Ele é apontado como uma das figuras centrais da Farra do INSS, esquema que desviou milhões de reais em descontos indevidos de beneficiários do sistema previdenciário.

Na declaração enviada ao Fisco, o lobista afirmou possuir R$ 2,5 milhões em espécie, além de 30 mil dólares e 28,5 mil euros em dinheiro vivo — mas não listou o imóvel nos EUA. Também declarou uma mansão em Brasília, cinco carros de luxo, aplicações financeiras e empresas registradas no Brasil.

Documentos obtidos pela CPMI mostram que o patrimônio de Antunes cresceu 5.884% em três anos, saltando de R$ 159 mil em 2021 para R$ 9,5 milhões em 2024 — justamente durante o auge das fraudes investigadas pelo Ministério Público e pela PF.


MEON

Petro retira embaixador dos EUA após troca de ofensas com Trump: ‘Traficante de drogas ilegal’

MUNDO

Decisão foi tomada após troca de farpas com Trump


Donald Trump e Gustavo Petro Uol Notícias


Presidente colombiano reagiu após Donald Trump suspender ajuda financeira à Colômbia dizendo que o país sul-americano estaria fomentando a produção de drogas.

 O embaixador Daniel García Peña já retornou a Bogotá e o governo de Gustavo Petro deve anunciar novas medidas ainda nesta segunda-feira, 20. A tensão marca o pior momento diplomático entre os dois países, historicamente aliados.


Fonte: Portal Terra

domingo, 19 de outubro de 2025

EUA realizam novo ataque contra barco no Caribe suspeito de levar drogas

MUNDO

Secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que embarcação era afiliada a uma organização terrorista colombiana

(Foto: Elizabeth Frantz/Reuters)

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, anunciou neste domingo (19) que o país realizou um ataque na sexta-feira (17) contra um navio que autoridades de inteligência americanas acreditavam estar envolvido com o tráfico ilegal de drogas no Caribe.

Hegseth escreveu em uma publicação no X que a embarcação era afiliada a uma organização terrorista colombiana e tinha "quantidades substanciais de narcóticos" a bordo. Ele disse que os três homens a bordo foram todos mortos e que nenhuma força americana ficou ferida.


Este é o sétimo ataque conhecido de uma série de ataques recentes das Forças Armadas dos EUA contra embarcações que, segundo o governo Trump, estão envolvidas com o tráfico de drogas. O ataque ocorre dias após outro ataque a um suposto barco de drogas, que, segundo a CNN, pareceu ser a primeira vez em que um ataque não matou todos a bordo.

"Esses cartéis são a Al-Qaeda do Hemisfério Ocidental, usando violência, assassinato e terrorismo para impor sua vontade, ameaçar nossa segurança nacional e envenenar nosso povo", escreveu Hegseth. "As Forças Armadas dos Estados Unidos tratarão essas organizações como os terroristas que são — elas serão caçadas e mortas, assim como a Al-Qaeda."


CNN



Lula pretende fazer apelo a Trump para que não intervenha na Venezuela, dizem auxiliares

 INTERNACIONAL 

Imagem reprodução Infomoney


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) planeja comentar a crise na Venezuela no encontro presencial com Donald Trump, ainda sem data marcada. Em meio à escalada das tensões entre Washington e Caracas, auxiliares de Lula afirmam que o presidente brasileiro pode usar um tom de alerta sobre a situação.

Lula quer deixar claro a Trump que uma intervenção militar americana na Venezuela irá desestabilizar toda a região, criando um cenário mais propício para as atividades de narcotraficantes.

Na quarta-feira (15), o presidente Donald Trump afirmou ter autorizado operações secretas da CIA em território venezuelano e disse estar estudando ataques terrestres contra cartéis do país.

Para o governo de Nicolás Maduro, trata-se de uma agressão que busca promover uma mudança de regime para se apoderar do petróleo venezuelano.

Nas últimas semanas, os militares norte-americanos executaram ataques na região contra embarcações supostamente dedicadas ao narcotráfico. Os ataques mataram pelo menos 27 pessoas.

Intervenção militar

A tensão na região preocupa o Palácio do Planalto. Fontes ouvidas pela reportagem, no entanto, não acreditam que Trump ordenaria uma intervenção militar na Venezuela, por ser um ato incoerente com um desejo do mandatário norte-americano de receber o Nobel da Paz.

No encontro que pretende ter ainda este ano com Trump, Lula deseja tentar convencê-lo de que as ações na Venezuela podem provocar um efeito contrário aos objetivos mencionados por Washington.

De acordo com fontes diplomáticas, o Brasil tem sido cauteloso por não ter ainda total clareza dos objetivos e das intenções da Casa Branca com a Venezuela. Também há dúvidas se Caracas e Washington mantêm algum canal de diálogo.

O Brasil admite atuar como mediador da crise desde que seja manifestado o desejo de ambas as partes. Até o momento, o governo brasileiro não postulou cumprir esse papel.

