quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Touro mais temido nos rodeios

Touro mais temido nos rodeios vai ganhar monumento no interior de SP

Animal morreu no final de julho por problemas de saúde; ele ganhou diversos prêmios em liga internacional e estava aposentado desde 2015

POR REDAÇÃO GLOBO RURAL

touro-agressivo (Foto: André Silva/Divulgação)

Um monumento dedicado ao Agressivo, touro considerado o mais ameaçador dos rodeios brasileiros e que morreu no fim de julho, será construído na Fazenda Santa Martha, em Icém (SP). O animal ficou internado uma semana em um hospital veterinário, com artrose nas articulações. 

A construção está prevista para começar em setembro de 2018, mas ainda não há previsão de quando será concluída. O material da estrutura será de algum tipo de pedra com grande durabilidade. A estátua terá um tamanho de 2,5 metros de comprimento por 1,80 metro de altura.
O animal tinha 17 anos, estava aposentado desde 2015 e vivia na propriedade no interior paulista. Ele pertencia à companhia de Paulo Emílio Marquez, desde em 2008, quando chegou aos seis anos de idade, e logo ganhou fama de “impossível de ser vencido”. 
Ele ficou oito anos invicto e colecionava diversos títulos da PBR (Professional Bull Riders), uma liga internacional de rodeios. 
Touro Agressivo em disputa de rodeio (Foto: Alberto Gonzaga/Divulgação)
Agressivo tinha até uma página no Facebook, chamada Touro Agressivo, que tem quase 80 mil seguidores. Ele foi eleito o Touro do Ano em 2010 de Barretos, e também conquistou 13 fivelas de melhor touro.  De acordo com a PBR, apenas dois atletas de rodeio conseguiram montar e ficar oito segundos em cima do animal.
“É uma grande perda. Todos sabem que trato meus touros como filhos, vibro com eles e proporciono todo bem-estar que eles merecem durante as competições e após a aposentadoria. É um dia triste para o mundo dos rodeios”, afirmou Paulo Emílio Marques, proprietário do animal, após o falecimento de Agressivo mês passado. 
No Twitter, Paulo Emílio contou que Agressivo ficou internado por cinco dias no hospital veterinário da Unirp (Centro Universitário Rio Preto), fraco e sem comer. “Seus órgãos começaram a parar de funcionar. Infelizmente a idade chegou”, disse. 
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