Para auxiliares de Lula, o cenário mais provável é de um conflito de “baixa intensidade”, com ações pontuais de Washington para pressionar e sabotar o regime de Maduro, estimulando uma reação popular dos opositores.

O governo brasileiro não crê numa invasão territorial ou numa operação coordenada por forças americanas para capturar Maduro, a exemplo do que os Estados Unidos fizeram no Panamá em 1989, contra o então presidente Manuel Noriega.

sábado, 18 de outubro de 2025

Trump dá alívio tarifário para veículos nos EUA e emite novas tarifas para caminhões

 MUNDO

FOTO REPRODUÇÃO BLOGO DO CAMINHONEIRO


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira um decreto que impõe uma tarifa de 25% sobre caminhões médios e pesados importados e de 10% sobre ônibus, que entrarão em vigor em 1º de novembro. 

O anúncio ocorre depois de a administração Trump ter iniciado, neste ano, uma investigação com base na chamada Seção 232, referente às importações de caminhões, para determinar seus efeitos sobre a segurança nacional. 

No entanto, essas novas tarifas não serão aplicadas integralmente aos caminhões provenientes do Canadá e do México, desde que sua produção atenda aos critérios estabelecidos no tratado de livre comércio entre os três países (T-MEC), segundo declarou um funcionário americano.

Nesse caso, apenas as peças não fabricadas nos Estados Unidos estarão sujeitas à tarifa de 25%. Mas, por enquanto, elas permanecem isentas, enquanto o Departamento de Comércio define como o imposto será aplicado.

 De acordo com a consultoria Capital Economics, os Estados Unidos importam 78% de seus caminhões do México e 15% do Canadá. Já no caso dos ônibus, a tarifa de 10% será aplicada integralmente aos veículos provenientes dos dois países vizinhos, independentemente de estarem incluídos no T-MEC ou não. 

A Casa Branca aproveitou o decreto para atender a um pedido da indústria automotiva e prorrogou até 2030 a dedução de 3,75% sobre o preço de catálogo que os fabricantes podem aplicar a automóveis produzidos nos Estados Unidos que contenham peças importadas. Inicialmente prevista para vigorar por um ano, a dedução foi adicionada a pedido do setor automotivo com o objetivo de reduzir o impacto das tarifas sobre os fabricantes de automóveis. 

Ela será aplicada nas mesmas condições aos caminhões fabricados nos Estados Unidos.

quinta-feira, 16 de outubro de 2025

Ouro renova recorde e vai a US$ 4,3 mil

MERCADOS 

ouro, considerado um dos ativos mais seguros do mundo, renovou o recorde histórico nesta terça-feira (14), pela segunda sessão consecutiva, com a escalada da tensão comerciais entre Estados Unidos e China.

Imagem reprodução  Vietnam

O enfraquecimento do dólar após novas declarações do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, também contribuiu para o desempenho do metal precioso.

O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em dezembro, fechou com alta de 0,73%, a US$ 4.163.40 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.

Durante a sessão, o ouro também renovou a máxima histórica intradia ao atingir a cotação de US$ 4.190,90 por onça-troy.


O que mexeu com o ouro?

A forte valorização do ouro foi impulsionada, mais uma vez, pela crescente aversão a risco dos investidores globais.

A escalada da tensão comercial entre os Estados Unidos e a China ganhou um novo desdobramento nesta terça-feira (14). Hoje, os dois países começaram a cobrar taxas portuárias adicionais de transporte marítimos, depois de um breve alívio no último fim de semana.

A China disse que começou a cobrar taxas especiais sobre navios de propriedade, operados, construídos ou com bandeira dos EUA, mas esclareceu que os navios construídos no país estarão isentos das taxas.

Vale lembrar que na última sexta-feira (10), o presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou impor uma tarifa adicional de 100% sobre os produtos chineses em retaliação às restrições impostas por Pequim às exportações de terras raras.

O enfraquecimento do dólar também continua a contribuir para o desempenho do ouro, em meio a expectativas de corte nos juros nos EUA.

No início da tarde, o presidente do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) afirmou que fim do esforço de longa data do BC para reduzir o tamanho de seus ativos, conhecido como aperto quantitativo (QT), pode estar se aproximando.

“Começaram a surgir alguns sinais de que as condições de liquidez estão se tornando gradualmente mais restritivas, incluindo uma firmeza geral das taxas de recompra, juntamente com pressões mais perceptíveis, porém temporárias, em datas selecionadas”, disse Powell durante o evento promovido pela Associação Nacional de Economia Empresarial (Nabe, na sigla em inglês). 

O processo QT, que vem sendo executado desde 2022, foi projetado para remover quantidades excessivas de liquidez que o Fed adicionou aos mercados financeiros durante a pandemia da Covid-19.

As compras em larga escala de títulos do Tesouro e hipotecários tinham como objetivo estabilizar os mercados e fornecer estímulo quando a meta de taxa de curto prazo do Fed estava em níveis próximos a zero.



*Com informações de Reuters


segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Trump e Netanyahu discursam no Parlamento de Israel e se encontram com reféns

 MUNDO

Presidente americano foi ovacionado e disse que o acordo de paz representa uma 'incrível conquista' para o mundo.

O presidente americano, Donald Trump, é ovacionado de pé no Parlamento israelense — Foto: SAUL LOEB / AFP



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi recebido nesta segunda-feira (13) com aplausos na Knesset, o Parlamento de Israel, onde fará discurso sobre o fim da guerra em Gaza. Em trecho divulgado à imprensa, o líder americano deve dizer que o acordo de paz representa uma "incrível conquista para Israel e para o mundo".

Netanyahu abriu sua fala em hebraico dando boas-vindas ao presidente americano que foi ovacionado pelos presentes. O primeiro-ministro israelense ressaltou que ele foi fundamental para o retorno dos reféns e que estará para sempre na história de Israel e do mundo.

Após agradecer o apoio pelo reconhecimento da Judéia e da Samara, cidades consideradas ancestrais pelo povo judeu, citou os Acordos de Abraão, a saída do acordo nuclear com o Irã e a promoção da operação “Martelo da Meia-noite” para dizer que “Trump é o maior amigo que Israel já teve na Casa Branca”.

 Nas palavras previstas de Trump, é hora de transformar o que descreve como "vitórias contra terroristas" em paz e prosperidade para o Oriente Médio. A visita do americano ocorre no mesmo dia em que 20 reféns vivos dos ataques terroristas do Hamas foram libertados.

Todos os reféns já estão sob a guarda do exército israelense, confirmou a força de segurança. Eles passaram por uma avaliação médica inicial antes de se reunirem com os familiares.

A projeção é de os terroristas do Hamas ainda entreguem 28 corpos de reféns mortos. Em contrapartida, cerca de 2.000 prisioneiros e detidos palestinos em Israel serão libertados.





terça-feira, 7 de outubro de 2025

Marco Rubio, é designado por Trump para negociar com o Brasil

MUNDO

O secretário do governo Trump, é conhecido pelo forte posicionamento ideológico e  pode ser algoz do Brasil nas negociações do "tarifaço"

Foto: Reprodução/Casa Branca/Ricardo Stuckert/ ND


Durante a ligação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na segunda-feira (6), Donald Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para liderar as negociações do “tarifaço” com o vice vice Geraldo Alckmin (PSB), o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT).

Para os  governistas o telefonema é visto como um avanço de Lula na diplomacia com os Estados Unidos, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) comemoram a escolha de Marco Rubio por seu alinhamento à direita e participação nas sanções contra autoridades brasileiras.

Com ND+






segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Trump promete forte retaliação caso Irã contra-ataque

MUNDO


Trump falou à imprensa nesse domingo, 5. Parlamento do Iraque aprovou resolução pedindo a saída de tropas estrangeiras do país após assassinato de Qassem Soleimani

Resultado de imagem para Trump promete forte retaliação caso Irã contra-ataque
REUTERS / Jonathan Ernst/Direitos reservados

O presidente norte-americano, Donald Trump, alertou o Irã sobre a possibilidade de "forte retaliação" caso Teerã responda ao assassinato, pelos Estados Unidos (EUA), do general iraniano Qassem Soleimani, em um ataque de drone na semana passada.
Trump falou à imprensa nesse domingo (5), a bordo do avião presidencial, quando voltava para Washington após visita ao estado da Flórida.
Líderes iranianos vêm indicando que Teerã pode retaliar contra o assassinato de Qassem Soleimani, ocorrido no Iraque na semana passada.
O Parlamento do Iraque também se pronunciou sobre o ataque ocorrido em território iraquiano e aprovou resolução pedindo a saída de tropas estrangeiras do país, incluindo as dos Estados Unidos.
Trump manifestou descontentamento com a decisão. Ele afirmou que se o Iraque pedir a retirada das tropas americanas, Washington vai impor sanções jamais vistas contra Bagdá.
Irã
O corpo do alto comandante militar iraniano Qassem Soleimani foi enterrado nesta segunda-feira. Ele morreu durante um ataque de drone dos Estados Unidos, na sexta-feira (3), perto do Aeroporto Internacional de Bagdá, no Iraque. Homenagens foram prestadas em todo o país. O caixão foi levado da cidade de Ahvaz, no sudoeste do Irã, para a capital, Teerã.
O Irã promete retaliações contra os EUA pela morte de Soleimani. Grupos armados da região, solidários ao Irã, também juram vingança.
No Líbano, o líder do grupo muçulmano xiita Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, disse ser necessário retaliar. Segundo ele, o objetivo do chamado Eixo de Resistência é expulsar tropas dos Estados Unidos de toda a região. Ele disse que o Hezbollah vai trabalhar com o Irã e o governo do presidente da Síria, Bashar al-Assad.
*Emissora pública de televisão do Japão

FONTE: AGÊNCIA BRASIL